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sábado, 6 de outubro de 2012

Estudo Doutrinario>> Jesus Tornou Leves as “Cargas Pesadas”

Jesus disse a respeito dos escribas e fariseus: “Amarram cargas pesadas e as põem nos ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos nem a movê-las com o dedo.” (Mateus 23:4) Em evidência de quão verazes eram essas palavras, lemos o seguinte em A Dictionary of the Bible (Dicionário da Bíblia), editado por James Hastings:

“Os escribas não eram filósofos; eram intérpretes da Lei sagrada. . . . Cada aspecto da vida era regulado por ela. . . . Cada mandamento bíblico era cercado por um emaranhado de regulamentos menores. Não se tomava em consideração mudanças de situação; exigia-se inexoravelmente de cada judeu obediência plena à Lei em todos os seus pormenores. Aos preceitos da Lei Escrita foram acrescentados os da ‘Halaca’, ou Lei Tradicional, que foram transmitidos de geração em geração como tesouro sagrado, e, por fim, incorporados ao Talmude. . . . Fez-se assim uma tentativa de englobar na Lei cada caso concebível, e regular com uma lógica desapiedada toda a conduta humana por meio de estritas normas empíricas. Pormenores legais se multiplicaram até que a religião se tornou negócio, e a vida, um fardo insuportável. Os homens foram reduzidos a autômatos morais. A voz da consciência foi sufocada; o poder vivo da palavra Divina foi neutralizado e suprimido sob um conjunto infindável de normas.

Daí a acusação de nosso Senhor contra os fariseus, de que, por meio de suas tradições, haviam invalidado a Lei.” Quão animador deve ter sido para as pessoas humildes e sinceras saber que o Filho de Deus não encarava desse modo a adoração! Quão deleitosas devem ter sido para elas as palavras: “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas. Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve”! — Mateus 11:28-30.


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Musicas>> Fogo de Sião lança novo site

Fogo de Sião lançou na última semana o novo site da banda. A principal novidade do canal é o single “Promessas”, também recentemente divulgado, que está liberado para download no home do site. A canção fala sobre a graça de Deus onde, como filhos e filhas, Ele nos presenteou com todas as bênçãos.
No site você adquire os produtos da banda, fica sabendo das novidades e conhece mais sobre os projetos sociais dos quais a banda faz parte.
“O novo site do FOGO DE SIÃO tem como principal objetivo reunir todas as ferramentas em uma só: o próprio site, Facebook, Twitter, Flickr, Youtube e Soundcloud. Além disso, o site é adaptável e compatível com qualquer plataforma, seja Blackberry, Windows, Android ou IOS e também qualquer navegador (Chrome, Firefox, Internet Explorer, Opera e etc)”. Uma forma de abençoar e ser abençoado com um site de qualidade oferecendo o melhor ao nosso Deus. Nós somos veículos de comunicação do amor do Pai”, comenta Flávio A. Lemos, vocalista da banda.

A banda
Flávio Lemos, hoje vocalista no Ministério FOGO DE SIÃO, morou uma temporada na Argentina para jogar futebol buscando realizar o seu sonho. Este foi um tempo de muito aprendizado. Lá ele estava, mas seu coração queimava por mais Deus. Em 1998, o jovem volta para Brasil com algo especial no coração, o desejo de viver e ser usado para realizar os sonhos de Deus e não mais o seu proprio sonho. Ele estava disposto a viver novas experiências com o Senhor. Alguns anos depois, em 2003, nasce o Ministério FOGO DE SIAO com integrantes que também estavam dispostos a concretizar esta obra de Deus.

gospelprime / jesusfiel.com

Pregações>> Gideões 2012 - Pr. Marco Feliciano

Uma saudação antes do momento da oferta.
30º Congresso Internacional de Missões 
( Gideões Missionários da Última Hora. )









Noticias>> Não piche seu corpo, diz Hernandes Dias Lopes sobre tatuagens

O pastor Hernandes Dias Lopes usou o Facebook para mostrar sua opinião a respeito de tatuagens e piercings, dizendo que o corpo é templo do Espírito Santo e que por isso não deve ser “pichado”.

“Não piche seu corpo, ele é templo do Espírito Santo”, escreveu ele no título da mensagem. Conhecido e respeitado em todo o Brasil, o líder da Igreja Presbiteriana de Vitória explica seu posicionamento sobre o tema lembrando o sacrifício de Cristo na cruz.

“Sem entrar no mérito da origem e da filosofia que estão por trás dessas práticas, vale destacar que o nosso corpo não nos pertence. Ele foi comprado pelo sangue de Cristo e devemos glorificar a Deus no nosso corpo”, disse.

“O nosso corpo é o santo dos santos onde o Espírito Santo habita. O que é relevante não é você fazer uma tatuagem de Cristo no peito, mas ter peito para viver para a glória de Jesus no mundo. Não piche o templo do Espírito Santo!”

O tema sempre foi polêmico e divide a opinião entre pastores e líderes evangélicos. Para Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, a tatuagem é “uma coisa satânica”, mas para o pastor Silas Malafaia trata-se apenas de um “costume social”.

gospelprime / jesusfiel.com

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Noticias>> “Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil”, diz Rivaldo

O jogador Rivaldo concedeu uma entrevista para o site do Portas Abertas lembrando do tempo em que esteve jogando pelo Bunyodkor, time de Uzbequistão, o 9º país de maior perseguição contra cristãos.
Na entrevista ele relembra os momentos que passou naquele país e como percebeu que falar de Jesus publicamente era proibido. “Teve um episódio, em que ganhamos a copa do Uzbequistão e usei uma camisa com os dizeres ‘Jesus number 1′ (Jesus, número 1) quando vi no site, eles haviam apagado o nome “Jesus” e falaram que não poderia mais fazer aquilo”.
Assim que se mudou para Uzbequistão, Rivaldo que é cristão tentou fazer alguns cultos em casa, mas acabou sentindo no coração o desejo de frequentar uma igreja local. Na entrevista ele relata que não só ele como outros jogadores brasileiros também passaram a congregar com cristãos uzbequistaneses.
Foi com este contato que ele pode perceber como é difícil ser cristão em um país de maioria muçulmana. “Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil, para mim não foi tão difícil por ser uma pessoa conhecida, mas para eles, é duro”, diz.

