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sábado, 1 de setembro de 2012

DAVID - "Amado"


O oitavo e filho mais novo de Jessé, um cidadão de Belém. O seu pai parece ter levado uma vida simples. Não está registado o nome da sua mãe. Alguns pensam que é a Náas referida em 2Sm 17:25. Da sua aparência pessoal apenas sabemos que era ruivo, que tinha uns belos olhos e que era formoso (1Sm 16:12 e 1Sm 17:42).
Tinha por ocupação cuidar do rebanho de seu pai, levando-o até às regiões montanhosas do interior de Judá. Do que se sabe da sua história, sem dúvida que se distraía com a sua flauta de pastor, enquanto assim trabalhava, aprendendo com as lições que os vários incidentes que se davam à sua volta lhe ensinavam. Os seus primeiros feitos registados foram os seus encontros com as feras do campo. Ele menciona que matou um urso e um leão, quando estes tentaram atacar o seu rebanho (1Sm 17:34,35).
Enquanto David, na frescura da sua juventude sadia, estava assim ocupado com os seus rebanhos, Samuel fez uma visita inesperada a Belém, tendo sido ali conduzido pela direcção divina (1Sm 16:1-13). Aí ofereceu um sacrifício e chamou os anciãos de Israel e a família de Jessé para que se lhe juntassem. De todos os que foram à sua presença, nenhum era o que Samuel procurava. Mandaram chamar David e o profeta logo o reconheceu como o escolhido de Deus para suceder a Saúl, que se afastara dos caminhos de Deus. Assim, em antecipação, ele ungiu-o e David voltou para a sua vida de pastor. Mas "o Espírito do Senhor se apoderou de David desde aquele dia em diante" e "o Espírito do Senhor se retirou de Saúl" (1Sm 16:13,14).
Não muito depois disto, David foi enviado para o palácio, a fim de, com a sua harpa, acalmar o espírito perturbado de Saúl, que sofria de uma estranha depressão melancólica. Ele tocou tão bem perante o rei, que Saúl logo se alegrou e começou a demonstrar grande afeição pelo jovem pastor. Depois, David voltou para a sua casa em Belém. Mas não demorou a que voltasse a ocupar um lugar de proeminência. Os exércitos filisteus e de Israel encontravam-se em guerra e assentaram arraiais no vale de Elá, a cerca de 26 Km a sudoeste de Belém; e David foi enviado pelo seu pai até ao arraial, a fim de levar provisões aos seus três irmãos, que se encontravam a lutar ao lado do rei. Ao chegar ao local, David (agora com cerca de 20 anos) foi posto ao corrente do que se passava, quando o campeão dos filisteus, Golias de Gate, avançou e desafiou Israel. David pegou na sua funda e com uma pontaria bem treinada, atirou uma pedra "do seu alforge", que atingiu o gigante na testa e ele caiu sem sentidos no chão. David, então, correu para ele e matou-o, cortando-lhe a cabeça com a sua própria espada (1Sm 17:1-58). Como resultado, os israelitas obtiveram uma grande vitória, perseguindo depois os filisteus até às portas de Gate e Ecrom.
A popularidade de David, uma consequência do seu feito heróico, despertou os ciúmes de Saúl (1Sm 18:6-16), ciúmes esses que ele demonstrou de várias maneiras. Gerou-se nele um ódio amargo para com David e através de vários estratagemas, tentou matá-lo. As tramas do rei enfurecido, que não podia deixar de ver como David "prosperava grandemente", mostraram-se inúteis e apenas tornaram o jovem herói mais querido do povo, mas em especial de Jónatas, o filho de Saúl. Entre eles formou-se uma amizade calorosa.
Para escapar à vingança de Saúl, David fugiu para Ramá (1Sm 19:12-18), para junto de Samuel, que o recebeu, passando a viver com os filhos do profeta, que estavam a ser ensinados pelo próprio pai. Supõe-se que os Salmos 6, 7, 11 tivessem sido escritos nesta altura. Este lugar ficava apenas a 5 Km da residência de Saúl, que não demorou a descobrir para onde tinha ido o fugitivo e tentou, em vão, trazê-lo de volta. Jónatas fez um esforço frutífero para conseguir que o seu pai voltasse a relacionar-se bem com David (1Sm 20:1-43) que, ficando ao corrente desse facto, preferiu fugir ainda mais para longe, pois não estava certo de ali se encontrar em segurança. Vamos encontrá-lo primeiro em Nobe (1Sm 21:1-9) e depois em Gate, a principal cidade dos filisteus. O rei dos filisteus não o admitiu ao seu serviço, como ele assim esperava e David, então, instalou-se na caverna de Adulão (1Sm 22:1-4; 1Cr 12:8-18). Aqui e em pouco tempo, juntaram-se-lhe 400 homens, que lhe deram a conhecer que o consideravam como seu líder. Foi nesta altura que David, por entre os tormentos e os perigos da sua posição, gritou: "Quem me dera beber da água da cisterna de Belém"; quando três dos seus valentes romperam pelo arraial dos filisteus e lhe trouxeram a água pela qual ele ansiava (2Sm 23:13-17), ele não a quis beber.
Cheio de raiva por não conseguir apanhar David, Saúl deu ordens para que se massacrasse toda a família sacerdotal em Nobe, "pessoas que usavam o éfode de linho", num total de 85 pessoas, tendo sido mortas por Doegue, o edomita. Abiatar, o filho de Aimeleque, levou as tristes novas do massacre a David, tendo sido ele o único a escapar.
Ao ouvir que Queila, uma cidade na fronteira ocidental, estava a ser atormentada pelos filisteus, David e os seus homens foram até lá, livrando-a dos perigos (1Sm 23:1-14); e depois, com medo de Saúl, ele fugiu para as cavernas da "região montanhosa" de Judá. Enquanto ali esteve acampado, no bosque do distrito de Zife, Jónatas visitou-o, transmitindo-lhe palavras de encorajamento (1Sm 23:16-18). E os dois, então, se separaram para nunca mais se encontrarem. Saúl continuou a perseguir David que, dessa vez, lhe escapou à justa.
Mais tarde estabeleceu-se como rei das 12 tribos, conquistou Jerusalém, aumentou a extensão do território do reino vencendo todas as batalhas em que se empenhou. Apesar de erros graves cometidos durante o seu reinado, David tomou sempre o caminho do arrependimento e o registo dos seus salmos demonstram a devoção que faziam dele um servo de Deus.

Noticias>> Lançamento de biografia de Edir Macedo leva milhares à avenida Paulista


O lançamento da biografia do bispo Edir Macedo, Nada a Perder, levou milhares de pessoas à Livraria Cultura, do Conjunto Nacional, na avenida Paulista, na manhã deste sábado (1º).

A proposta do livro é mostrar para as pessoas que uma palavra é capaz de mudar tudo na vida da gente.

Os presentes aguardavam em uma fila que dava a volta no quarteirão para ter o livro autografado pelo coautor e vice-presidente de jornalismo da Rede Record, Douglas Tavolaro.

A manhã de autógrafos foi marcada ainda pela presença de jornalistas famosos. Ana Paula Padrão, apresentadora do Jornal da Record, esteve na livraria e deu sua opinião sobre a obra.

— Todo mundo gosta de boas histórias, especialmente jornalistas como eu. Em se tratando da história de um personagem tão bem sucedido, melhor ainda.

O apresentador do matinal Hoje em Dia, Celso Zucatelli, também esteve presente e destacou o fato de o livro contar a história de uma pessoa que “passou a vida levando para todo o mundo uma mensagem de construção de um mundo melhor”.

— Imagina que você tem uma família destruída porque alguém esta mergulhado num vício qualquer. Você traz essa pessoa de volta para a família. Isso se multiplica e você reconstrói uma sociedade.

O comentarista Percival de Souza lembrou que o lançamento do livro acontece na mesma data em que se comemoram os 500 anos de aniversário da reforma protestante de Lutero.

— Esse fato significa que a religiosidade que passou a questionar e passou uma nova perspectiva para a sociedade ganha mais espaço.

r7.com

Os deveres das mulheres cristãs


Que, do mesmo modo, as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos,
Mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras.
A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição.
Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio,
Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva;
E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão;
Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação.

(1Timóteo 2:9-15)

Devemos fazer orações por todos os homens


ADMOESTO-TE, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e acções de graças, por todos os homens;
Pelos reis e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade;
Porque isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador,
Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade;
Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.
O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.
Para o que (digo a verdade em Cristo, não minto) fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios na fé e na verdade.
Quero, pois, que os homens orem, em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda.

(1Timoteo 2:18)

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Noticias>> Frente Evangélica não vai aceitar a legalização do aborto, diz Magno Malta


Durante um reunião ocorrida nesta quinta-feira (30) entre a Frente Parlamentar Evangélica e o relator da proposta de reforma do Código Penal (PLS 236/12), senador Pedro Taques (PDT-MT), o senador Magno Malta (PR-ES) garantiu que os parlamentares evangélicos não vão aceitar qualquer tentativa de legalizar o aborto no Brasil.
“Nós não vamos negociar esse tema. Não atentaremos contra a natureza de Deus. Se Deus determina a vida e a ele cabe o porquê de todas as coisas, não cabe a nós questioná-lo”, afirmou.
O senador evangélico também debateu sobre a possibilidade de legalizar a posse de drogas, uma proposta que tem como objetivo não mais tratar como criminoso o indivíduo que for pego com uma quantidade de drogas e alegar que é para consumo próprio.
Na visão de Magno Malta a população é quem vai acabar perdendo com tal medida: “Estamos combatendo o tabagismo e as grandes indústrias estão perdendo lucro. A maconha, se legalizada, será industrializada. É preciso ter em vista quem ganhará com a legalização das drogas, porque a população em geral só tende a perder”.
Outro tema que não poderia deixar de ser debatido foi a criminalização das manifestações contra a homoafetividade. Em outras oportunidades o senador capixaba já se manifestou contra propostas como o PL 122/2006 que torna crime emitir opiniões contrárias a homoafetividade.
“Devo aos homossexuais o meu respeito e não sou homofóbico. Agora é preciso ficar claro que a televisão ridiculariza o tempo todo os homossexuais. Agora vai um pastor falar mal dos homossexuais. É preciso ter liberdade de expressão”, disse ele.

Gospelprime

O cumprimento da lei e dos profetas


Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.
Porque, em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
Qualquer, pois, que violar um destes mais pequenos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar, será chamado grande no reino dos céus.
Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.
Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
Eu, porém, vos digo que, qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
Deixa ali, diante do altar, a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e, depois, vem e apresenta a tua oferta.
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.
Em verdade te digo que, de maneira nenhuma sairás dali, enquanto não pagares o último ceitil.
Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.
Eu, porém, vos digo, que, qualquer que atentar numa mulher, para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.
E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a, e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca, do que seja o teu corpo lançado no inferno.
Também foi dito; Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite.
Eu, porém, vos digo, que, qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa da prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.
Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás os teus juramentos ao Senhor.
Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma jureis: nem pelo céu, porque é o trono de Deus;
Nem pela terra, porque é o escabelo dos seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei;
Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque, o que passa disto é de procedência maligna.
(  Lc 6:27-30  )
Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.
Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;
E, ao que quiser pleitear contigo e tirar-te o vestido, larga-lhe também a capa.
E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.
(  Lc 6:32-36  )
Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo.
Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem;
Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis? não fazem os publicanos também o mesmo?
E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os publicanos também assim?
Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. Continuação do sermão da montanha.

