Em um país da América Latina, não divulgado por questões de
segurança, uma escola cristã tem servido como refúgio para crianças
indígenas cuja as famílias estão se convertendo.
Segundo informações da Portas Abertas,
as comunidades indígenas desprezam os novos cristãos e as escolas
passam a ridicularizar os estudantes cristãos, uma discriminação que
parte dos estudantes e também dos professores.
Foi diante deste cenário que um homem cristão resolveu criar uma
escola cristã na região. As autoridades locais se levantaram contra o
projeto, mas o homem conseguiu enfrentar as barreiras e abrir as portas
do espaço onde as crianças passarão a ser educadas sem sofrerem
perseguição.
Como o Estado não aceitou ajudar com os salários dos professores, o
cristão contou com o apoio da Portas Abertas que ofereceu ajuda
financeira para o projeto.
Obreiros cristãos foram chamados para ajudar com os alunos e assim o
projeto da escola foi tomando forma e pode iniciar as atividades.
Outra forma de tornar a escola viável foi reunir os pais dos alunos
em um projeto agrícola voltado para a produção de café orgânico. Com o
dinheiro arrecadado com a venda do produto foi possível pagar o salário
dos novos professores contratados para ampliar o trabalho da escola.
Até que a escola tenha condições de se sustentar sozinha, o
ministério Portas Abertas estará enviando recursos financeiros para a
manutenção desse projeto.
Hoje a escola, que completou dois anos de atividades, recebe 42 alunos entre 4 e 14 anos.







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