Leia a entrevista na íntegra:

Rivaldo, você tem conhecimento sobre a perseguição e intolerância religiosas?
Com certeza.
Você já ouviu falar da Portas Abertas durante suas passagens por diversos países, principalmente no período que morou no UZBEQUISTÃO jogando pela Bunyodkor? O que conheceu da Portas Abertas nestes locais?
 Tive conhecimento pela internet. Foi pelo site da Portas Abertas que fiquei sabendo que o Uzbequistão era o 9º país mais perseguido do mundo.
O que conheceu da igreja no UZBEQUISTÃO, pois o país ocupa o 9º lugar na Classificação de Países por Perseguição? Teve contato com os cristãos locais?
Quando cheguei lá, comecamos a fazer culto em casa, mas, senti em meu coração que deveria participar de uma igreja local, que eu deveria ser testemunha de Jesus aos uzbeques, e foi o que fiz, eu e todos os brasileiros começamos a participar de uma igreja local. Foi um tempo maravilhoso!
Você já foi proibido de expressar sua fé publicamente?
Fui, e no Uzbequistão, mesmo. Teve um episódio, em que ganhamos a copa do Uzbequistão e usei uma camisa com os dizeres “Jesus number 1” (Jesus, número 1) quando vi no site, eles haviam apagado o nome “Jesus” e falaram que não poderia mais fazer aquilo, mas continuei fazendo. Não por palavras mas por atitudes.
O que sentiu por ser cristão em um país de maioria muçulmana? Teria algum testemunho relacionado à restrição religiosa para compartilhar?
Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil, para mim não foi tão difícil por ser uma pessoa conhecida, mas para eles, é duro. Sei que Jesus nos levou até lá para sermos luz, testemunhas vivas. O mais emocionante foi ter convivido com cristãos locais. Ver a alegria deles por estarmos lá… A esperança de que Jesus não tinha se esquecido deles.
O que você acredita ser a maior necessidade para a minoria cristã no Uzbequistão?
Liberdade de expressar sua fé. Liberdade de ouvir um louvor. Liberdade de ler a palavra de Deus.
Você já tentou aproximação para falar do amor de Deus para jogadores de outras religiões? Qual foram as reações?
Respeito muito as pessoas, não sou aquela pessoa de impor a minha opinião. Falo de Jesus através das minhas atitudes, e da minha maneira de ser. E sei que muitos deles foram impactados.
Em quais situações você acha que se deve abrir mão de professar publicamente sua fé?
Tenho certeza de que em nenhum momento. Nunca negarei a Jesus. É por Ele e para Ele que vivo.

gospelprime / jesusfiel.com

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Reflexões>> O Que Está Aguardando do Lado de Fora do Muro