(Mateus 5:17-48)

SALOMÃO - Pacífico. (Heb. Shelomoh).


O segundo filho de David e Batseba, i.e., o primeiro depois de estarem casados legalmente (2Sm 12). Terá nascido por volta de 1035 AC (1Cr 22:5; 1Cr 29:1). Sucedeu a seu pai já na sua juventude, provavelmente com cerca de dezasseis ou dezoito anos de idade. Natã, a quem a sua educação fora confiada, chamou-lhe Jedidias, i.e., “por amor do Senhor” (2Sm 12 “nascido na dignidade real”. O seu pai escolheu-o para seu sucessor, passando por cima das queixas dos seus filhos mais velhos: “Certamente, meu filho Salomão reinará depois de mim”. A sua história está registada em 1Rs 1-11 e 2Cr 1-9. Subiu ao trono antes de o seu pai morrer e isto foi rapidamente conseguido principalmente por Batseba e Natã, em consequência da rebelião de Adonias (1Rs 1:5-40). Durante o seu longo reinado de quarenta anos, a monarquia hebraica atingiu o seu mais alto esplendor. Este período tem sido apelidado de “Era Augusta” dos anais judaicos. A primeira metade do seu reinado, contudo, foi a mais brilhante e próspera; a última parte foi nublada pela idolatria em que caíra, principalmente por causa dos seus casamentos pagãos (1Rs 11:1-8; 1Rs 14:21, 31).
Antes da sua morte, David deu ao seu filho as últimas instruções (1Rs 2:1-9; 1Cr 22:7-16; 28). Mal se instalou no trono e resolveu os assuntos do seu vasto império, aliou-se ao Egipto através do seu casamento com a filha de Faraó (1Rs 3:1), da qual, contudo, nada mais está registado. Rodeou-se de todos os luxos e grandeza externa de um monarca oriental e o seu governo prosperou. Aliou-se a Hirão, rei de Tiro, que o ajudou grandemente e de várias formas nos seus inúmeros empreendimentos.
Durante vários anos antes da sua morte, David envolvera-se na recolha de materiais (1Cr 29:6-9; 2Cr 2:3-7) para a construção de um templo em Jerusalém, para a futura permanência da arca do concerto ali. Não lhe foi permitido construir a casa de Deus (1Cr 22:8); essa honra estava destinada ao seu filho Salomão.
Após a construção do templo, Salomão envolveu-se na construção de vários edifícios em Jerusalém e noutras partes do seu reino. Durante treze anos, esteve envolvido na construção do seu palácio em Ofel (1Rs 7:1-12). Tinha cem cúbitos de comprimento, cinquenta de largura e trinta de altura. O majestoso tecto era suportado por 45 pilares de cedro e, por isso, o salão parecia uma floresta de madeira de cedro. Terá sido por este motivo que recebeu o nome de “a casa da floresta do Líbano”. Em frente a esta “casa” foi construída uma outra, que foi apelidada de “o pórtico dos pilares” e em frente desta situava-se o “pórtico do juízo” ou sala do trono (1Rs 7:7; 1Rs 10:18-20; 2Cr 17-19), “a porta do rei”, onde ele fazia justiça e concedia audiências ao povo. Este palácio era de uma grande magnificência e beleza. Uma determinada área foi colocada à parte, como residência da raínha consorte, a filha de Faraó. A partir deste palácio saía uma escadaria privada de madeira de sândalo vermelha e perfumada que conduzia ao templo.
Salomão também construiu grandes empreendimentos com o fim de garantir o pleno suprimento de água à cidade (Ec 2:4-6). Construiu, depois, Milo (LXX, “Acra”), para defender a cidade, completando uma linha de plataformas à volta dela (1Rs 9:15, 24; 1Rs 11:27). Construiu também muitas outras fortificações para defesa do seu reino em vários pontos, pontos esses que se encontravam expostos aos ataques dos inimigos (1Rs 9:15-19; 2Cr 8:2-6). Entre os seus grandes empreendimentos deve também ser mencionada a construção de Tadmor no deserto, servindo de entreposto comercial e posto avançado militar.
Durante o seu reinado, a Palestina gozou de grande prosperidade comercial. Por terra, efectuava-se um grande tráfico com Tiro, com o Egipto e com a Arábia. Pelo mar, com a Espanha, a Índia e as costas de África. Desta forma, Salomão acumulou uma grande riqueza e produtos de todas as nações (1Rs 9:26-28; 1Rs 10:11, 12; 2Cr 8:17, 18; 2Cr 9:21). Foi a “idade de ouro” de Israel. A magnificência real e o esplendor da corte de Salomão não tinham rival. Tinha setecentas mulheres e trezentas concubinas, uma prova do seu orgulho, da sua riqueza e da sua sensualidade. A manutenção da sua casa, criadagem incluída, envolvia grandes despesas. As provisões requeridas para um dia eram “trinta medidas de flor de farinha e sessenta medidas de farinha, dez vacas gordas e vinte vacas de pasto e cem carneiros, afora os veados e as cabras monteses e os corços e as aves cevadas” (1Rs 4:22, 23).
O reinado de Salomão foi não somente um período de grande prosperidade material mas também de uma notável actividade intelectual. Ele era bem o líder do seu povo também relativamente à instauração, entre eles, de uma nova vida intelectual. “E disse três mil provérbios e foram os seus cânticos mil e cinco. Também falou das árvores, desde o cedro que está no Líbano até ao hissopo que nasce na parede; também falou dos animais e das aves e dos répteis e dos peixes” (1Rs 4:32, 33).
A sua fama espalhou-se pelo estrangeiro e vieram homens de longe e de perto “a fim de ouvirem a sabedoria de Salomão”. Entre os que, deste modo, foram atraídos a Jerusalém, estava a “raínha do sul” (Mt 12:42), a rainha de Sabá. “A sua ânsia deve ter sido realmente profunda e grande a fama que induziu a rainha de lugares tão longínquos a quebrar costumes imemoráveis da sua terra sonhadora e a reunir toda a energia requerida para enfrentar os fardos e os perigos de uma tão longa viagem pelo deserto. No entanto, ela empreendeu-a e levou-a a cabo em segurança” (1Rs 10:1-13; 2Cr 9:1-12). Ela ficou espantada com o que viu e ouviu: “o seu espírito deixou-a”. Depois de uma troca de presentes, ela voltou para a sua terra natal.
Mas essa época de ouro passou. Os dias de glória de Salomão terminaram cheios de nuvens e escuridão. O seu declínio e queda são um triste registo na sua vida. As principais causas para o seu declínio foram a poligamia e a sua grande riqueza. “À medida que ia envelhecendo, começou a passar mais tempo com as suas favoritas. O indolente rei, vivendo entre estas mulheres indolentes, pois mil mulheres, com todos os seus criados indolentes e perniciosos, enchiam os palácios e casas de prazer que ele construíra (1Rs 11:3), aprendeu primeiro a tolerar e depois a imitar os seus modos pagãos. Ele não deixou realmente de acreditar em Deus com a sua mente. Não deixou de oferecer os habituais sacrifícios no templo por altura das festas. Mas o seu coração não estava com Deus; a sua adoração tornou-se formal; a sua alma, esvaziada do verdadiero fervor religioso, procurou encher-se com uma qualquer excitação religiosa que a si próprio se oferecera. Agora, pela primeira vez, foi estabelecido publicamente um culto que era não só irregular e proibido, tal como o de Gideão (Jz 8:27) ou o dos danitas (Jz 18:30, 31) mas era também idolátrico” (1Rs 11:7; 2Rs 23:13).
Isto trouxe sobre ele a desaprovação divina. Os seus inimigos prevaleceram contra ele (1Rs 11:14-22, 23-25, 26-40) e os juízos caíram sobre a terra. Então chegou o fim e ele morreu após um reinado de quarenta anos, tendo sido sepultado na cidade de David. “Com ele foi sepultada a glória e a unidade de pouca duração em Israel”. “Ele deixa para trás um filho fraco e sem valor, que desmembrará o reino e desgraçará o seu nome”.
“O reinado de Salomão”, diz Rawlinson, “é de uma notável importância na história bíblica. Uma nação insignificante que, durante centenas de anos, mantivera com alguma dificuldade uma existência separada no meio de tribos dedicadas à guerra e que, uma após outra, exerceram domínio sobre ela, oprimindo-a, é, de repente, elevada à glória e grandeza pelo génio de um monarca soldado. É estabelecido um império que se estendeu desde o Eufrates até às fronteiras do Egipto, numa distância de 522 Kms; e este império rapidamente construído, entra quase imediatamente num período de paz que dura meio século. Riqueza, grandeza, magnificência, excelência artística e empreendimento comercial elevam-na a uma posição de dignidade entre as grandes nações da terra. Mas no fim, dá-se um colapso repentino. A nação é dividida em dois, a proeminência conseguida nos últimos anos perde-se e recomeçam as lutas, os conflitos, a opressão, a recuperação, a submissão inglória e os esforços desesperados.

GUARDAI-VOS de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles: aliás não tereis galardão junto do vosso Pai que está nos céus.
Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita;
Para que a tua esmola seja dada ocultamente: e teu Pai, que vê em segredo, te recompensará publicamente.
E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé, nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto; e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem serão ouvidos.
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Variação do DNA humano se aproxima da linha temporal bíblica

Um estudo publicado na revista Science pode comprovar a verdade Bíblica do dilúvio e da diversificação acelerada dos seres humanos depois desse episódio. Isso porque a pesquisa mostra que a variação do genoma humano começou há aproximadamente 5 mil anos atrás. Os cientistas já sabiam que cada pessoa é distinta da outra, com exceção dos gêmeos idênticos, mas o que eles quiseram descobrir com essa nova pesquisa era quando essa distinção começou. Para isso foram analisadas as sequenciais do DNA de 15.585 regiões genéticas codificadas de proteínas do genoma humano.
Esse material genético foi retirado de 1.351 americanos com descendência europeia e 1.088 com descendência africana. Com esses dados em mãos a equipe pode então examinar o percurso da variação genética através do tempo, dando como resultado a seguinte frase: “O limite máximo provável para o crescimento acelerado foi há 5,115 anos atrás”.
Para quem defende a Terra tem milhões de anos fica a pergunta: Por que com tantos milhões de anos a diversificação genética dos humanos só passou a acontecer nos últimos 5.000 anos?
Enquanto os defensores da evolução das espécies tentam encontrar uma resposta, a pesquisa aproxima o fato com os relatos sobre a história de Noé que aconteceu há cerca de 4.500 anos, se ajustando ao tempo máximo que os pesquisadores estimam.

