rede gospel
domingo, 13 de dezembro de 2015
Filha sonha, anota em bíblia e mãe no DF aposta mesmos números na Mega
Uma apostadora do Distrito Federal joga as mesma seis dezenas na Mega-Sena há mais de três anos. A cuidadora de crianças Ana Lúcia Oliveira passou a arriscar nos mesmos números após uma "premonição" da filha. Ela ainda não ganhou, mas insiste no prêmio quase toda semana.
“Um dia minha filha sonhou com seis números, acordou e anotou na minha bíblia. Eu já tinha até trocado de bíblia, mas uns três anos atrás decidi procurá-la para insistir naqueles números”, afirmou a moradora de Brazlândia, um núcleo rural do Distrito Federal com cerca de 50 mil habitantes. “Uma hora vai dar.”
Evangélica, a mulher de 45 anos disse não ser supersticiosa. “Não faço mandinga, nem acredito nessas coisas. Mas se eu tento sempre esses números, se eu bato sempre nessa mesma tecla é porque uma hora vai dar”, brincou.
No dia em que tem certeza de que vai ganhar, Ana Lúcia pretende sacar o dinheiro e fazer mudanças na rotina da família. A bolada vai servir para comprar um carro e uma casa. “Eu também ajudaria na faculdade da minha filha. Ela estudava serviços sociais, mas parou porque a região é muito violenta.”
Boa parte dos jogos de Ana Lúcia são feitos na lotérica União, em Brazlândia. Lá passam cerca de 500 clientes por dia. Foi desse local que saiu uma das quatro apostas vencedoras da Mega da Virada do ano passado. O grupo dividiu R$ 263,29 milhões. Foi a terceira vez que alguém da capital federal ganha a Mega Sena de fim de ano desde 2009, quando o prêmio passou a existir.
g1.com
Coral gospel com 8 mil membros entra para o Guinness
O coral da Church of God International [Igreja Internacional de Deus] nas Filipinas quebrou o recorde de maior apresentação de um coral gospel. Na capital Manila reuniram-se 8.688 cantores e cantoras.
Com isso, entraram para o Livro Guinness dos Recordes. O antigo recorde era de uma igreja que reuniu 4.745 cantores.
Os filipinos cantaram louvores a Deus durante 15 minutos no centro de eventos Araneta Coliseum, que estava lotado com um público ávido para testemunhar o recorde. O coral foi acompanhado por uma orquestra completa.
Interpretou as músicas “Louvado seja o Nome”, “Aleluia, amém”, e “Enriqueça o Espírito,” todas composições originais do regente do coral, Normal Caraballo Rueda.

Um detalhe chama atenção, os juízes oficiais, que estavam presentes no local ficaram tão tocados pela apresentação que foram às lágrimas. Fato noticiado pelo Twitter do Guinness.
A quebra do recorde foi parte das comemorações do aniversário de 35 anos do ministério The Old Path da igreja. Todo o dinheiro arrecadado no evento, três milhões de pesos filipinos (cerca de 240 mil reais) foi doado para o trabalho com deficientes físicos.
Christian Today
Assista:
sábado, 12 de dezembro de 2015
Como Lidar Com o Sofrimento- Paulo Junior
Pregação do Pr. Paulo Junior com o tema ”Como Lidar Com o Sofrimento”.
Achado arqueológico pode mudar construção do 3º Templo
Um pedaço de argila com mais de mil anos de idade pode mudar os
preparativos para a construção do 3º Templo. Trata-se do fragmento de um
jarro encontrado em escavações no Monte do Templo que apresenta uma
menorá pode encerrar séculos de debate sobre o desenho original do
candelabro principal do Templo.
Coincidindo com a celebração do Hanukkah, quando judeus do mundo todo lembram a reconquista de seu templo, a descoberta está sendo comemorada. Segundo os arqueólogos, analisando o tipo de argila e textura do caco, conclui-se que é do período de domínio bizantino sobre Jerusalém (324-640 dC).
Embora o desenho da menorá esteja incompleto, pois é apenas um fragmento do original, os especialistas acreditam que era uma representação do Templo.
Esse simples caco pode “lançar luz sobre um antigo debate sobre a aparência da menorá que ficava no Heikal (salão) do Primeiro e do Segundo Templos”, comemora Zachi Dvira, co-fundador e diretor do Sifting Project [Projeto Peneira].
Esse projeto é coordenado pela Universidade Bar-Ilan e a Fundação Cidade de Davi. Desde 1999, analisa todo o material dos mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo e despejados em um vale, perto da Cidade Velha de Jerusalém.