Neemias é conhecido como o homem que liderou a reconstrução das muralhas de Jerusalém. Israel estava sob cativeiro quando Deus agitou o coração de Neemias em relação a essa nobre obra. E quando Neemias pediu ao rei persa que lhe permitisse retornar a Jerusalém para esse propósito, Deus moveu o coração do rei para conceder seu pedido.
Uma alegria incontrolável inundou o coração do povo quando a gloriosa reconstrução foi terminada. Eles realizaram uma cerimônia de dedicação com o sacerdote Esdras lendo a Lei em voz alta – um evento que durou o dia todo. À medida que os israelitas iam ouvindo, seus corações se derretiam sob convencimento (da parte de Deus), e caíram de joelhos em arrependimento e adoração.
Eis um momento importante na história de Israel – um motivo para grande celebração e ações de graças genuínas. Os símbolos da presença de Deus entre Seu povo tinham sido restaurados – e o coração das pessoas foi renovado em fidelidade e gratidão.
Deve ter sido um momento gratificante para Neemias, que servira como líder e capitão de Israel durante o cativeiro. Contudo sua obra não terminou naquele dia. Até mesmo naquele momento maravilhoso, uma verdadeira ameaça a Israel permanecia tanto do lado de dentro, como do lado de fora dos muros.
Ao caminhar pela cidade no sábado, Neemias notou algo que o deixou atônito
“Naqueles dias vi que em Judá alguns trabalhavam nos tanques de prensar uvas no sábado e ajuntavam trigo e o carregavam em jumentos, transportando-o com vinho, uvas, figos e todo tipo de carga. Tudo isso era trazido para Jerusalém em pleno sábado” (Neemias 13:15).
Neemias ficou pasmo com o que presenciava: pessoas se ocupavam fazendo vinho, negociantes gritavam fazendo pedidos, jumentos entravam e saiam carregando cargas de grãos. E tudo isso estava acontecendo no dia que Deus designara para descanso e adoração. O foco do povo não estava na comunhão com Deus – não havia adoração, gratidão ou sacrifícios de louvor – mas somente nas coisas de seu dia a dia.
Posso ouvir as palavras dos profetas correndo na mente de Neemias: “Meu povo se esqueceu de mim por inumeráveis dias”, “Meu povo é inclinado a desviar-se”. Neemias então entrou rapidamente em ação correndo para os líderes da cidade. “Então contendi com os nobres de Judá, e lhes disse: Que mal é este que fazeis, profanando o dia de sábado?” (13:17).
Neemias viu algo que aqueles homens não viram: o povo de Deus rapidamente voltava para as coisas que os haviam roubado de sua vida espiritual no começo. Neemias disse a eles, “Porventura não fizeram vossos pais assim, e não trouxe nosso Deus todo este mal sobre nós e sobre esta cidade? Contudo vós ainda aumentais a ira sobre Israel, profanando o sábado” (13:18).
É importante entender o quão importante o sábado era para Israel. Ele constituía o centro de seu relacionamento com Deus. Através dessa ordenança santa, Deus estava declarando, “Separei um dia inteiro para Me regozijar e estar com Meu povo. Quero caminhar com ele em intimidade, como fiz com Adão e Eva no jardim. Meu sábado é a culminação de seus dias – um tempo para ser gasto em Minha presença e para reorientar seus corações”.
Agora, esse povo abençoado estava profanando o convite de Deus. Neemias colocou um fim nisso imediatamente: “E sucedeu que, ao começar a fazer-se escuro nas portas de Jerusalém, antes do sábado, eu ordenei que elas fossem fechadas, e mandei que não as abrissem até passar o sábado e pus às portas alguns de meus moços, para que nenhuma carga entrasse no dia de sábado” (13:19).
Eis aqui a realidade espiritual por trás do que Neemias estava fazendo: ele tinha identificado as forças que impediam que o povo de Deus fosse livre. Uma geração anterior em Israel também tinha sido grandiosamente abençoada por Deus, mas eles, também, “se esqueceram de Deus” e viveram segundo os próprios desejos. Isso causou todo tipo de dificuldade e conduziu-os direto ao cativeiro persa. Neemias viu que a história estava prestes a se repetir, e isso colocou medo em seu coração.
O que esse homem piedoso viu tem um significado direto para o povo de Deus hoje. Pense sobre isso: fomos salvos por nosso Redentor; fomos purificados, santificados e consagrados para Seus propósitos; e Ele construiu muralhas santas em volta de nós para nos conservar em Seu Espírito.
Mas eis o que está aguardando do lado de fora dos muros: “Então os negociantes e os vendedores de toda sorte de mercadorias passaram a noite fora de Jerusalém” (13:20). Aqueles negociantes que faziam negócios no sábado não deixaram Jerusalém inteiramente. Eles acamparam do lado de fora dos muros, aguardando a chance de entrar novamente.
Neemias teria algumas palavras fortes para aqueles vendedores persistentes. Mas por hora, quero ver o que essas figuras representam – tanto para a geração de Neemias quanto para nós hoje.
A história de Neemias nos conta não apenas como Deus expulsa todo cativeiro, mas também como nos mantém livres
Imagine um jovem que tenha crescido num lar onde o pai abusava de sua mãe. Ele se lembra dos punhos voando e das lágrimas e machucados da mãe. Este jovem jura por dentro, “Não serei como meu pai. Não vou ter essa raiva no coração”.
Mas quando ele se casa, uma raiva começa a borbulhar dentro dele. Ele se vê lutando para suprimir a ira que carregou toda a vida. Ele ora e obtém alívio do impulso de ter ataques de fúria – porém, mais tarde esse mesmo impulso começa a reaparecer. O ciclo acontece com tanta frequência que ele começa a pensar, “Nunca vou me livrar disso. Só preciso então aprender a conter e a lidar com esse impulso”.
E quanto a uma ex-viciada? Pela graça e poder de Deus ela fica limpa e sóbria, e seu estilo de vida reflete sua gratidão a Jesus. Mas, depois de um tempo, uma frieza de coração se estabelece; as coisas velhas que a levaram ao vício inicialmente começam a afligir de novo.
Como o povo de Deus mantém a vitória que Ele lhes dá? Como caminhamos em um fluir de graça contínuo sem voltar aos hábitos pecaminosos que nos flagelaram no passado?
Pessoalmente sou assaltado às vezes pelo desânimo. Minha esposa consegue ver isso chegando a mim – uma sensação de que hoje vai acontecer mais um desapontamento, algo que esvazia o meu espírito e rói minha confiança. Nesses dias, tudo o que consigo ver é um copo metade vazio. A Kelly ora por mim o dia todo e me relembra, “Gary, mantenha os olhos fora das circunstâncias. Deus lançou fora todo poder das trevas que frustrariam sua fé n’Ele. Não deixe que essa voz negra enrede você de novo”.
E quanto a você? Sua batalha é com a solidão? Depressão? Uma dor passada? Ela lhe desperta uma vontade tão forte de fuga que você finalmente cede. Você retorna ao cativeiro anterior – aquilo que lhe roubou a liberdade no começo – e logo, todo senso de vitória se vai. Você pergunta, “Não existe um jeito de ficar livre disso – e permanecer livre? Tenho momentos de vitória, mas depois vou caindo em espiral. O vício volta direto pra mim”.
Mostre-me um cristão sincero que volta para um hábito ou vício pecaminoso, e lhe mostro alguém que está lidando com emoções profundas e poderosas – raiva, dor, medo, tentando desesperadamente afogá-las. Esse crente não corre mais atrás de comunhão com Deus; em sua mente isso só traria ainda mais vergonha. Na verdade, ele se excluiu de sua única fonte de graça, liberdade e vitória.
A captura de Jerusalém é simbólica quanto ao que acontece conosco em nossas lutas mais profundas
Quando Jerusalém caiu, ela não foi somente capturada – foi totalmente dizimada. Os conquistadores persas queriam ter certeza de que os israelitas jamais se fortaleceriam novamente. Então, eles demoliram tudo: o templo, os poços de água, os muros de proteção externos.
Eis aqui um quadro perfeito do que o inimigo faz conosco em nossas lutas. Ele trabalha para derrubar cada pedaço de infraestrutura espiritual que Cristo construiu. Oração, adoração, estudo bíblico – em suma, nossa fiel comunhão com o Senhor – tudo se vai pela janela, perseguido por uma prevalente sensação de vergonha.