Fonte CPAD News

Noticias>> Página Renato Aragão esclarece polêmica sobre seu próximo filme; “fé e ficção são áreas distintas”

O ator Renato Aragão veio a público, através de seu blog, para esclarecer a polêmica que se formou a respeito de seu próximo filme “O Segundo Filho de Deus”, título este que já foi alterado.
No texto o comediante lamenta a repercussão que o fato tomou, lembrando a todos que é “católico e temente a Deus”, portanto não abriria mão de sua fé em Jesus, o único Filho de Deus. Porém ele deixa claro que há diferença entre a fé e a ficção.
“Gostaria, entretanto de relembrar que fé e ficção são áreas completamente distintas, mas que sempre despertaram polêmicas, desde Milton, em ‘Paraíso Perdido’ até José Saramago em seu ‘Evangelho Segundo Jesus Cristo’”.
O personagem do filme cujo roteiro foi escrito pelo próprio Renato Aragão não tem como objetivo se apresentar como um salvador, o ator adianta que como nos outros filmes que estrelou este personagem também seria um atrapalhado.
“Realmente escrevi um roteiro provisoriamente intitulado ‘O Segundo Filho de Deus’, obra de ficção com registro público na Biblioteca Nacional, a qual vem sendo deturpada, dizendo inclusive que eu teria a pretensão de ser o ‘novo’ Jesus!, ABSURDO. O Didi é um grande atrapalhado, e em todos os filmes essa será sempre sua característica”.
Os detalhes desse roteiro não foram revelados no texto publicado nesta quarta-feira (29), mas o nome do projeto foi alterado para “O Segredo da Luz”. Em sua defesa, ele diz que os boatos que tentam denegrir sua imagem são motivados por pessoas que têm inveja do trabalho que ele desenvolve a frente do programa Criança Esperança.
Leia
“Minha empresa já produziu mais de 45 filmes, todos voltados para o entretenimento da família brasileira, respeitando nossos valores e nossa cultura. Sou católico e temente a Deus.
Jamais abriria mão de minha fé incondicional em Jesus, o Filho Único de Deus. Gostaria, entretanto de relembrar que fé e ficção são áreas completamente distintas, mas que sempre despertaram polêmicas, desde Milton, em “Paraíso Perdido” até José Saramago em seu “Evangelho Segundo Jesus Cristo”. Mesmo estes gênios literários e suas polêmicas obras não foram capazes de rebaixar a Bíblia e as histórias de vida ali contidas a meros personagens de obras literárias ou de ficção.
Por que digo isto, porque realmente escrevi um roteiro provisoriamente intitulado “O Segundo Filho de Deus”, obra de ficção com registro público na Biblioteca Nacional, a qual vem sendo deturpada, dizendo inclusive que eu teria a pretensão de ser o “novo” Jesus!, ABSURDO.
O Didi é um grande atrapalhado, e em todos os filmes essa será sempre sua característica. Só para esclarecer, este roteiro inclusive já teve o título alterado para “O Segredo da Luz” e não há previsão para sua realização. Acredito que estas pessoas, que nem sequer tiveram acesso à obra, querem apenas incitar os incautos a juntarem-se a eles nesta invejosa empreitada de denegrir meu nome e desacreditar uma campanha séria que já comprovou sua atuação e eficácia em 27 anos de resultados positivos. Registro que nestes 27 anos isso sempre acontece… infelizmente.
Amigos, desculpem-me pelo desabafo. Mas há horas em que precisamos alçar a voz e proclamar a verdade, principalmente quando o alvo das mentiras passa a ser aquilo que mais prezamos: nossa família e nossa fé.
Mais uma vez, obrigado pelo apoio.

Renato (Didi) Aragão”

A abertura do sétimo selo. Os sete anjos com as sete trombetas; as quatro primeiras


E, HAVENDO aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu, quase por meia hora.
E vi os sete anjos que estavam diante de Deus, e foram-lhes dadas sete trombetas.
E veio outro anjo, e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso, para o pôr com as orações de todos os santos, sobre o altar de ouro, que está diante do trono.
E o fumo do incenso subiu com as orações dos santos, desde a mão do anjo até diante de Deus.
E o anjo tomou o incensário, e o encheu do fogo do altar, e o lançou sobre a terra; e houve depois vozes, e trovões, e relâmpagos e terremotos.
E os sete anjos, que tinham as sete trombetas, prepararam-se para tocá-las.
E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva, e fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte: queimou-se a terça parte das árvores, e toda a erva verde foi queimada.
E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte, ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar,
E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte das naus.
E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela, ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas.
E o nome da estrela era Absinto, e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.
E o quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, e a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas, para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhasse, e semelhantemente a noite.
E olhei, e ouvi um anjo, que voava pelo meio do céu, dizendo, com grande voz: Ai! ai! dos que habitam sobre a terra! por causa das outras vozes das trombetas dos três anjos que hão-de ainda tocar.

Adão - Heb. 'Adam, "homem".


O primeiro membro da família humana, criado por Deus a partir do pó da terra (Gn 2:7). A sua mulher, Eva, foi formada a partir de uma das suas costelas (Gn 2:21, 22). A Adão foi dada autoridade sobre a terra e todos os seres viventes (Gn 1:26); e lhe foi dito que povoasse o mundo (Gn 1:28). Ele e a sua mulher foram colocados num "jardim a este do Éden", e lhes foi dada a tarefa de o cuidarem (Gn 2:8, 15). Tudo o que plantas e árvores produzisse devia ser a sua comida (Gn 1:29).
Adão e Eva foram criados perfeitos (Gn 1:31), e assim sendo, sem pecado. Mas foram também criados com o poder de escolherem livremente, podendo assim desobedecer a Deus. Foram testados através da "árvore da ciência do bem e do mal", da qual o fruto Deus proibiu de comer e até tocar (Gn 2:17; Gn 3:3). Eva foi seduzida pela serpente a comer da árvore, tendo persuadido Adão a comer também (Gn 3:1-7). Através deste acto de desobediência trouxeram a maldição do pecado sobre eles e sobre os seus filhos, e foram expulsos do jardim (Gn 3:8-24). Após a expulsão do jardim do Éden , Adão e Eva tornaram-se pais de Caím, Abel, Seth, e "filhos e filhas" (Gn 4:1,2,25; Gn 5:4). Adão tinha 930 anos de idade quando morreu (Gn 5:5). Não se sabe quanto tempo viveu no Éden, embora tenha sido comparativamente um período curto, devido a ter apenas 130 anos quando Seth nasceu (Gn 5:3), que evidentemente ocorreu algum tempo após a expulsão (cf. Gn 4:1-25).
Através do pecado de Adão a morte surgiu a toda a família humana (Rm 5:12-14; Ef 2:12). No entanto, Cristo, o segundo Adão (1Co 15:45-47), triunfou onde o primeiro Adão falhou (cf. Mt 4:1-10), e através do seu sacrifício tornou a nossa redenção dos resultados do pecado de Adão possível (Hb 5:9; Hb 9:28).
( Seventh-Day Adventist Bible Dictionary )

TIAGO


Filho de Alfeu, ou Cleopas, “o irmão”, ou parente próximo, ou primo de Jesus (Gl 1:18, 19), chamado Tiago, “o menor”, ou “o pequeno”, provavelmente porque era de pequena estatura. É mencionado juntamente com os outros apóstolos (Mt 10:3; Mc 3:18; Lc 6:15). Teve uma entrevista em separado com o Senhor após a Sua ressurreição (1Co 15:7) e é mencionado como um dos apóstolos da circuncisão (At 1:13). Parece ter ocupado a posição de chefe da igreja em Jerusalém, onde presidiu ao concílio que se reuniu para tratar do caso dos gentios (At 12:17; At 15:13-29; At 21:18-24). Este Tiago é o autor da Epístola que tem o seu nome.

Noticias>> Pastor é assaltado e forçado à prática sexual dentro de igreja no Maranhão


Um pastor foi atacado por dois criminosos na região de São Luis (MA). O cristão foi abordado pelos homens quando saia da Igreja neste domingo. O crime foi registrado na segunda-feira.
 Em depoimento, o líder disse que estava fechando o templo quando um homem lhe pediu uma oração. Logo após ele foi abordado por um segundo desconhecido, que anunciou um assalto.
 A identidade do pastor está sendo preservada. Ele revelou que os bandidos o forçaram a dar R$ 260 que era o dinheiro de ofertas, além de violentá-lo físico e sexualmente. Os bandidos deram uma substância "estranha" ao pastor e o forçou à prática do sexo oral.
Após o crime, o pastor foi colocado na mala de um carro e solto em um bairro da cidade.
Redação
Sertão Gospel

A queda de Babilónia. A visão da grande prostituta, assentada sobre a besta


E VEIO um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.
E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfémia, e tinha sete cabeças e dez chifres.
E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálix de ouro, cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição;
E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilónia, a mãe das prostituições e abominações da terra.
E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a, eu maravilhei-me, com grande admiração.
E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
A besta que viste, foi e já não é, e há-de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.
Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada;
E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo.
E a besta que era, e já não é, é ela, também, o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.
E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.
Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis.
E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.
E os dez chifres, que viste na besta, são os que aborrecerão a prostituta, e a porão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo;
Porque Deus tem posto nos seus corações que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma ideia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra. A queda de Babilónia.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Noticias>> Pastor iraniano é condenado a morte após ser acusado de apostasia


Behnam Irani é pastor no Irã e está sendo acusado de apostasia. O pastor pode ser executado pela acusação e pela falta de assistência médica das autoridades.

Autoridades iranianas teriam dito ao pastor que ele "não sairá vivo da prisão”.
Behnam foi condenado a 1 ano de prisão em 2011 pelas suas atividades cristãs, mas a pena foi prorrogada para 5 anos, sob acusação de "crimes contra a segurança nacional", afirmaram membros de sua igreja e outras fontes.
O tribunal chegou a chamar o líder religioso de "apóstata" consequentemente sofrendo a condenação a morte. Apesar de não estar confirmada a sentença, visto que o sistema do Irã é secreto e muitas vezes complexo, as orações em favor de Behnam são necessárias. Deus pode curá-lo de uma infecção no sangue e livrá-lo da prisão. Faça sua parte!

Redação
SertãoGospel

JOÃO BAPTISTA

O percursor de Jesus”. Apenas temos narrativas imperfeitas e fragmentadas sobre ele nos Evangelhos. Era descendente de sacerdotes. O seu pai, Zacarias, era um sacerdote da ordem de Abias (1Cr 24:10) e a sua mãe, Isabel, era das filhas de Aarão (Lc 1:15). A missão de João foi objecto de uma profecia (Mt 3:3; Is 40:3; Ml 3:1). O seu nascimento, que teve lugar seis meses antes do de Jesus, foi predito por um anjo. Zacarias, privado da fala como prova de que Deus falava a verdade e uma censura à sua própria incredulidade, no que se referia ao nascimento do seu filho, pôde falar novamente por ocasião da sua circuncisão (Lc 1:64). Depois disto, nada mais está registado sobre ele durante um período de trinta anos e só é mencionado novamente em Lc 1:80. João era nazireu desde o seu nascimento (Lc 1:15; Nm 6:1-12). Ele passou os seus primeiros anos na região montanhosa de Judá, situada entre Jerusalém e o Mar Morto (Mt 3:1-12).
Com o tempo, tornou-se numa figura pública e grandes multidões de “todas as origens” se sentiram atraídas por ele. A essência da sua pregação era a necessidade de arrependimento. Denunciou os saduceus e os fariseus como uma “raça de víboras” e avisou-os sobre a loucura de se confiar nos privilégios externos (Lc 3:8). Como pregador, João era eminentemente prático e discriminativo. O amor próprio e a cobiça eram os pecados que permaneciam entre o povo. A eles, no entanto, ele intimou a que fossem caridosos e tivessem consideração pelos outros. Advertiu os publicanos contra a extorção e os soldados contra o crime e a pilhagem. A sua doutrina e modo de vida influenciaram todo o sul da Palestina e pessoas de todos os lados vinham reunir-se no local onde ele se encontrava, nas margens do Jordão. Aí ele baptizou milhares de arrependidos.
A fama de João chegou aos ouvidos de Jesus, em Nazaré (Mt 3:5) e ele veio da Galileia até ao Jordão, a fim de ser baptizado por João, pois ele era “cheio de justiça”. O ministério especial de João terminou com o baptismo de Jesus, que deveria agora “aumentar”, tal como o rei que volta para o seu reino. Contudo, ele continuou por mais algum tempo a dar testemunho da messianidade de Jesus. Ele chamou a atenção dos seus discípulos para Jesus, dizendo: ‘Eis o Cordeiro de Deus’. O seu ministério público terminou repentinamente (após cerca de seis meses de actividade), quando foi encarcerado por Herodes, a quem ele tinha reprovado, por este estar junto com a mulher do seu irmão Filipe (Lc 3:19). Foi encarcerado num dos castelos de Herodes, uma fortaleza na extremidade sul da Pereia, 14 Kms a Este do Mar Morto e aí foi decapitado. Os seus discípulos, tendo enterrado o corpo, foram contar a Jesus o que acontecera (Mt 14:3-12). A morte de João ocorreu justamente antes da terceira Páscoa do ministério de Jesus. O próprio Jesus testificou que “ele era a candeia que ardia e alumiava” (Jo 5:35).