Os muçulmanos – que desde 1967 têm a posse do Monte do Templo – cavaram o local para construções e não permitiram que os judeus tivessem acesso. Obviamente, sua intenção era evitar que achados arqueológicos eliminassem toda a dúvida que naquele local Salomão e Herodes construíram os templos sagrados do judaísmo. Mas os arqueólogos descobriram onde a terra foi jogada e nos últimos 15 anos, cerca de 50% da terra retirada do local sagrado já foi analisada.
Por que a forma é importante?
A descrição da menorá pode ser encontrada no livro do Êxodo (25: 32-40). Embora a Bíblia instrua que os materiais deveriam ser usados, a forma da menorá não é especificada. A versão mais comum de representação é com os ramos curvos. Este, inclusive, é o brasão nacional do Israel moderno.
O fragmento mostra claramente um menorá com os ramos em linha reta. Sua base só pode ser vista parcialmente, mas os arqueólogos acreditam que ela possuía três pernas (duas angulares e uma linha reta).
O Instituto do Templo, instituição religiosa que se dedica a preparar a construção do Terceiro Templo já produziu mais de 70 objetos sagrados, incluindo as peças usados no culto e as vestes do sumo-sacerdote. Tudo segue rigorosamente os relatos da Torá (Antigo Testamento) e a tradição dos rabinos.

O candelabro feito com quase 50 kg de ouro está exibido ao público
perto do Muro das Lamentações. Seu custo aproximado foi 3,2 milhões de
dólares. Porém, as hastes são curvas. Como para os rabinos para que os
sacrifícios feitos no Terceiro Templo tenham valor, precisam reproduzir
rigorosamente os utensílios do Templo de Salomão. Até o momento, ninguém
do Instituto do Templo se manifestou sobre o achado desta semana. Com informações de Breaking Israel News
Coincidindo com a celebração do Hanukkah, quando judeus do mundo todo lembram a reconquista de seu templo, a descoberta está sendo comemorada. Segundo os arqueólogos, analisando o tipo de argila e textura do caco, conclui-se que é do período de domínio bizantino sobre Jerusalém (324-640 dC).
Embora o desenho da menorá esteja incompleto, pois é apenas um fragmento do original, os especialistas acreditam que era uma representação do Templo.
Esse simples caco pode “lançar luz sobre um antigo debate sobre a aparência da menorá que ficava no Heikal (salão) do Primeiro e do Segundo Templos”, comemora Zachi Dvira, co-fundador e diretor do Sifting Project [Projeto Peneira].
Esse projeto é coordenado pela Universidade Bar-Ilan e a Fundação Cidade de Davi. Desde 1999, analisa todo o material dos mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo e despejados em um vale, perto da Cidade Velha de Jerusalém.
Os muçulmanos – que desde 1967 têm a posse do Monte do Templo – cavaram o local para construções e não permitiram que os judeus tivessem acesso. Obviamente, sua intenção era evitar que achados arqueológicos eliminassem toda a dúvida que naquele local Salomão e Herodes construíram os templos sagrados do judaísmo. Mas os arqueólogos descobriram onde a terra foi jogada e nos últimos 15 anos, cerca de 50% da terra retirada do local sagrado já foi analisada.
Por que a forma é importante?
A descrição da menorá pode ser encontrada no livro do Êxodo (25: 32-40). Embora a Bíblia instrua que os materiais deveriam ser usados, a forma da menorá não é especificada. A versão mais comum de representação é com os ramos curvos. Este, inclusive, é o brasão nacional do Israel moderno.
O fragmento mostra claramente um menorá com os ramos em linha reta. Sua base só pode ser vista parcialmente, mas os arqueólogos acreditam que ela possuía três pernas (duas angulares e uma linha reta).
O Instituto do Templo, instituição religiosa que se dedica a preparar a construção do Terceiro Templo já produziu mais de 70 objetos sagrados, incluindo as peças usados no culto e as vestes do sumo-sacerdote. Tudo segue rigorosamente os relatos da Torá (Antigo Testamento) e a tradição dos rabinos.

Candelabro para o Terceiro Templo
sábado, 5 de dezembro de 2015
Em desabafo, pastor convoca cristãos a combaterem a corrupção: “É um crime que mata”; Assista
O estupor dos cidadãos de bem brasileiros com a dimensão das práticas
de corrupção no país vem se tornando tão grande quanto o número de
escândalos revelados diariamente na imprensa. A sensação presente na
sociedade é de que é chegado o momento de se posicionar com firmeza e
tolerância zero para esse tipo de crime.