Curta-nos
Foi a essa altura do cativeiro de Israel que Deus despertou o coração de Neemias. Esse homem foi movido para ver os muros de Jerusalém reconstruídos, e Deus criou um modo de fazer isso acontecer. Diga-me, Deus está provocando uma paixão em você enquanto lê essa mensagem? Você quer ver seu primeiro amor restaurado? Você está sendo arrastado rumo a uma paixão renovada por Jesus, para vê-Lo re-entronizado em seu coração?
Talvez seus desencorajamentos tenham lhe tornado um “produtor de vinhos de sábado”, ao invés de uma comunhão doadora de vida com seu Redentor. Ou talvez você ache em relação à sua situação que “Tenho estado tão distante do Senhor, que vai demorar muito para voltar. Teria de gastar muitos anos em aconselhamento”.
Peço discordar, baseado na palavra de Deus. Quanto tempo levou para que Neemias e seu grupo de trabalhadores reconstruíssem os poderosos muros de Jerusalém? Cinquenta e dois dias. São menos de dois meses – nem mesmo a equipe de uma cidade moderna conseguiria isso. Mas, devido a Deus ter dado a estes servos Sua visão e paixão, a pequena equipe trabalhou fielmente – e um trabalho glorioso foi alcançado em praticamente tempo algum.
Quando Deus está agindo, Ele faz coisas gloriosas acontecerem. E não leva muito tempo para Ele cumprir a restauração do seu espírito. Ele só pede que você tire os olhos das circunstâncias, porque Jesus já ganhou a sua vitória. Você vê seu copo metade vazio? Ele declarou o contrário. E Ele já começou a rápida obra da reconstrução dos seus muros espirituais.
Neemias viu o povo de Deus reconstruindo a cidade com uma mão e derrubando-a com outra
O que Neemias viu foi uma mistura estranha no povo. Não muito antes disso, eles estavam chorando em adoração, clamando a Deus. Todavia, ao invés de conservarem um coração de arrependimento e gratidão, eles se apegaram as coisas que os tinham destruído – e os destruiriam novamente.
Não é isso que alguns cristãos fazem hoje? Eles vão à igreja e cultuam no domingo, e segunda-feira de noite estão num bar. Eles se regam com a palavra de Deus ao fim do dia, e veem pornografia na internet tarde da noite. Será que isso talvez descreva você? Uma condição de coração dividido lhe mantém em cativeiro. Ela não deixará que você entre na gloriosa adoração na igreja, mas faz você questionar a realidade de Deus. Você tem pecado tanto que se questiona se Deus algum dia foi real na sua vida: “Existe mesmo essa coisa de vitória? Ou será que apenas imaginei isso todo esse tempo?”.
Sim, é possível os cristãos se tornarem tão perdidos em suas práticas – que removam todo traço de vitória e liberdade. Agora, vou lhe dar a notícia boa: a obra que Neemias fez em favor de Israel é a mesma obra que o Espírito Santo faz em nosso favor hoje. Ele fez três coisas em particular que revelam o que Deus está fazendo por nós agora.
1. Deus ordena que os portões sejam fechados. “Ao começar a fazer-se escuro nas portas de Jerusalém, antes do sábado, eu ordenei que elas fossem fechadas, e mandei que não as abrissem até passar o sábado” (13:19).
Deus começa a agir para resolver o seu problema antes mesmo de você saber que tem um problema. Neemias não disse àqueles produtores de vinho para pararem. Ele foi direto aos portões da cidade e fechou a fonte de seus negócios. Esse é o tipo de ação que os Puritanos chamavam de “graça preventiva”. Deus faz assim para prevenir as circunstâncias que o levam à tentação.
Creio que você verá o Espírito de Deus fechando portas para a sua tentação, seja ela qual for – à ira, à bebida, a ver pornografia. Essa “graça preventiva” pode surgir do nada, ou pode ser um despertar repentino dentro de você. De qualquer forma, é o plano da ação de Deus sendo desvendado para confrontar as forças vindo contra você.
2. Deus não apenas lança fora, mas mantém fora as forças de tentação em sua vida. “E pus às portas alguns de meus moços, para que nenhuma carga entrasse no dia de sábado. Então os negociantes e os vendedores de toda sorte de mercadorias passaram a noite fora de Jerusalém, uma ou duas vezes” (13:19-20).
Sim, aquelas forças tentadoras ainda estão aguardando do lado de fora dos portões, preparadas para um momento de fraqueza quando possam voltar a entrar. De fato, as tentações sempre parecem estar por perto. Mas o Espírito de Deus monta guarda no portão para impedir as forças da tentação de entrarem novamente.
Como essa obra do nosso Senhor é misericordiosa. Ele não somente lança fora as tentações pecaminosas – nossos desalentos, nossa raiva, nosso vício – mas fielmente as mantém fora. Ele sabe que é algo que não podemos fazer sozinhos. Podemos tremer, pensando, “Senhor, a qualquer momento eu posso desanimar de novo. Posso explodir em raiva. Posso voltar para o álcool ou para a pornografia”. Mas Ele fielmente mantém guarda nos portões do nosso coração.
Por sua vez, Deus nos convida a levar até Ele a fonte de nossas tentações – nossa dor, nossa raiva, nossa decepção – porque Ele quer enfrentá-la e curá-la, através da comunhão íntima com Ele. Essa é a obra restauradora que está no coração do Seu mandamento do sábado: encontramos vitória definitiva unicamente em Sua presença. Isso mesmo – tanto a nossa santificação quanto a nossa salvação vêm através de comunhão contínua com o Pai.
3. Deus diz ao nosso tentador, “Cai fora!”. “Então os negociantes e os vendedores de toda sorte de mercadorias passaram a noite fora de Jerusalém, uma ou duas vezes. Protestei, pois, contra eles, dizendo-lhes: Por que passais a noite defronte do muro? Se outra vez o fizerdes, hei de lançar mão em vós. Daquele tempo em diante não vieram no sábado” (13:20-21).
Temos um recurso tão profundo, tão poderoso, tão dinâmico e glorioso, que ela na verdade ameaça nosso tentador. O próprio Jesus Cristo se coloca entre nós e Satanás, e sempre que o inimigo se aproxima, nosso redentor o para em seu caminho, dizendo, “Cai fora! Você veio contra um poder que irá esmagá-lo. Esse portão não está aqui para que você entre, Diabo – está aqui para que Eu saia, para que Eu possa me encarregar de você. E se isso acontecer vou lhe dar uma surra”.
Satanás sabe que o Senhor fala sério. Então ele grita para nós de fora dos portões, “Você não consegue ficar livre para sempre. Você acha que é mais forte que seus ancestrais? Eles também não puderam ficar livres. Está na sua natureza voltar para buscar mais. Agora, abra os portões e me deixe entrar”.
Jesus diz diferente. Ele pergunta a Satanás, “Por que você passa a noite do lado de fora do muro?” (13:21). Em outras palavras: “Por que perder seu tempo? Você não vai derrotar o Meu amado. Eu sou a vitória dele. Você não tem a menor chance. Dê mais um passo e o esmago debaixo dos Meus pés”.
Esse é o poder que nós temos! O próprio Deus do universo está operando em nosso favor – lançando fora o inimigo, montando guarda para impedi-lo de entrar novamente, e nutrindo nossos espíritos abatidos para se tornarem saudáveis em comunhão com Ele.
Às vezes seremos tentados a cair novamente nos velhos padrões do pecado. Mas inexiste problema em nossas vidas – nenhum hábito ou emoção – sobre o qual Jesus não tenha poder. Inexiste inimigo que Ele não possa manter do lado de fora dos portões. Ele simplesmente nos diz, “Se você fixar seus olhos em Mim – Cristo, sua vitória – você verá o fim desse inimigo. Ele pode te esbofetear, mas montarei guarda continuamente nos muros do seu coração”.
Peça ao Espírito Santo, “Senhor, seja a voz de Neemias para mim em minha permissividade. Confronte os pecados que eu tolero. E restaure meus muros espirituais. Então, cure a fonte de tudo – minha solidão, minha depressão, minha dor. Confio em Ti para me guardar dentro de Seus muros seguros, Senhor. Tu és a minha vitória em tudo. Agora, me restaure para um relacionamento reto Contigo. E me ajude a novamente voltar para Ti em todas as coisas, até mesmo nas minhas falhas. Então conhecerei Tua vitória e liberdade. Amém”.