Biblia

Evangelização - A Hora é Agora!


A evangelização requer urgência. Precisamos ganhar para Cristo a nossa geração nesta geração. Fracassar nesse quesito é falhar de forma irremediável. A igreja primitiva sem os recursos dos tempos modernos ganhou sua geração para Cristo. O segredo desse sucesso é que cada cristão era um portador de boas novas. A evangelização não era um programa, mas um estilo de vida. A evangelização não era centrípeta, mas centrífuga, ou seja, eles não esperavam que os pecadores viessem a eles; eles iam aos pecadores. Os cristãos não se acomodavam no templo esperando que os pecadores os buscassem; eles iam lá fora onde os pecadores estavam para ganhá-los para Cristo. Eles não pescavam na banheira, eles lançavam suas redes onde havia abundantes cardumes. Não podemos limitar o evangelismo aos cultos especiais que realizamos no templo. Muitos jamais entrarão no templo. Precisamos ir a eles, onde eles estão, nos logradouros, nas praças, nas universidades, nas escolas, nos escritórios, nos clubes, nos estádios, nas praias, nos hospitais. Jesus nos ordena a ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura. O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a cada criatura, em todo o mundo. Não cumpriremos essa agenda sem a mobilização de todos os crentes. Não alcançaremos vitória nessa empreitada sem usarmos todos os meios legítimos e todos os recursos disponíveis.
A igreja contemporânea está notoriamente acomodada. Hoje quase não saímos das quatro paredes. Estamos confortavelmente instalados em nossos templos. Reunimo-nos para edificarmo-nos a nós mesmos. Realizamos conferências para equiparmo-nos a nós mesmos. Temos uma larga visão do mundo, mas não enxergamos mais aqueles que perecem à nossa porta. Não buscamos mais a centésima ovelha perdida. Estamos satisfeitos com as noventa e nove que estão no aprisco. Não acendemos mais a candeia para procurar a moeda perdida. Estamos gastando todo o nosso tempo lustrando as moedas que temos. Não esperamos mais a volta do pródigo que se foi. Estamos contentes com o filho que ficou. Precisamos imitar a Jesus, que veio buscar e salvar o perdido. Jesus entrou nos lares, nas sinagogas, no templo. Ele ensinou na praia e nos montes. Ele percorreu as estradas e andou por toda a parte. A religião cristã era a religião do caminho, do movimento, da ação. Precisamos, à semelhança de Jesus, ir lá fora, onde os pecadores estão. Eles estão desorientados como ovelhas sem pastor. As multidões estão exaustas e aflitas precisando de direção. O evangelho é a única resposta para o homem. Esse tesouro está em nossas mãos. Deus no-lo confiou. Não podemos retê-lo. Precisamos reparti-lo. O tempo urge. A hora é agora!
Precisamos gastar as solas dos nossos sapatos mais do que os assentos dos nossos bancos. Precisamos testemunhar tanto publicamente como também de casa em casa. Precisamos falar para grandes auditórios e também para pequenos grupos. A família, a escola e o trabalho devem ser nossos campos missionários. Onde houver uma vida sem Cristo, ali deveremos estar com a mensagem da salvação, pois a evangelização é uma missão imperativa, intransferível e impostergáve


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Noticias>> Cruzada Vitoriosa em Manaus supera expectativas e é destaque nacional


A famosa cruzada evangelística do Pastor Silas Malafaia superou as expectativas e foi destaque até em programa global neste domingo.
Cerca de 650 mil pessoas estiveram na praia de Ponta Negra em Manaus, local onde aconteceu 16ª "Cruzada Vida Vitorisa para Você". O Verdade Gospel publicou que o evento entrou para a história, já que em nenhuma edição anterior o público atingiu esse número.
Houveram mais de 11 mil conversões na cruzada. Grandes cantores da Central Gospel Music cantaram e ministraram a palavra de Deus naquele lugar, como: Eyshila, Jozyanne, Jotta A, Nani Azevedo, Danielle Cristina, Raquel Mello e Marquinhos Menezes e Lilian.
A cruzada já passou por várias cidades do país e na soma, chegou aos 3 milhões de expectadores.
Neste domingo, o "Fantástico" fez uma rápida reportagem falando do evento e mostrando a multidão de presentes. O evento marcou os 30 anos de ministério de Malafaia.
Redação
SertãoGospel

Noticias>> Índios evangélicos aumentam 42% em 10 anos e já são 210 mil

O crescimento segue tendência geral da população brasileira --o aumento de evangélicos foi de 61% entre 2000 e 2010, e o grupo corresponde a 22% dos brasileiros. Mas com a peculiar característica de ser impulsionado por organizações que tentam levar a evangelização mesmo a áreas isoladas.

Assembleia de Deus fala em eleger mais de 5.500 vereadores

A organização de grupos evangélicos com essa missão tem aumentado, afirma Carlos Travassos, coordenador-geral do setor que monitora tribos isoladas e de recente contato na Funai (Fundação Nacional do Índio).

O trabalho conta até com apoio logístico de aviões em áreas de difícil acesso, graças à Asas de Socorro, uma das 15 agências missionárias evangélicas filiadas à AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras).

Bancadas por igrejas, empresas e voluntários, são ligadas a várias denominações e fazem ações de ensino, assistência social e treinamento de líderes indígenas.

O treinamento é a base da ideia da "terceira onda" evangelizadora: depois de missionários brancos estrangeiros e brasileiros, chegou a vez de os próprios índios atuarem.

A maioria dos índios evangélicos é ligada à Assembleia de Deus, 31% do total ou 64.620 pessoas. Em segundo lugar vêm os batistas, com 17%, ou 35,5 mil pessoas.

Em Chapada dos Guimarães (MT) funciona a Ami, escola para índios cujo lema é formar "discípulos de Jesus Cristo" e criar uma igreja "genuinamente indígena em cada tribo do Brasil".

Eles são preparados para repassar os conhecimentos aprendidos a suas comunidades --"da maneira deles", diz o pastor indígena Henrique Terena, presidente do Conplei (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas), que se define como o maior movimento evangélico indígena do país.

Na última semana, o Conplei organizou na Ami um congresso que reuniu cerca de 2.500 pessoas, com 81 etnias do Brasil e de outros países, segundo a organização.

Eles comemoraram o marco simbólico da primeira evangelização indígena, quando missionários escoceses chegaram à aldeia de índios terenas, em 1912, em área hoje de Mato Grosso do Sul.

Também retrato de tendência nacional, o percentual de católicos indígenas também caiu nos últimos dez anos, de 59% para 50,5% da população indígena.

A Igreja Católica, com missões iniciadas no século 16, está presente em 185 povos, com missionários ligados ao Cimi (Conselho Indigenista Missionário). A AMTB diz atuar com 182 etnias.

ATRITOS

A penetração religiosa já foi foco de atritos com a Funai. Em 2005, a fundação criticou o grupo Jovens com uma Missão, que retirou crianças de uma aldeia no Amazonas para tratamento médico em São Paulo.

Nos anos 80, integrantes da Missão Novas Tribos foram expulsos da tribo isolada dos Zo'é, no Pará, depois que os índios contraíram doenças.

A Funai vetou em 1994 a abertura de novas frentes missionárias, a não ser as que fossem convidadas pelas comunidades. O entendimento é que os povos têm autonomia para autorizar a entrada.

Para Travassos, a relação de missionários com povos isolados é prejudicial, por impor uma nova forma de ver o mundo. Os evangélicos negam qualquer imposição.

EVANGELIZAÇÃO

Para a AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras), que reúne organizações de missionários evangélicos, as ações em comunidades indígenas respeitam a cultura e o direito de escolha dos índios.

Em manifesto divulgado em 2009, a AMTB aponta diferença entre o trabalho de evangelização com a "catequese histórica e impositiva".

"Se as culturas são móveis e mutáveis, por que as mudanças provocadas a partir do conhecimento dos valores cristãos e do evangelho despertam tantas e tão violentas reações quando se trata de culturas indígenas?", diz.

A associação diz não ter ligação com nenhuma denominação específica.

A AMTB afirma que as missões executam projetos sociais que ajudam na preservação linguística e cultural desses povos.

O pastor Henrique Terena, presidente do Conplei (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas), diz que os trabalhos ensinam técnicas de plantio e atuam no combate ao alcoolismo, por exemplo.

Ele afirma ainda que, no caso de povos isolados, a atuação ocorre mediante convite das tribos. (FL)


Fonte: Jornal Floripa

Noticias>> Ator evangélico de Avenida Brasil diz que não descarta cena com beijo gay

Filho de pastor e membro da Assembléia de Deus, Daniel Rocha, que intepreta "Roni" na novela global Avenida Brasil, falou das raízes cristãs e vida antes de sua aparição na televisão.

O ator diz que foi criado na Igreja e fazia atividades culturais. "Creio numa coisa, tenho fé nisso, mas não misturo com a profissão . Tenho cabeça aberta. O que tiver que fazer, eu faço”, disse em entrevista ao site do jornal O Globo.
Na novela, o seu personagem deixa dúvidas sobre a sexualidade. O ator não descarta atuar em uma cena com beijo gay: “Eu não sei o que o João Emanuel pretende fazer. Mas, para mim, como ator, é bem mais interessante que Roni fique com Leandro. E se rolar o beijo gay, faço, por que não? Sem problemas. Sou ator”, pontua.
Fora da TV
Antes da televisão, Daniel cursou teatro no Centro de Pesquisa Teatral (CPT). Daniel revela que a carreira de artista é difícil. O ator revelou ainda que não se parece com o personagem que interpreta: “Não sou certinho como o Roni, sou bagunceiro e desorganizado. Mas não bebo e não fumo”.