Dentro desse cenário, o reverendo presbiteriano Hernandes Dias Lopes publicou um vídeo com uma análise do potencial de dano que os crimes de corrupção possuem, e chamou a atenção para o fato de que as consequências para um ato de mal uso, ou desvio, do dinheiro público, podem ser inúmeras e diversas.
Dentro desse cenário, o reverendo presbiteriano Hernandes Dias Lopes publicou um vídeo com uma análise do potencial de dano que os crimes de corrupção possuem, e chamou a atenção para o fato de que as consequências para um ato de mal uso, ou desvio, do dinheiro público, podem ser inúmeras e diversas.
Orla é disputada por evangélicos e umbandistas para evento
Dois eventos religiosos tentavam ocupar a Orla da Pajuçara, em Maceió
(AL), no dia 8 de dezembro. De um lado os representantes do Coletivo
Religioso de Matriz Africana que todos os anos comemoram na data o Dia
de Iemanjá. De outro lado os evangélicos que queriam o espaço para
realizar o evento “Maceió de Joelhos”.
A briga pelo espaço foi parar na justiça quando o grupo de evangélicos resolveu acionar o Ministério Público. Na Assembleia Legislativa a decisão foi criticada pelo deputado Pastor João Luiz (DEM) que pediu bom senso aos seus irmãos de religião.
“Estou aqui em nome do bom senso. Apelo aos evangélicos que retirem essa questão da Justiça e deixem as religiões de matriz africana realizarem suas manifestações no dia que é reservado a elas”, afirmou.
A briga pelo espaço foi parar na justiça quando o grupo de evangélicos resolveu acionar o Ministério Público. Na Assembleia Legislativa a decisão foi criticada pelo deputado Pastor João Luiz (DEM) que pediu bom senso aos seus irmãos de religião.
“Estou aqui em nome do bom senso. Apelo aos evangélicos que retirem essa questão da Justiça e deixem as religiões de matriz africana realizarem suas manifestações no dia que é reservado a elas”, afirmou.
domingo, 29 de novembro de 2015
Governador de Goiás visita Templo de Salomão
O governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), esteve no
último domingo (23) em São Paulo visitando o Templo de Salomão. Além de
conhecer o megatemplo, ele participou do culto e foi convidado pelo
bispo Edir Macedo para um café da manhã.
A visita do político foi acompanhada por Marcos Pereira, presidente nacional do PRB e líder político da Igreja Universal no Brasil. Além dele o diretor da TV Record Goiás, Luciano Ribeiro Neto também participou do encontro.
A visita do político foi acompanhada por Marcos Pereira, presidente nacional do PRB e líder político da Igreja Universal no Brasil. Além dele o diretor da TV Record Goiás, Luciano Ribeiro Neto também participou do encontro.
Escola cristã oferece refúgio para crianças indígenas
Em um país da América Latina, não divulgado por questões de
segurança, uma escola cristã tem servido como refúgio para crianças
indígenas cuja as famílias estão se convertendo.
Segundo informações da Portas Abertas,
as comunidades indígenas desprezam os novos cristãos e as escolas
passam a ridicularizar os estudantes cristãos, uma discriminação que
parte dos estudantes e também dos professores.
Foi diante deste cenário que um homem cristão resolveu criar uma
escola cristã na região. As autoridades locais se levantaram contra o
projeto, mas o homem conseguiu enfrentar as barreiras e abrir as portas
do espaço onde as crianças passarão a ser educadas sem sofrerem
perseguição.
Como o Estado não aceitou ajudar com os salários dos professores, o
cristão contou com o apoio da Portas Abertas que ofereceu ajuda
financeira para o projeto.
Obreiros cristãos foram chamados para ajudar com os alunos e assim o
projeto da escola foi tomando forma e pode iniciar as atividades.
Outra forma de tornar a escola viável foi reunir os pais dos alunos
em um projeto agrícola voltado para a produção de café orgânico. Com o
dinheiro arrecadado com a venda do produto foi possível pagar o salário
dos novos professores contratados para ampliar o trabalho da escola.
Até que a escola tenha condições de se sustentar sozinha, o
ministério Portas Abertas estará enviando recursos financeiros para a
manutenção desse projeto.
Hoje a escola, que completou dois anos de atividades, recebe 42 alunos entre 4 e 14 anos.

