por: Gary Wilkerson
Publicado com permissão de:
World Challenge, Inc.
PO Box 260
Lindale, TX 75771
www.worldchallenge.org
Portal Padom / jesusfiel.com

Noticias>> Sonia Hernandes fala sobre vida após a morte em programa de TV

Depois de ser convidada para participar do quadro “Quebrando a Louça”, a bispa Sonia Hernandes voltou ao Programa Mulheres, da TV Gazeta, dessa vez para participar de um debate com outros líderes religiosos.
A líder da Igreja Renascer, um representante da cientologia e o padre Juarez formaram uma roda para falar sobre a “vida após a morte”, conversando sobre como cada uma das religiões enxergam este tema.
Falando sobre a visão cristã, Sonia Hernandes explica na crença de que viveremos no céu após a morte. “O céu será um lugar lindo, cheio de alegria. É por isso que nós esperamos. Existe vida após a morte ao lado de Jesus”, disse.
O debate foi bastante tranquilo e os telespectadores puderam entender um pouco sobre como esta questão é tratada nas igrejas evangélicas e também nas outras religiões representadas neste debate.

gospelprime / jesusfiel.com

Enciclopédia>> Uso da Palavra “Abadon” na Bíblia

Abad'on (אכדון'abhaddon, “ruína”, “perdição”, “destruição”): Apesar de “destruição” ser comumente usado ao traduzir 'abhaddon, a idéia é intransitiva em vez de passiva - a idéia de perecer, indo a ruína, sendo arruinadas em um estado, e não a de ser arruinada, a ser destruídos.

A palavra ocorre seis vezes no Antigo Testamento, sempre como um nome de local, assim como o sentido em que Sheol também é um nome de lugar. Ela denota, em certos aspectos, o mundo dos mortos como construídos na imaginação hebraica. É um erro comum se entender tais expressões de uma forma demasiadamente mecânica. Tal como nós, os homens das eras mais antigas tinham de usar linguagem figurada quando falavam sobre as condições que existiam depois da morte, porém sua figura de linguagem da questão pode ser diferente da nossa. Nos três casos Abadon é paralelo com Sheol (Jó 26: 6; Pro 15: 11; Pro 27: 20). Em um exemplo é paralelo com a morte, em um outro com o túmulo e os restantes em paralelo com a frase “desarraigaria toda a minha renda.” (Jó 28: 22; Sal 88: 11; Jó 31: 12). Nesta última passagem a idéia vem mais próxima a de desaparecimento numa concepção abstrata do que em outras passagens.

Abadon pertence ao domínio do misterioso. Só Deus o compreende (Jó 26: 6; Pro 15: 11). Trata-se do mundo dos mortos, na sua absolutamente deplorável, destrutivo, e terrível aspecto, e não nos aspectos mais alegres em que as atividades são concebidas como estando em progresso lá. Em Abadon não há declarações de amor de Deus (Sal. 88: 11).

Em um pequeno grau o Antigo Testamento faz apresentações personalizadas de Abadon. É um sinônimo para insaciedade (Pro 27: 20). Tem possibilidades de mediar entre essas informações de “todos os seres vivos” e os de Deus (Jó 28: 22).

No Novo Testamento a palavra ocorre uma vez (Rev 9: 11), a personalização se tornando nítida. Abadon aqui não é o mundo dos mortos, mas o anjo que reina sobre ele. O grego equivalente do seu nome é dado como Apolion. Sob este nome Bunyan o apresenta no Progresso de Pilgrim, e a cristandade tem estado, sem dúvida, mais interessada nesta apresentação do assunto do que em qualquer outro.

Em alguns tratamentos Abadon é conectada com o espírito mau Asmodeus de Tobit (por exemplo, 3:8), e com o destruidor mencionado na sabedoria de Salomão (18:25; comparar 22), e através destes com um grande corpo de folclore Rabínico; mas estes esforços são simplesmente infundados. Veja APOLION.