Sertão Gospel com Gospel +



Noticias>> “Chuva de Bíblias” no céu da Coreia do Norte

 No dia 19 de julho, uma equipe de missionários se reuniu perto de Paju, Coreia do Sul, para lançar 30 balões de gás carregados de Novos Testamentos, folhetos com versículos bíblicos e outras  mensagens cristãs para a Coreia do Norte. Tendo analisado as condições favoráveis do clima e um vento que soprava forte na direção desejada, os balões foram diretamente para o norte alcançando aquele país isolado.
“O evangelho é a boa notícia que irá salvar os galhos secos na Coreia do Norte, como uma chuva de boas-vindas”, exclamou um dos missionários  durante uma oração feita antes do lançamento. A equipe responsável pelo envio era composta de missionários, voluntários, estudantes universitários e cristãos que têm parentes vivendo na Coreia do Norte.
Soldados sul-coreanos visitaram o local de lançamento, como de costume, mas em menor número do que no ano passado. Apesar do clima favorável, desta vez apenas 10 dos 30 balões preparados alçaram voo. O motivo foram problemas com o combustível a base de hidrogênio. Mesmo assim, a equipe orou antes do lançamento agradecendo por que foram enviadas 1.000 Bíblias e 90.000 folhetos.
“Estes homens e mulheres mostram uma paixão pelo lançamento de balões, pois sabem que a Palavra de Deus é enviada nesses balões por suas mãos”, escreveu um membro da Missão A Voz dos Mártires. ”Embora eles não possam entrar na Coreia do Norte, estes panfletos podem.”
Mais de 7.900 Novos Testamentos já foram enviados à Coreia do Norte em 2012.
A Seoul EUA é uma ONG coreano-americana que lança material evangélico desta maneira de 70 a 80 vezes por ano. Mas para os que duvidam da eficácia de seus métodos, eles agora tem provas de que seus balões estão atingindo o alvo.
O uso de dispositivos de rastreamento GPS acoplados aos balões confirma a localização precisa de vários de seus lançamentos este ano e as imagens fotográficas podem ser acompanhadas em seu site.
“Há muitos anos sabemos que os lançamentos de nossos balões têm atingido as áreas que planejamos por causa da resposta irada do governo norte-coreano”, disse o Presidente da ONG, o pastor Eric Foley. ”Mas os dispositivos de GPS nos fornecem dados precisos que nos ajudarão a aumentar ainda mais a precisão dos lançamentos futuros.”
A Coreia do Norte é o pais mais fechado do mundo para o Evangelho, lembra Foley. “Quando o governo sul-coreano tentou acalmar a tensão politica com a Coreia do Norte na década de 1990″, continua Foley, “eles perguntaram aos norte-coreanos, ‘Como podemos deixar vocês felizes?” ”Parem de mandar balões e parem de fazer transmissões cristãs de rádio” foi a resposta.  Embora o governo norte-coreano tente de tudo para impedir as transmissões de rádio e os balões, a mensagem de Deus continua chegando pelos céus.
Estima-se que o regime norte-coreano ainda tenha mais de 70.000 cristãos aprisionados em campos de.Uma pessoa pode ir para a prisão por toda a vida apenas pelo “crime” de possuir uma Bíblia.

Traduzido e adaptado de Charisma News

Pedro


Chamava-se, originalmente, Simão (= Simeão, i.e., “ouvido”), um nome judaico muito comum no Novo Testamento. Era filho de Jonas (Mt 16:17). A sua mãe não é mencionada nas Escrituras. Tinha um irmão mais novo chamado André, que foi quem primeiro o levou a Jesus (Jo 1:40-42). Era natural de Betsaida, uma cidade situada na costa ocidental do Mar da Galileia e de onde Filipe também era natural. Foi educado ali junto às margens do Mar da Galileia e foi-lhe ensinado o ofício de pescador. É provável que o seu pai tivesse morrido quando ele era ainda jovem, tendo Zebedeu e a sua mulher Salomé tomado conta dele (Mt 27:56; Mc 15:40; Mc 16:1). Aí passaram Simão, André, Tiago e João a sua meninice e juventude na companhia uns dos outros. Simão e o seu irmão gozaram de todas as vantagens de uma boa educação religiosa, tendo sido precocemente instruídos no conhecimento das Escrituras e das profecias relacionadas com a vinda do Messias. É provável, contudo, que não tivessem tido qualquer instrução especial no que dizia respeito à lei sob a tutela de qualquer um dos rabis. Quando Pedro foi levado perante o Sinédrio, foi visto como um “homem sem letras e indouto” (At 4:13).
“Simão era galileu e era-o de alma e coração… Os galileus tinham um carácter vincado e muito próprio. Tinham a reputação de serem independentes e enérgicos, o que, por vezes, os fazia parecerem turbulentos. Eram muito mais francos e transparentes do que os seus irmãos do sul. Relativamente a todos estes aspectos - franqueza, impetuosidade, arrebatamento e simplicidade - Simão era um galileu genuíno. Os galileus falavam um dialecto muito peculiar. Tinham dificuldade em pronunciar sons guturais e mais alguns outros e a sua pronúncia era considerada desagradável na Judeia. O sotaque galileu perseguiu Simão durante toda a sua vida e denunciou-o como discípulo de Jesus, quando estava no átrio do tribunal (Mt 14:70). Denunciou também a sua nacionalidade e a dos que estavam com ele no dia do Pentecostes (At 2:7). “Já era casado antes de se tornar apóstolo. É-nos mencionada a mãe da sua mulher (Mt 8:14; Mc 1:30; Lc 4:38). É provável que a sua mulher o tivesse acompanhado durante as suas viagens missionárias (1Co 9:5; comparar com 1Pe 5:13).
Estava a viver em Cafarnaum, quando Cristo iniciou o seu ministério público e já passava dos trinta anos. A sua casa era suficientemente grande para albergar o seu irmão André, a sua sogra e também Cristo, que parece ter vivido com ele (Mc 1:29, 36; Mc 2:1), assim como a sua própria família. Era uma casa de dois pisos (Mc 2:4).
Em Betânia, para além do Jordão, João Baptista dava o seu testemunho relativamente a Jesus, apelidando-o de o “Cordeiro de Deus” (Jo 1:29-36). Quando João e André ouviram isto, seguiram Jesus e procuraram saber onde ele morava. Ficaram convencidos de que Ele era o Messias, por causa das graciosas palavras que Cristo pronunciou e da autoridade com que falou (Lc 4:22; Mt 7:29); e André foi procurar Simão, trazendo-o a Jesus (Jo 1:41).
Jesus logo aceitou Simão e declarou que, daí em diante, ele passaria a chamar-se Cefas, o nome aramaico que correspondia ao grego Petrus, que significa “um pedaço de pedra tirado da Rocha Viva”. O nome aramaico não volta a aparecer e o nome Pedro substitui gradualmente o antigo nome Simão, embora o Senhor use o nome Simão quando fala com ele (Mt 17:25; Mc 14:37; Lc 22:31; comparar com Lc 21:15-17). Não nos é dita qual a impressão que a primeira entrevista com Jesus produziu na mente de Pedro. Vamos encontrá-lo depois junto ao Mar da Galileia (Mt 4:18-22). Aí, os quatro (Simão, André, Tiago e João) tinham tido uma fraca noite de pesca. Jesus apareceu de repente e, subindo para o barco de Simão, ordenou-lhe que lançasse as redes. Ele assim o fez, apanhando muitos peixes. Foi um milagre feito perante Simão. O aterrado discípulo lançou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, ausenta-te de mim, que sou um homem pecador” (Lc 5:8). Jesus dirigiu-se-lhe com palavras que transmitiam segurança: “Não temas, de agora em diante serás pescador de homens.” Simão respondeu imediatamente ao chamado, tornando-se discípulo, após o que o vemos a dar uma assistência constante ao Senhor.
É depois chamado para o apostolado e torna-se “pescador de homens” (Mt 4:19) nos tempestuosos mares do mundo da vida humana (Mt 10:2-4; Mc 3:13-19; Lc 6:13-16) e tem, cada vez mais, um papel proeminente em todos os acontecimentos importantes da vida de Cristo. É ele que profere aquela notável profissão de fé em Cafarnaum (Jo 6:66-69) e novamente em Cesareia de Filipo (Mt 16:13-20; Mc 8:27-30; Lc 9:18-20). Esta última foi de grande importância e como resposta, o Senhor usa estas palavras memoráveis: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja.”
“Desde então,” Jesus começou a falar dos seus sofrimentos. Pedro repreendeu-o por isso. Mas o Senhor, por sua vez, repreende-o também, usando palavras ásperas e que nunca usara com nenhum dos outros discípulos (Mt 16:21-23; Mc 8:31-33). Perto do fim da sua breve estadia em Cesareia, o Senhor levou Pedro, Tiago e João até uma alta montanha e transfigurou-se perante eles. Pedro, sob o peso da impressão que aquela cena produzira na sua mente, exclamou: “Senhor, bom é estarmos aqui: se queres, façamos três tabernáculos” (Mt 17:1-9).
Ao regressar a Cafarnaum, os colectores das taxas do templo (um didracma, metade de um siclo sagrado) - taxa essa que todos os maiores de 20 anos tinham que pagar - vieram ter com Pedro e lembraram-no de que Jesus ainda não a tinha pago (Mt 17:24-27). O Senhor disse a Pedro que fosse apanhar um peixe no lago e que da sua boca tirasse a quantia exacta para pagar a taxa - um estáter, ou dois meio siclos. “Toma-as,” disse o Senhor, “e paga-lhes por mim e por ti”.
À medida que o fim se aproximava, o Senhor enviou Pedro e João (Lc 22:7-13) à cidade para que preparassem um local onde Ele pudesse celebrar a Páscoa com os seus discípulos. Aí, Pedro foi avisado com antecedência do pecado que mais tarde cometeria (Lc 22:31-34). Acompanhou o Senhor até ao Jardim do Getsemani (Lc 22:39-46), onde ele e os outros dois que tinham também testemunhado a transfiguração puderam entrar com o Senhor. Os outros discípulos permaneceram ao longe. Aí ele passou por uma experiência invulgar. Sob um impulso repentino, cortou a orelha de Malco (Lc 22:47-51), um dos que viera com o grupo que vinha prender Jesus. Seguiu de perto as cenas do julgamento de Cristo (Lc 22:54-61), que culminaram com o seu amargo sofrimento (Lc 22:62).
Vêmo-lo na companhia de João na manhã da ressurreição. Entrou corajosamente no túmulo vazio (Jo 20:1-10) e “viu os lençóis ali postos” (Lc 24:9-12). A ele, o primeiro dos apóstolos, o Senhor ressuscitado se revelou, conferindo-lhe, assim, um sinal da sua honra e mostrando-lhe o quão completamente ele fora reintegrado no Seu favor (Lc 24:34; 1Co 15:5). Lemos depois a singular entrevista que o Senhor manteve com Pedro junto ao Mar da Galileia, onde lhe perguntou três vezes: “Simão, filho de Jonas, amas-me?” (Jo 21:1-19).
Após este incidente, nada mais ouvimos dele, até que aparece com os outros na ascenção (At 1:15-26). Foi ele que propôs que a vaga causada pela apostasia de Judas fosse preenchida. Tem uma acção proeminente no dia do Pentecostes (At 2:14-40). Os eventos desse dia “completaram a mudança que se deu em Pedro e que a dolorosa experiência da sua queda e todo o processo de instrução anterior tinham já iniciado. Ele já não é mais o homem cheio de confiança própria, inconstante e instável, oscilando entre a coragem impetuosa e a timidez vacilante. Era agora um guia em quem se podia confiar, um dirigente da amizade entre os crentes, um pregador intrépido de Cristo em Jerusalém e fora dela. E agora que ele se tornara mesmo Cefas, quase não ouvimos ninguém pronunciar o nome Simão (somente em At 10:5, 32 e At 15:14) e ele passa, finalmente, a ser conhecido como Pedro”.
Após o milagre à porta do templo (At 3), surge a perseguição contra os crentes e Pedro é preso. Defende-se corajosamente a si e aos seus companheiros no Conselho (At 4:19, 20). Uma nova onda de violência contra os cristãos (At 5:17-21) leva todo o corpo de apóstolos para a prisão; mas, durante a noite, são maravilhosamente salvos e são vistos de manhã a pregar no templo. Mais uma vez, Pedro os defendeu perante o Conselho (At 5:29-32) que, “chamando os apóstolos e tendo-os açoitado, os deixou ir”.
Chegara o momento em que Pedro deveria sair de Jerusalém. Após algum tempo em Samaria, ele volta a Jerusalém e relata à igreja que aí está estabelecida os resultados do seu trabalho (At 8:14-25). Aí permanece durante algum tempo e conhece Paulo pela primeira vez após a sua conversão (At 9:26-30; Gl 1:18). Deixa novamente Jerusalém e parte para uma viagem missionária em Lida e Jope (At 9:32-43). É depois chamado a abrir a porta da igreja cristã aos gentios, através da admissão de Cornélio de Cesareia (At 10).
Permaneceu algum tempo em Cesareia, voltando depois a Jerusalém (At 11:1-18), onde defende a sua conduta em relação aos gentios. Voltamos a ouvir falar dele quando Herodes Agripa o coloca na prisão (At 12:1-19); mas, de noite, um anjo do Senhor abre as portas da prisão e ele sai, encontrando refúgio em casa de Maria.
Tomou parte nas deliberações do Conselho em Jerusalém (At 15:1-31; Gl 2:1-10) relativamente às relações dos gentios com a igreja. Este assunto despertara um novo interesse em Antioquia e foi resolvido pelo Conselho dos apóstolos e dos anciãos de Jerusalém. Paulo e Pedro encontram-se novamente aqui.
Não mais se menciona Pedro nos Actos dos Apóstolos. Parece ter ido até Antioquia após o Conselho de Jerusalém, tendo sido acusado de hipocrisia, pelo que foi severamente repreendido por Paulo (Gl 2:11-16), que “lhe resisti na cara”.
Depois vemo-lo a levar o Evangelho até ao leste, tendo trabalhado durante algum tempo em Babilónia, no Eufrates (1Pe 5:13). Não existem provas claras de que alguma vez tivesse estado em Roma. Não se sabe ao certo quando ou onde morreu. Terá morrido entre 64 e 67 DC