International Standard Bible Encyclopedia / jesusfiel.com

Noticias>> Pastor sobrevivente do massacre do Carandiru conta sua história em livro

No dia 2 de outubro completou 20 anos da trágica história do massacre do Carandiru, quando mais de 111 detentos foram mortos. Jacy Lima de Oliveira, 47 anos, hoje pastor evangélico, era um dos presos que cumpria pena no local e que só sobreviveu por um milagre.
“Eu tive um privilégio, que tenho pra mim como um milagre, porque muitos que passaram ali, como eu, morreram a facada, a tiro a queima roupa na cabeça”, relata Oliveira para a reportagem do G1.
Naquele dia ele estava escalado para fazer a comida na cela e por isso saiu do banho de sol minutos antes da rebelião começar. “Quando decretaram a rebelião, a gente estava esperando a hora, porque automaticamente o Choque ia entrar. Aí começaram a quebrar tudo”.
Em seu depoimento, Jacy recorda que passou pelo chamado corredor da morte no Pavilhão 9 por duas vezes e não foi atingido, mas viu muitas pessoas morrendo. “Eu passei no corredor da morte duas vezes. Descendo em direção ao pátio e voltando. Subiram na minha frente umas 80 pessoas e eu ouvi o grito da morte delas.”
As recordações que Jacy tem sobre o dia estão no livro “Eu sobrevivi para testemunhar o massacre do Carandiru”, livro que será lançado ainda este ano.
Quem também sobreviveu ao massacre e está lançando um livro para testemunhar o que presenciou ali é Sidney Salles, que chegou muito perto da morte e se protegeu recitando o Salmo 91.
Ele sabia que seria morto porque foi escolhido por um dos policiais para carregar alguns corpos. Um dos últimos corpos que ele carregou era de um preso que estava fazendo o mesmo que ele.
Fugindo para os andares superiores do pavilhão, Sales encontrou um policial que lhe fez uma proposta: encontrar a chave que abria a sela em um molho de chaves tendo apenas uma chance. “Quando ele cata aquela chave, eu recito o salmo 91, e quando ele bate a chave e torce, o cadeado abre, e milagrosamente eu entro pra dentro daquela cela.”
Sidney saiu da prisão e acabou se envolvendo novamente com o mundo do crime, em uma troca de tiros com uma gangue rival, isso depois de ser solto, foi baleado e ficou paraplégico. Mesmo na cadeira de rodas ele foi preso novamente e foi evangelizado por voluntários de uma igreja evangélica.
Hoje Sidney coordena um centro de reabilitação para jovens viciados em drogas que ajuda 120 pessoas em uma chácara na cidade de Jundiaí. O livro contando esses relatos recebeu o nome de “Paraíso Carandiru”.

Gospelprime / jesusfiel.com

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Videos>> Documentário Fantástico - Arca de Noé e Monte Sinai

Documentário sobre Arca de Noé e Monte Sinai vc qui que saber como aconteceu assista a esse video






jesusfiel.com / tvadvertenciafinal

Noticias>> Igreja de Jerusalém é profanada com pichações contra Jesus

O Convento de São Francisco, localizado no Monte Sião em Jerusalém, amanheceu com a porta pichada contendo inscrições contra Jesus. Um grupo desconhecido seria o autor do ato de vandalismo feito na manhã desta terça-feira (2), levantando suspeitas de que por trás do ato estaria um grupo de colonos judeus radicais.
De acordo com a Agência EFE, o porta-voz da polícia israelense, Miki Rosenfeld, teria afirmado que as investigações seguirão a linha de casos similares que aconteceram na Terra Santa nos últimos meses.
“Ainda é cedo para saber quem são os autores, mas a investigação vai na mesma linha da que abrimos há meses após casos similares”.
Há um mês outra igreja cristã foi pichada por vândalos, as suspeitas seriam de que o tal grupo estaria protestando contra as ações do governo naquela região. Além de igrejas cristãs, alguns centros de culto islâmicos também foram atacados.
Há menos de um mês o alvo dos vândalos foi o Mosteiro de Latrun, que fica cerca de 20 quilômetros de Jerusalém. As portas foram incendiadas e nas paredes alguns inscrições contra Jesus foram escritas.
O presidente de Israel, Shimon Peres, afirmou que os atos “vão contra os princípios do judaísmo” ao se pronunciar sobre os casos. Já o negociador palestino, Saeb Erekat, acusou a ocupação israelense pelos ataques. “Após 45 anos de ocupação israelense, a cultura do ódio e do racismo se transformou na corrente central entre os israelenses”.

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Palavra de Deus>> JOEL - A terrível carestia causada pela locusta e pela seca

PALAVRA do Senhor, que foi dirigida a Joel, filho de Petuel.
Ouvi isto, vós, anciãos, e escutai, todos os moradores da terra: Aconteceu isto em vossos dias? ou também nos dias dos vossos pais?
Fazei sobre isto uma narração a vossos filhos, e vossos filhos a seus filhos, e os filhos destes à outra geração.
O que ficou da lagarta o comeu o gafanhoto, e o que ficou do gafanhoto o comeu a locusta, e o que ficou da locusta o comeu o pulgão.
Despertai ébrios, e chorai; gemei, todos os que bebeis vinho, por causa do mosto, porque tirado é da vossa boca.
Porque uma nação subiu sobre a minha terra, poderosa e sem número: os seus dentes são dentes de leão, e têm queixadas de um leão velho.
Fez da minha vide uma assolação, e tirou a casca da minha figueira: despiu-a toda, e a lançou por terra; os seus sarmentos se embranqueceram.
Lamenta como a virgem que está cingida de sacos pelo marido da sua mocidade.
Foi cortada a oferta de manjar, e a libação da casa do Senhor: os sacerdotes, servos do Senhor, estão entristecidos.
O campo está assolado, e a terra triste; porque o trigo está destruído, o mosto se secou, o óleo falta.
Os lavradores se envergonham, os vinhateiros gemem sobre o trigo e sobre a cevada; porque a colheita do campo pereceu.
A vide se secou, a figueira se murchou; a romeira, também, e a palmeira e a macieira; todas as árvores do campo se secaram, e a alegria se secou entre os filhos dos homens.
Cingi-vos e lamentai-vos, sacerdotes; gemei, ministros do altar; entrai e passai, vestidos de sacos, durante a noite, ministros do meu Deus; porque a oferta de manjares, e a libação, cortadas foram da casa do vosso Deus.
Santificai um jejum, apregoai um dia de proibição, congregai os anciãos e todos os moradores desta terra, na casa do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor.
Ah! aquele dia! porque o dia do Senhor está perto, e virá como uma assolação do Todo-Poderoso.
Porventura o mantimento não está cortado de diante dos nossos olhos? a alegria e o regozijo da casa do nosso Deus?
A semente apodreceu debaixo dos seus torrões, os celeiros foram assolados, os armazéns derribados, porque se secou o trigo.
Como geme o gado! as manadas de vacas estão confusas, porque não têm pasto: também os rebanhos de ovelhas são destruídos.
A ti, ó Senhor, clamo, porque o fogo consumiu os pastos do deserto, e a chama abrasou todas as árvores do campo.
Também todos os animais do campo bramam a ti; porque os rios se secaram, e o fogo consumiu os pastos do deserto.