O bom combate

Como te roguei, quando parti para a Macedónia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina,
Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé, assim o faço agora.
Ora o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência e de uma fé não fingida.
Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas,
Querendo ser doutores da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.
Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usar legitimamente;
Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas,
Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina,
Conforme o evangelho da glória do Deus bem-aventurado que me foi confiado.
E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus, Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério;
A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e opressor; mas alcancei misericórdia, porque o fiz ignorantemente, na incredulidade;
E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo.
Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
Mas, por isso, alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna.
Ora ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo o sempre! Ámen.
Este mandamento te dou, meu filho Timóteo, que, segundo as profecias que houve acerca de ti, milites por elas boa milícia;
Conservando a fé e a boa consciência, rejeitando a qual alguns fizeram naufrágio na fé,
E entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar.

(1Timóteo 1: 3-20)

JESUS CRISTO - Cristo significa "Ungido" e é a tradução grega de "Messias"

O Salvador do mundo, o Messias. Nos tempos do novo testamento Yeshûa', "Jesus", era um nome comummente atribuído aos rapazes judeus. Expressava a fé dos pais em Deus e na Sua promessa n'Aquele que traria salvação a Israel. O anjo Gabriel instruiu José a dar ao primogénito de Maria este nome, e a razão dada para esta ordem era, "Ele salvará o seu povo dos seus pecados" (Mt 1:21). "Cristo" não era um nome pessoal pelo qual as pessoas O conheciam enquanto esteve na terra, mas um título usado para O identificar como Aquele em quem as profecias messiânicas do Velho Testamento se tinham cumprido. Para aqueles que acreditavam n'Ele como enviado por Deus Ele era o Cristo, isto é, o Messias, o "ungido" por Deus para ser o Salvador do mundo. Quando usados simultaneamente, como em Mt 1:18; Mt 16:20; Mc 1:1, os 2 nomes Jesus e Cristo constituem uma confissão de fé de que Jesus de Nazaré, o Filho de Maria, é de facto o Cristo, o Messias (Mt 1:1; At 2:38). Jesus possuía também o título Emanuel, "Deus connosco", em reconhecimento da Sua divindade e nascimento de uma virgem (Mt 1:23; conforme. Is 7:14; Is 9:6, 7). Cristo designava-se habitualmente "Filho do homem" (Mc 2:10; etc. ), uma expressão nunca usada por outros quando falando sobre ou com Ele. Ao usar este título, que parece ter implicações messiânicas, Jesus acentuava a Sua humanidade, referindo-se a Si mesmo como a Semente prometida de Gn 3:15; Gn 22:18; cf. Gl 3:16. Jesus raramente utilizou o título "Filho de Deus", que realça a Sua divindade (Jo 9:35-37; Jo 10:36), embora tenha várias vezes referido Deus como o Seu Pai (Mt 16:17; etc.). No entanto, o Pai tratou-O por Filho (Lc 3:22; Lc 9:35), e João Baptista (Jo 1:34) e os discípulos (Mt 14:33; Mt 16:16), "Filho de Deus". Jesus afirmava que Deus era Seu Pai de uma maneira especial, e mais tarde o Seu reconhecimento que Ele era o Filho de Deus, permitiu aos judeus garantirem a Sua condenação e morte (Lc 22:70, 71). Gabriel explicou que Jesus seria chamado Filho de Deus em virtude do Seu nascimento em Maria pelo poder do Espírito Santo (Lc 1:35; cf. Hb 1:5), e Paulo declarou que a ressurreição dos mortos O designou "Filho de Deus" em poder (Rm 1:4). Os Seus discípulos frequentemente se dirigiam a Ele como "Mestre" (Mc 4:38; Mc 9:38; etc.), e eventualmente, em reconhecimento da Sua divindade, como "Senhor" (Jo 14:5, 8; Jo 20:28). O termo "filho de David" era uma designação Messiânica popular usada por governantes e pessoas comuns (Mt 12:23; Mt 22:42; Mc 12:35; etc.) como uma expressão que revelava esperança do livramento da opressão política.
CRONOLOGIA DA VIDA DE CRISTO
As datas exactas do nascimento, ministério, e morte de Cristo não são conhecidas mas podem ser determinadas com uma precisão razoável (ver cronologia de personalidades). Com um erro de 4 ou 5 anos ao determinar o ano do nascimento de Cristo, Dionysius Exiguus, um monge Romano do séc. VI, falhou no cálculo dos anos da sua nova era Cristã. Ele colocou o nascimento de Cristo pelo menos 4 ou 5 anos tarde demais. Devido a este factor a data de nascimento deve ser 4 ou 5 a.C.. Com relativa certeza a morte de Herodes pode ser datada no inicio da primavera de 4 a.C., e nessa altura Cristo já deveria ter algumas semanas ou meses de idade (ver Mt 2). Consequentemente, o Seu nascimento pode ser datado no final do outono de 5 a.C. ou no inverno de 5/4 a.C. João Baptista começou a pregar "no décimo quinto ano do reinado de Tibério" (Lc 3:1), um curto espaço de tempo - talvez 6 meses (cf. Lc 1:24,26-31) - antes do baptismo de Jesus, a partir do qual o Seu ministério público se iniciou. Jesus tinha então aproximadamente "trinta anos de idade" (Lc 3:23) e pouco tempo depois foi dito que o Templo tinha sido "edificado em quarenta e seis anos" (Jo 2:20). Falhas no conhecimento presente tornam a coordenação precisa destas datas juntamente com a era Cristã difícil se não mesmo impossível, sendo apenas possível sugerir uma data aproximada para o início do ministério público de Cristo. Tendo em conta todos estes factores, o outono de A.D. 27 parece ser a data que mais está em consonância com estes dados. Com base apenas nos registos dos evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos, e Lucas) pode-se concluir que o ministério de Jesus continuou por pouco mais de um ano, devido ao relato de eventos de apenas 2 Páscoas. João, no entanto, menciona 3 Páscoas (Jo 2:13,23; Jo 6:4; Jo 13:1) e uma não especificada "festa dos judeus" (Jo 5:1). O aprisionamento de João Baptista, ligado a eventos relacionados do ministério de Cristo, ajudam a determinar que esta festa desconhecida era provavelmente também uma Páscoa. Quatro Páscoas tornariam a duração do ministério de Cristo em aproximadamente 3 anos e meio.
VIDA E MINISTÉRIO PÚBLICO
1 - Da Infância à Vida Adulta.
 Jesus nasceu em Belém, cidade de David, a fim de que fosse identificado mais facilmente como o filho de David, e assim o Messias das profecias do Velho Testamento (Lc 2:1-7; cf. Mq 5:2). Foi circuncidado no 8º dia (Lc 2:21), sendo a circuncisão um sinal do concerto e um voto de obediência aos seus requisitos. Jesus nasceu "debaixo da lei" de Moisés e submetido à sua jurisdição (Gl 4:4). Mais tarde José e Maria levaram Jesus ao Templo para a cerimónia da dedicação do primogénito (Lc 2:22-38, 39; conforme Lv 12:1-4). Desde os tempos antigos este ritual era seguido pelos hebreus em reconhecimento da promessa de Deus de dar o Seu primogénito para salvar o povo perdido. No caso de Jesus era um reconhecimento do acto de Deus em dar o Seu Filho ao mundo, e da dedicação do Filho à obra que vinha cumprir. Depois da visita dos magos (Mt 2:1-12), pelos quais Deus chamou à atenção dos lideres da nação judaica para o nascimento do seu filho, José e Maria brevemente se refugiaram no Egipto a fim de escapar à fúria de Herodes (Mt 2:13-18). Ao voltar à Palestina, eles foram divinamente instruídos a fixarem-se na Galileia ao invés da Judeia, provavelmente a fim de evitar o estado de anarquia que prevalecia na Judeia durante o reinado turbulento de Arquelau (Mt 2:19-23; Lc 2:39, 40). Com a idade de 12 anos um rapaz judeu deixava de ser considerado uma criança e passava a ser um jovem. Como um "filho da lei" ele tornava-se pessoalmente responsável em cumprir os requisitos da religião judaica, e esperava-se que participasse nos seus serviços sagrados e festas. De acordo com esta tradição, com a idade de 12 anos Jesus assistiu à Sua primeira Páscoa, onde pela primeira vez deu evidências de uma compreensão da Sua própria relação especial como Pai e da missão da Sua vida (Lc 2:41-50).
2 - Início do Ministério Público
O baptismo de Jesus e unção do Espírito Santo, possivelmente na altura da Festa dos Tabernáculos no outono de A.D. 27, foi para Ele um acto de consagração ao trabalho de toda a Sua vida e que marcou o inicio do Seu ministério (Mt 3:13-17; cf. At 10:38). O Pai publicamente declarou Jesus como o Seu único Filho (Mt 3:17), e João Baptista reconheceu o sinal que lhe tinha sido dado para identificar o Cordeiro de Deus (Jo 1:31-34). Após o Seu baptismo Jesus retirou-se para o deserto a fim de meditar na Sua missão. Aí o tentador O pressionou com tentações concebidas para apelar aos sentidos, ao orgulho, e ao Seu próprio sentido de missão. Antes de poder ensinar os homens Ele próprio tinha de vencer o tentador (Mt 4:1-11; cf. Hb 2:18). Mais tarde Jesus voltou ao Jordão onde João Baptista estava a pregar (Jo 1:28-34), e pouco tempo depois reuniu à sua volta um pequeno grupo de seguidores - João, André, Simão, Filipe e Natanael (Jo 1:35-51). O seu primeiro milagre , em Caná da Galileia (Jo 2:1-11), fortaleceu a sua fé n'Ele como o Messias e deu-lhes uma oportunidade de testificar da sua nova fé a outros.
Ministério na Judeia
Na purificação do Templo na altura da Páscoa na primavera seguinte, uns 6 meses depois do Seu baptismo, Jesus publicamente anunciou a Sua missão de limpar os corações dos homens da corrupção do pecado (Jo 2:13-17). Desafiado pelas autoridades do Templo devido a este acto, Ele apontou secretamente para a Sua morte na cruz como o meio pelo qual se propunha a purificar o Templo do seu corpo (Jo 2:18-22). A visita nocturna de Nicodemos, um conselheiro chefe, deu a Jesus uma oportunidade, no princípio do Seu ministério, de explicar o propósito da Sua missão a um membro do Sinédrio (Jo 3:1-21) que era receptivo. Mais tarde Nicodemos temporariamente frustrou os planos dos sacerdotes para destruir Jesus (cf. Jo 7:50-53). Deixando Jerusalém, Jesus ministrou durante um prolongado período na Judeia (Jo 3:22). As pessoas juntavam-se em grandes multidões para O ouvir, e o nível de popularidade gradualmente mudou de João para Jesus (Jo 4:1). Quando o descontentamento surgiu entre os discípulos de João devido a esta situação (Jo 3:25-26), Jesus, desejando evitar qualquer tipo de mal-entendidos, calmamente cessou o Seu trabalho e retirou-se, durante algum tempo, para a Galileia (Jo 4:1-3). No entanto, Jesus tirou partido desta interrupção no ministério da Judeia para preparar o caminho para o Seu mais tarde bem sucedido ministério em Samaria e na Galileia. Ao voltar a Jerusalém para a Páscoa de A.D. 29 Jesus curou um paralítico no tanque de Betesda no dia de Sábado, provavelmente o pior, e mais famoso, caso ali presente (Jo 5:1-15). Os lideres judeus tinham tido um ano completo para observar Jesus e avaliar a Sua mensagem, e Jesus sem dúvida operou este milagre para os levar a tomar uma decisão visível. Acusado pelos judeus de violar o Sábado, Jesus defendeu-se ao dizer: "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também" (Jo 5:16-18). Eles tinham tido várias provas do seu Messiado: (1) Tinham ouvido, e professado aceitar, a mensagem de João Baptista - e João tinha declarado Jesus como o Filho de Deus (Jo 5:32-35; cf. Jo 1:31, 34). (2) Os muitos milagres que Jesus tinha realizado durante o Seu ministério na Judeia (Jo 2:23), e particularmente a cura do homem paralítico nesse mesmo Sábado, testificavam a Sua afirmação (Jo 5:36). O próprio facto de que Ele estava a fazer as obras de Seu Pai (Jo 5:36; cf. Jo 5:17) testificavam que Ele tinha vindo do Pai. (3) O próprio Pai tinha declarado Jesus como sendo Seu Filho (Jo 5:37, 38). (4) A prova suprema do Messiado de Jesus encontrava-se nos escritos de Moisés que eles professavam aceitar e que seria o seu juiz caso O rejeitassem (Jo 5:39-47).
Os sacerdotes e juizes certamente teriam assassinado Jesus mesmo se o tivessem ousado, mas o sentimento popular era muito forte a Seu favor (cf. Jo 5:16, 18). Eles, no entanto, rejeitaram as Suas alegações e ficaram determinados a tirar a Sua vida numa altura futura (Jo 5:18). A partir daquela altura os autores dos Evangelhos frequentemente mencionavam espiões serem enviados para relatar tudo o que Jesus dizia e fazia, demonstrando que estes sacerdotes e governantes estavam a tentar construir um caso contra Ele (cf. Lc 11:54; Lc 20:20; etc.). Também, nesta altura, Herodes Antipas prendeu João Baptista (Lc 3:19, 20). Estes 2 eventos - a rejeição do Sinédrio e a prisão de João Baptista - marcam o final do ministério na Judeia (Mt 4:12; cf. Jo 7:1). Para evitar conflitos desnecessários com os professores de Jerusalém, Jesus a partir dessa altura restringiu o Seu trabalho principalmente à região da Galileia e, de facto, não voltou a Jerusalém até a Festa dos Tabernáculos um ano e meio depois.
Ministério na Galileia
Os galileus eram menos sofisticados e menos dominados pelos seu lideres do que os judeus da Judeia, e as suas mentes estavam assim mais abertas a receber a verdade. Durante o ministério na Galileia o entusiasmo era tão grande que Jesus era, algumas vezes, obrigado a esconder-Se a fim de evitar que as autoridades romanas tivessem motivos para temer uma insurreição. Por algum tempo parecia que os galileus iam receber Jesus como o Messias. Jesus iniciou o seu trabalho na Galileia em Nazaré, cujas pessoas O conheciam melhor e deveriam estar melhor preparadas para o receber como o Messias (Lc 4:16-30). Na sinagoga no dia de Sábado Jesus explicou-lhes a natureza e o propósito da Sua missão, mas eles recusaram-se a aceitá-Lo e se propuseram a tirar-Lhe a vida.
Abandonando Nazaré, Jesus fez de Cafarnaum o centro da Sua obra na Galileia (Mt 4:13-17). Perto do mar uma manhã Jesus chamou Pedro e André, Tiago e João, para se unirem a Ele como colaboradores e O seguirem a partir desse momento como discípulos a tempo inteiro (Lc 5:1-11; cf. Mt 4:18-22). A popularidade de Jesus rapidamente subiu a um nível que Jesus se sentiu compelido a deixar Cafarnaum por algum tempo e trabalhar noutro local (Mc 1:28, 33, 37, 38). Então Jesus iniciou a Sua primeira viagem pelas cidades e vilas da Galileia, proclamando que o "Reino de Deus" estava "próximo" (Mc 1:14, 15; Lc 4:31, 43). Ao voltar a Cafarnaum, Ele curou o paralítico que foi descido do telhado (Mc 2:1-12). Presente nessa altura para testemunhar o milagre estava uma delegação de "Fariseus e doutores da lei" de todas as partes da Judeia e da Galileia e também representantes das autoridades de Jerusalém (Lc 5:17) que tinham vindo investigar e interferir na Sua obra na Galileia. Ao perdoar e curar o paralítico Jesus deu-lhes provas irrefutáveis que era o poder divino que estava a operar, e que a Sua autoridade era divina (Jc 5:18-24). O fracasso das tentativas de descreditar Jesus era evidenciado pela cada vez maior popularidade que marcava o Seu trabalho (cf. Mc 3:7>>, 8).
Durante o intervalo entre a primeira e a segunda viagem pela Galileia, Jesus ordenou 12 dos seus seguidores para seres apóstolos (Mc 3:13-19). No mesmo dia (ver Lc 6:13-20) Ele discursou o Sermão da Montanha, que era destinado principalmente aos Seus discípulos, mas dado a ouvir a uma grande multidão (Mt 5 a Mt 7). Neste sermão, que pode ser considerado como o Seu discurso inaugural como Rei do reino da graça divina e como o passaporte para o Seu reino, Jesus explanou os seus princípios fundamentais. Pouco tempo depois, Jesus partiu na Sua 2º viagem pela Galileia (Lc 8:1-3), da qual o relatório é mais detalhado do que qualquer uma das outras. No seu decorrer Jesus demonstrou o poder do Seu reino e o seu valor para os homens. Começou em (Lc 7:11-17) e terminou em (Mc 5:21-43) com demonstrações de poder sobre a morte. Jesus também demonstrou o Seu poder sobre a natureza (Mt 8:23-27) e sobre demónios (Mt 12:22-45; Mc 5:1-20). Como o Rei do reino da graça divina, Jesus podia libertar os homens do medo da morte, o medo dos elementos da natureza, e do medo de demónios - que sumarizava os medos populares daquela época.
No decurso desta viagem Jesus deu o Seu sermão a partir do mar (Mt 13:1-53), numa série de parábolas demonstrando os mesmos princípios que tinha ensinado de uma forma mais formal no Sermão da Montanha. Na 3ª viagem pela Galileia Jesus enviou os Doze, dois a dois, a fim de ganhar experiência em evangelismo pessoal (Mt 9:36 a Mt 11:1). Na sua ausência , juntamente com outros discípulos, Ele revisitou Nazaré, onde os seus concidadãos O rejeitaram uma segunda vez (Mc 6:1-6). Esta viagem terminou aproximadamente no tempo da Páscoa na primavera de A.D. 30. A prova de poder divino no milagre dos pães e dos peixes (Mc 6:30-44) foi aceite pelos 5.000 homens presentes como uma evidência indiscutível de que o há muito aguardado Salvador estava entre eles. Aqui estava um homem que podia abastecer exércitos inteiros com comida, que podia curar soldados feridos e ressuscitar os mortos, e que podia conquistar as nações, restaurar o domínio para Israel, e tornar a Judeia no Paraíso terrestre predito pelas profecias antigas. Eles tentaram coroá-Lo, mas Jesus rejeitou (Jo 6:14, 15). Este foi o ponto de viragem do Seu ministério. Após uma noite tempestuosa no mar (Mt 14:22-36) Jesus retornou a Cafarnaum, onde deu o sermão sobre o Pão da Vida (Jo 6:25 a Jo 7:1). O povo que tinha idealizado Jesus como o governante de um reino terrestre compreendeu agora que o Seu era um reino espiritual, e a maioria "voltou atrás e não mais andou com Ele" (Jo 6:66). A opinião pública voltou-se então contra Jesus na Galileia assim como tinha sido na Judeia um ano antes.
5 - Retirada
Jesus nesta altura descontinuou a Sua obra pública para o povo da Galileia. Rejeitado pelos lideres e pelo povo em geral, Ele chegou à conclusão que o Seu trabalho estava rapidamente a chegar ao seu termo. Perante Ele desenhavam-se os contornos das cenas do Seu sofrimento e morte, mas mesmo isso os Seus discípulos não conseguiam compreender. Tal como a generalidade do povo, eles ainda tinham a concepção do Seu reino como sendo um domínio terrestre. Repetidas vezes Jesus discutiu o Seu Messiado e missão com eles numa tentativa de os preparar para o grande desapontamento que eles estavam prestes a experimentar. Em Cesareia de Filipo (Mt 16:13-28), no monte da transfiguração (Mt 17:1-13), e enquanto se dirigiam até lá (Mt 17:22, 23), Ele lhes explicou que como Messias tinha de sofrer e morrer. Também, durante este período, Jesus retirou-se para as regiões não judaicas da Fenícia (Mt 15:21-28), Cesareia de Filipo (Mt 16:13-28), e Decápolis (Mc 7:31 a Mc 8:10), com a finalidade de despertar nos Seus discípulos um sentido de responsabilidade pelos pagãos. A confissão de fé em Cesareia de Filipo (Mt 16:13-20) marcou um importante ponto de viragem no relacionamento dos discípulos com Jesus. A compreensão que eles tinham da Sua missão tinha crescido durante o tempo da sua associação com Ele. Agora, pela primeira vez deram sinais de uma compreensão mais madura e de um apreço por essa missão.