(Joel 1:1-20)

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Noticias>> Devi Titus fala sobre o papel da mulher cristã no Brasil


Entre as grandes presenças internacionais que estiveram na Expocristã 2012 estava a conferencista Devi Titus que conversou com a correspondente do Gospel Prime, Carla Stracke sobre o ministério feminino e o papel da mulher cristã no Brasil.
Devi ficou ainda mais conhecida em nosso país depois de ministrar do Congresso Diante do Trono, despertando a participação das mulheres na igreja, tema que ela pretende transformar em um comitê para que essas ministras brasileiras possam se conhecer e trocar experiências entre si.
Autora de grande relevância nos Estados Unidos, Devi Titus também fala sobre os livros que são lançados no Brasil, dizendo que é importante oferecer para as mulheres livros que falem sobre atitudes práticas do dia a dia, para ajudá-las a transformarem suas vidas e suas casas.

Leia a entrevista completa:
Gospel Prime – Devi, o Brasil está passando por um boom na área ministerial feminina nos últimos anos e desde 2011 você tem sido parte disso com suas ministrações práticas para mulheres, além de seus livros. O que você acha disso tudo e quais são os planos para o futuro?

Devi Titus – Acho isso maravilhoso. O Brasil está cheio de mulheres de Deus maravilhosas e espalhadas em cada canto, só que elas ainda não se conhecem. Nossa idéia é fazer algo como um comitê nacional para que elas se conheçam e ministrem por todo o país. Devo auxiliá-las para iniciar esse processo.

GP – De uns tempos para cá, livros específicos para a ala feminina têm sido lançados, porém a maioria deles está muito similar e focam somente em temas em como uma mulher deve orar, formatos de oração etc. O que você acha disso?

Devi – Livros sobre oração são importantes, mas já está mais que na hora das mulheres colocarem toda essa teoria em prática e também o Brasil ter livros sobre atitudes práticas para mulheres cristãs. Elas precisam ser transformadas e transformarem suas casas.

GP – Vivemos em uma era onde a maioria das mulheres já foram criadas para serem autossuficientes – estudar, trabalhar, viajar, ter seu próprio sustento, tudo isso de preferência até os 30 anos e então depois procurar por um parceiro para casar se acharem necessário. Já ouvi algumas ministrações suas e muitas das coisas que você diz minha avó dizia para mim que era o molde de uma mulher antigamente. O que você acha disso?

Devi – Tudo o que falo sobre comportamento feminino é 100% baseado na palavra e provavelmente essas coisas que sua avó te dizia e eram encaradas como algo cultural, também eram posturas cristãs de uma mulher que foi se perdendo com o tempo. Resumindo, tudo que uma mulher deve ser muitas vezes não foi ensinado a ela e é praticamente o oposto do que dizem por aí sobre como uma mulher brasileira deve ser culturalmente falando. Tudo está na palavra de Deus, é só elas a seguirem e coloca-la em prática.

gospelprime / jesusfiel.com

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Noticias>> Começa a festa dos tabernáculos em Israel

O primeiro dia de outubro marca o início de um antigo costume do judaísmo, chamado de Sucot ou a Festa dos Tabernáculos. Uma de suas características é o ritual de se agitar as “quatro espécies”.
Os preparos para festa de Sucot começam imediatamente após Yom Kippur, com o início da construção de frágeis e temporárias cabanas, as sucot (plural de sucá), dentro da quais, durante os sete dias da duração da festa, os judeus devem fazer suas refeições e até mesmo dormir. O teto de uma sucá é feito de galhos ou plantas verdes, finos o bastante para deixar passar a chuva e permite avistar, através de seus orifícios, o brilho das estrelas.
O ritual é mencionado pela primeira vez no Torá em Levítico 23:40: “E no primeiro dia tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e vos alegrareis perante o SENHOR vosso Deus por sete dias.” Tradicionalmente, elas são entendidas como o Etrog (fruto da boa árvore, uma fruta cítrica aromática), o lulav (ramo da palmeira), a hadas (mirta ou murta) e o aravot (ramos de salgueiro).
Dizem os sábios que essas Quatro Espécies também representam a união dentro do indivíduo. O Etrog tem a aparência de um coração; o Lulav da espinha dorsal; os hadassím simbolizam os olhos e o salgueiro, a boca do judeu.
O ramo da palmeira deve ser o mais verde e reto possível. Há preocupação para que o ramo central não se divida e as folhas não estejam machucadas. Escolhem-se três ramos de mirta de entre 12 e 15 polegadas de comprimento, assim como dois ramos de salgueiro que precisam ser maiores que o de mirta.
Na cerimônia dentro da sinagoga, o lulav, na mão direita, e o etrog na esquerda, são carregados enquanto os Hallel (salmos) são cantados. No fim do culto, o Etrog e o Lulav são novamente segurados durante as orações em que a congregação circula o tempo cantando hinos de alegria e agradecimento.
Hoje em dia, os judeus fiéis têm muito cuidado ao comprar as frutas e plantas antes do festival. As folhas são inspecionadas para verificar seu frescor, a sidra é examinada sob uma lupa em busca da perfeição e preços exorbitantes são pagos pelos melhores exemplares. Na verdade, as tradições hassídicas atribuem poderes místicos ao etrog e seu portador.
Segundo uma corrente do judaísmo, tudo tem a ver com a água. Cada planta incorpora um habitat típico da terra de Israel, e cada uma se distingue por sua ligação com a água. Uma vez que o Sucot é lembrado um pouco antes da temporada de chuva em Israel, o feriado é um momento de agradecer a Deus pela abundância do verão e pedir um bom ano de colheitas.
“É por isso que as extremidades de cada espécie não podem ser secas. Seria como orar para ter boa saúde ao comer junk food”, explica um rabino hassidico.
O ritual parece uma versão judaica da “dança da chuva”. As folhas das três árvores são unidas com o fruto (etrog) e balançadas três vezes, em seis direções: direita, esquerda, para frente, para trás, para cima e para baixo. Este movimento ritualístico teria como objetivo chamar a bênção de todos os cantos da terra e que viria para abençoar toda a criação.
Depois de agitar o lulav e o etrog em uma direção, eles são trazidos para junto ao corpo antes de ser agitada no outro sentido. O rabino Avraham Arieh Trugman explica a prática da seguinte maneira: “Ao agitar as quatro espécies, nas seis direções do espaço e depois trazê-los de volta para os nossos corações, somos unificados com o espaço e santificados dentro desse tempo”.