6 - Ministério em Samaria e Pereia
No outono desse ano Jesus, com os seus discípulos, assistiu à Festa dos Tabernáculos (Jo 7:2-13). Esta foi a Sua primeira visita a Jerusalém desde a cura do paralítico no tanque de Betesda e da Sua rejeição pelo Sinédrio 18 meses antes. A questão do Messiado de Cristo estava agora patente na mente das pessoas, que sabiam também da conspiração contra a Sua vida (Jo 7:25-31). Havia uma divisão de opinião bem definida entre os que achavam que Jesus devia ser aceite como o Messias ou condenado à morte (Jo 7:40-44). Quando uma tentativa abortada foi feita para prender Jesus, Nicodemos silenciou os conpiradores (Jo 7:45-53).Outra tentativa foi feita para Lhe preparar uma cilada (Jo 8:3-11). Quando Jesus ensinava no Templo as autoridades judaicas novamente O desafiaram, e Ele em resposta abertamente referiu-se a Deus como Seu Pai e se declarou ser o Enviado de Deus - que resultou na pretensão deles em o apedrejar ali mesmo (Jo 8:12-59). No entanto, Ele escapou (Jo 8:59) e aparentemente voltou brevemente à Galileia antes de partir daí para a Sua última viagem para Jerusalém (cf. Lc 9:51-56).
Nos meses seguintes Jesus trabalhou em Samaria e na Pereia, e durante este tempo enviou os Setenta a realizar a sua missão (Lc 10:1-24). Pouco se sabe acerca da rota que Jesus tomou, mas os relatos de Lucas mencionam as parábolas contadas e as experiências vividas durante este período (Lc 9:51 a Lc 18:34). Jesus procurou nessa altura atrair a atenção pública e mandou mensageiros adiante para anunciar a Sua vinda (Lc 9:52; Lc 10:1). Ele estava a avançar para o cenário do Seu grande sacrifício, e a atenção do povo tinha de ser dirigida para Ele. Durante o Seu ministério na Pereia a multidão mais uma vez se aglomerou ao Seu redor como nos primeiros dias do Seu ministério na Galileia (ver Lc 12:1). 3 meses antes da Páscoa Ele dirigiu-se a Jerusalém para assistir à Festa da Dedicação (Jo 10:22). Mais uma vez, as autoridades O acossaram no Templo, exigindo, "Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente." (Jo 10:24). Após uma breve discussão os judeus uma vez mais pegaram em pedras para O apedrejar por se fazer passar por Deus (Jo 10:25-33). Pouco tempo depois procuraram prendê-lo, mas mais uma vez Ele escapou das suas mãos e voltou à Pereia (Jo 10:39, 40). A morte de Lázaro poucas semanas antes da crucificação trouxe Jesus de volta brevemente à proximidade de Jerusalém para o Seu supremo milagre, que foi efectuado na presença de um número de líderes judeus e que providenciou mais uma vez um prova irrefutável que os sacerdotes não podiam interpretar mal ou negar (ver Jo 11:1-44). Este milagre atestou o selo de Deus ao trabalho de Jesus como Messias, mas ao ser relatado aos líderes em Jerusalém (Jo 11:45, 46), eles determinaram afastar Jesus do caminho na primeira oportunidade que tivessem (Jo 11:47, 53). Esta prova de poder sobre a morte era a prova suprema de que na pessoa de Jesus, Deus tinha, de facto, enviado o Seu Filho ao mundo para a salvação dos homens do pecado e da sua pena, a morte. Os saduceus, que negavam a vida depois da morte, estavam agora indiscutivelmente alarmados, e unidos com os fariseus numa determinação firme para silenciar Jesus (cf. Jo 11:47). Sem o desejo de apressar a crise antes da altura certa, Jesus retirou-se mais uma vez de Jerusalém durante algum tempo (Jo 11:54).
7 - Ministério Final em Jerusalém
Poucas semanas após a ressurreição de Lázaro, Jesus mais uma vez se dirigiu a Jerusalém. Descansando em Betânia no Sábado (ver Jo 12:1), Ele foi recebido na casa de Simão (Mt 26:6-13; cf. Lc 7:36-50). Aproximadamente nessa altura Judas foi ao palácio do sumo-sacerdote com uma oferta para lhes entregar Jesus (Mt 26:14, 15). No Domingo Jesus entrou triunfalmente em Jerusalém, manifestando publicamente ser o Messias-Rei (Mt 21:1-11). A alegria das pessoas que tinham vindo a Jerusalém para assistir à Páscoa foi estimulada até ao pico mais alto em que O aclamaram como rei. Os discípulos de Jesus sem dúvida tomaram a Sua aceitação desta homenagem como prova de que as suas esperanças estavam prestes a ser cumpridas, e a multidão acreditava que a hora da sua emancipação dos romanos estava próxima. Jesus compreendeu que esta atitude o levaria à cruz, mas era Seu propósito dessa maneira chamar publicamente a atenção de todos para o sacrifício que estava prestes a cometer. Na segunda-feira Ele limpou o Templo uma segunda vez (Mt 21:12-16), assim repetindo no final do seu ministério o mesmo acto pelo qual ele tinha iniciado o Seu trabalho 3 anos antes. Esta atitude constituiu um desafio directo à autoridade dos sacerdotes e governantes. Quando eles contestaram o Seu direito a agir daquela forma - "Com que autoridade fazes tu estas coisas?" (Mt 21:23) - Jesus respondeu de uma forma tal que revelou toda a sua incompetência em avaliar as Suas credenciais como Messias (Mt 21:24-27). Através de uma série de parábolas (Mt 21: 28 a Mt 22:14) Ele descreveu a direcção que os lideres Judeus estavam a seguir ao rejeitarem-No como o Messias, e nas Suas respostas a uma série de questões que eles lhes colocaram (Mt 22:15-46) refutou os Seus críticos de uma forma tal que nenhum deles ousou questioná-Lo novamente (Mt 21:46).
Após publicamente ter exposto o carácter corrupto dos escribas e dos fariseus, Jesus afastou-se do Templo para sempre (Mt 23), declarando, "Eis aí abandonada vos é a vossa casa" (Mt 23:38), uma vez que apenas no dia anterior Ele se tinha referido ao Templo como a "minha casa" (Mt 21:13). Com esta declaração Jesus deserdou a nação judaica do concerto que a ligava a Deus. Ele tomou o "reino de Deus" da posse dos judeus a fim de o poder dar a "um povo que dê os seus frutos" (Mt 21:43). Nessa noite Jesus retirou-se juntamente com 4 dos seus discípulos (Mc 13:3) para o Monte das Oliveiras, onde sublinhou o que se iria passar antes do estabelecimento do Seu reino visível na terra (Mt 24; Mt 25). A quarta-feira da Semana da Paixão foi passada por Jesus em privacidade com os Seus discípulos. Na quinta-feira à noite Ele celebrou a Páscoa com eles, ao mesmo tempo instituindo a ordenança da Ceia do Senhor (Lc 22:14-30; Mt 26:26-29; Jo 13:1-20). Depois da ceia Ele procurou aconselhá-los activamente em relação ao futuro e à Sua eventual volta (Jo 14 a Jo 16). Assim que Ele entrou no Jardim do Getsémani o peso dos pecados do mundo caíram sobre Ele (Mt 26:37) e aparentemente estava-Lhe vedado o acesso à luz da presença do Pai, experimentando o resultado do pecado que é a eterna separação de Deus. Torturado pelo medo de que Ele podia ser separado para sempre do amor do Pai, que na Sua humanidade Ele podia não suportar o sofrimento que se avizinhava, e de que seria rejeitado por aqueles que tinha vindo salvar, Ele foi tentado a abandonar a Sua missão e deixar a raça humana sofrer as consequências (cf. Mt 26:39, 42). No entanto Ele bebeu a taça do sofrimento até a ultima gota. Na altura em que Ele desfalecia, recebendo o sofrimento da morte para cada homem, um anjo vindo do céu O fortaleceu a fim de suportar as horas de tortura que se aproximavam (Mt 26:30-56; Lc 22:43).
Nessa noite Jesus foi preso, e na manhã seguinte Ele apareceu primeiro perante as autoridades (Jo18:13-24; Mt 26:57-75; Lc 22:66-71), e mais tarde perante Pilatos (Jo 18:28 a 19:6) e perante Herodes (Lc 23:6-12). Jesus foi condenado à morte pelos judeus, e a sentença recebeu a relutante ratificação do procurador romano. Nesse mesmo dia Jesus foi conduzido para ser crucificado (Jo 19:17-37). Pela Sua morte na cruz Jesus pagou o preço do pecado e sustentou a justiça e misericórdia de Deus. Aos pés da cruz o egoísmo e ódio do ser criado que aspirou ser igual a Deus mas que ignorou Deus ao ponto de matar o Filho de Deus, esteve face a face com o amor altruísta do Criador, que se interessou tanto pelos seres que tinha criado que tomou a natureza de um escravo e morreu a morte de um criminoso a fim de os salvar da sua maldade (ver Jo 3:16). A cruz demonstrou que Deus podia ser ao mesmo tempo misericordioso e justo quando perdoou aos homens os seus pecados (cf. Rm 3:21-26). A morte de Jesus na cruz ocorreu sensivelmente na altura do sacrifício da tarde na sexta-feira, e a Sua ressurreição ocorreu no domingo seguinte de manhã (Mt 27:45-56; Mt 28:1-15). Depois da sua ressurreição Jesus tardou na terra durante algum tempo a fim de que os Seus discípulos se pudessem familiarizar com Ele como um Ser glorificado. As Suas aparições (Lc 24:13-45; Jo 20:19-21, 25; etc.), autentificavam a ressurreição. Quarenta dias depois Ele ascendeu ao Pai, assim terminando o seu ministério terrestre (Lc 24:50-53). "Eu subo para meu Pai e vosso Pai", foram as Suas palavras (Jo 20:17). A sua ordem antes da partida era a de que os Seus seguidores proclamassem as boas novas do evangelho a todo o mundo (Mt 28:19, 20). A certeza de que Jesus tinha realmente saído do túmulo e tinha ascendido ao Pai (Lc 24:50-53) deu um poder dinâmico ao evangelho à medida que os apóstolos o proclamavam a todo o mundo conhecido na sua geração (ver At 4:10; 2Pe 1:16-18; 1Jo1:1-3).
( Seventh-Day Adventist Bible Dictionary )