Com informações Noticias

domingo, 30 de setembro de 2012

Estudo Doutrinario>> Jesus Cristo e Melquisedeque

Alicerçando-se sobre a sugestão da assertiva em Salmo 110:4, de que o rei messiânico seria sacerdote segundo o padrão de Melquisedeque, o autor da epístola aos Hebreus descobre diversos paralelos entre Jesus Cristo e aquela misteriosa personagem do Antigo Testamento, a quem Abraão deu uma décima parte dos despojos, depois da batalha na qual resgatou a Ló de seus captores (vide Gênesis 14). Ora, Melquisedeque era sacerdote de Deus; assim também o é Cristo. O nome “Melquisedeque” significa “Rei da Justiça” (ou, mais literalmente ainda, “meu rei é justo”); o homem que tinha esse nome era rei de "Salém" (provavelmente uma forma abreviada de “Jerusalém”), que significa “paz” (no sentido de completa bênção divina); e justiça e paz são características e resultados do ministério sacerdotal de Cristo. A ausência, nas páginas do Antigo Testamento, de qualquer genealogia registrada de Melquisedeque ou de narrativas sobre seu nascimento e morte (naturalmente, ele teve pais e antepassados, nasceu e morreu), tipifica a real eternidade de Cristo como Filho de Deus, em contraste com a morte que atingia a todos os sacerdotes da linhagem de Arão. A superioridade de Cristo sobre Arão é ainda retratada pelo fato que Abraão deu a Melquisedeque a décima parte dos despojos tomados em batalha, sendo que Arão era descendente de Abraão. A solidariedade de uma pessoa com seus ancestrais fica assim pressuposta. Idêntica superioridade aparece, novamente, no fato que Melquisedeque abençoou a Abraão, e não vice-versa, pois o maior é quem abençoa ao menor. Ler Hebreus 7:1-10:18.

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Noticias>> CNBB repudia capa de revista que mostra Neymar sendo crucificado

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se manifestou repudiando a capa da revista Placar, edição de outubro que mostra o jogador Neymar sendo crucificado.
Em uma nota publicada nesta sexta-feira (28) Dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB e arcebispo da Arquidiocese de Aparecida, questionou a falta de limite no exercício da profissional.
“A ridicularização da fé e o desdém pelo sentimento religioso do povo por meio do uso desrespeitoso da imagem da pessoa de Jesus Cristo sugerem a manipulação e instrumentalização de um recurso editorial com mera finalidade comercial”, disse.
A montagem feita com o corpo de Jesus com a face do jogador santista foi entendida como falta de respeito pela Igreja Católica, o autor do texto afirma que a imagem ofende o que existe de mais sagrado pelos cristãos.
A publicação já se manifestou explicando os motivos que fizeram com que eles escolhessem a crucificação para falar sobre as críticas que Neymar tem recebido do público, alegando que é apenas uma analogia.

Nota da CNBB
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, manifesta profunda indignação diante da publicação de uma fotomontagem que compõe a capa de uma revista esportiva na qual se vê a imagem de Jesus Cristo crucificado com o rosto de um jogador de futebol.
Reconhecemos a liberdade de expressão como princípio fundamental do estado e da convivência democrática, entretanto, que há limites objetivos no seu exercício. A ridicularização da fé e o desdém pelo sentimento religioso do povo por meio do uso desrespeitoso da imagem da pessoa de Jesus Cristo sugerem a manipulação e instrumentalização de um recurso editorial com mera finalidade comercial.
A publicação demonstrou-se, no mínimo, insensível ao recente quadro mundial de deplorável violência causado por uso inadequado de figuras religiosas, prestando, assim, um grave desserviço à consolidação da convivência respeitosa entre grupos de diferentes crenças.
A fotomontagem usa de forma explícita a imagem de Jesus Cristo crucificado, mesmo que o diretor da publicação tenha se pronunciado negando esse fato tão evidente, e isso se constitui numa clara falta de respeito que ofende o que existe de mais sagrado pelos cristãos e atualiza, de maneira perigosa, o já conhecido recurso de atrair a atenção por meio da provocação.

Nota da Revista Placar
Em primeiro lugar, a Placar pede desculpas a quem se sentiu ofendido pela imagem de capa. Em nenhum momento foi intenção da revista ferir a religiosidade de ninguém. Respeitamos todas as crenças e defendemos a liberdade de praticá-las.
Mas estamos falando exclusivamente de futebol. Vale esclarecer que a analogia da fotomontagem é com a crucificação como método de execução pública praticado antigamente. Como mostra a reportagem, Neymar vem sendo “apedrejado” publicamente com a pecha de “cai-cai”.
O maior jogador brasileiro, ícone da arte no esporte, virou, para muitos, o símbolo da dissimulação, da tentativa de burlar as regras do jogo. Ele cometeu e comete suas falhas, mas ficou com uma imagem de “criminoso esportivo”.
Quando a reportagem estava sendo produzida, surgiu a palavra “crucificação”, usada corriqueiramente hoje em dia, e daí veio a imagem da condenação e da crucificação. Acreditamos que a leitura da reportagem será ainda mais esclarecedora.

Gospelprime/jesusfiel.com