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domingo, 31 de janeiro de 2016

Por que o homem precisa de salvação?


Para compreender o motivo pelo qual o homem precisa de salvação se faz necessário saber como, quando, onde e porque se está condenado e qual pena foi estabelecida. É necessário compreender como Deus justifica aquele que está condenado sem invalidar a sua justiça e o porquê da necessidade de um salvador. Por fim, se faz necessário identificar a verdadeira causa do sofrimento da humanidade.

"Por que o homem precisa de salvação?" é uma explicação sucinta do plano da salvação para que fique claro o porquê e por quem Jesus morreu, ou antes, ressurgiu dentre os mortos. Que fique claro que Ele não veio condenar o mundo, mas veio salvá-lo "Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele" ( Jo 3:17 ).
Todos passam por muitos problemas e sofrimentos nesta existência, mas estes não são os motivos pelos quais o homem precisa de salvação.
O homem precisa de salvação hoje por causa de uma condenação que sujeitou toda a humanidade à morte no passado. A morte foi imposta pelo pecado, uma barreira erguida que separa o homem de Deus. No entanto, por causa de uma visão desfocada, geralmente os homens só se perguntam se estão perdidos quando defrontam com alguma vicissitude - não rotineira - da vida.
A Bíblia nos revela que Deus já julgou a humanidade lá no Éden, e que todos os homens estão sob condenação, mas equivocadamente acredita-se que Deus ainda há de julgar a humanidade para determinar aqueles que serão salvos ou que perecerão.
Por causa de uma visão distorcida, várias religiões prometem salvação após o julgamento final, mas Jesus e os apóstolos afirmaram que o juízo de Deus já foi estabelecido e que todos estão debaixo de condenação. Como a perdição é uma realidade, através do evangelho de Cristo é oferecido salvação hoje, o chamado ‘dia aceitável’ ( Rm 5:16 ; Jo 3:18 ; 2Co 6:2 ).
Apesar da condenação que pesa sobre a humanidade, com o nascimento de Jesus, o Emanuel, cumpriu-se a profecia que diz: “O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz” ( Is 9:2 ), e Cristo foi estabelecido por salvação para todos os povos.

O problema da humanidade
Geralmente o que salta aos olhos quando se pensa em salvação são os erros de conduta das pessoas. Por causa de questões comportamentais e morais muitos entendem que se a pessoa for ‘boazinha’, será salva.
Quando se observa uma pessoa desregrada, transviada, má, criminosa, etc., de imediato acredita-se que o tal necessita de salvação muito mais que o restante da humanidade. Isto não é verdade, pois as pessoas desregradas precisam de salvação, como também todos os demais homens, mesmo os religiosos, sábios, regrados, ordeiros, etc.
A Bíblia nos diz que Jesus veio salvar os perdidos, e os perdidos não estão somente entre os desajustados da sociedade. Os perdidos são vistos nas sarjetas e nos palácios, nos templos e nos prostíbulos, na filosofia e na religião, nos ateus e nos crédulos, etc.
Uma visão distorcida dá a falsa segurança para alguém que é saudável, inteligente, abastado de bens, pertencente a uma família e tem muitos amigos, que não necessita de salvação. Mas, segundo a Bíblia, nenhum desses quesitos são indicativos de que o homem está salvo.

Uma natureza má
Todo homem sem Cristo está sob o domínio do pecado, ou seja, são escravos do pecado. A sujeição ao pecado não é perceptível aos sentidos naturais e nem é possível identifica-lo através dos sentimentos ou das emoções. Somente as Escrituras revelam o pecado como o mal que afeta a todos através da revelação das Escrituras.
Isto significa dizer que o pecado não tem cheiro, gosto, forma, não emite som, etc. Todos os homens possuem sentimentos e emoções, porém, não é possível identifica-los como pecadores através das emoções ou dos sentimentos, porque quando a Bíblia aponta para a natureza má do homem aponta para uma condição que se estabeleceu desde o nascimento.
A natureza má do homem não se manifesta somente através de condutas desregradas como matar, mentir, roubar, etc. Mesmo quando o homem parece correto, controla as suas emoções, segue bons princípios de convivência e sabe dar boas dádivas aos seus semelhantes, diante de Deus tal pessoa é designada má tal qual os desregrados "Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos..." ( Mt 7:11 ).
A Bíblia nos informa que tanto o religioso, o monge, o padre, o juiz, etc., quanto o roubador, homicida, estuprador, etc., se não aceitarem a Cristo, são igualmente maus diante de Deus. O mal está na natureza humana, pois é contaria a natureza de Deus. Deus é vida e a natureza humana herdada de Adão morte.
O mal da natureza herdada de Adão não é o caráter, a moral ou a índole do indivíduo, mas uma condição contraria à natureza de Deus. Se o homem possui comunhão com Deus: é luz, é verdadeiro, é justo, é santo e bom (nobre). Se não há comunhão com Deus, a sua condição é contraria à nobre, ou seja, é treva, mentiroso, injusto, impuro e mau, no sentido de baixo, vil.
Quando a Bíblia diz que o homem é mau, não se refere às ações – se boas ou más.
O Salmista enfatiza do ponto de vista social que tanto os homens nobres, quantos os homens da ralé são mais leves que o efêmero. No quesito mal - não importa o comportamento - e sim o nascimento. Se descendente de Adão, são mentirosos, ruins "Certamente que os homens de classe baixa são vaidade, e os homens de ordem elevada são mentira; pesados em balanças, eles juntos são mais leves do que a vaidade" ( Sl 62:9 ); “De maneira nenhuma; sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, E venças quando fores julgado” ( Rm 3:4 ).
Quando é dito na bíblia que todo homem é mentiroso, não significa que todos são desonestos, ou que todos faltam com a verdade para com os seus semelhantes. ‘Mentiroso’ é condição decorrente do coração enganoso herdado de Adão e não uma falha de caráter ( Sl 58:3 ; Jr 17:9 ).
O problema da humanidade teve início na ofensa de Adão, pois através de uma ofensa veio o juízo de Deus sobre todos os homens para condenação: morte. O juízo já foi estabelecido, por isso Jesus não veio condenar o mundo, mas salvá-lo ( Rm 5:18 ).
Deus é vida, luz, bom, santo, justo, etc., e o homem alienado de Deus passou a condição de morto, trevas, ruim, impuro, injusto, etc.
O problema da humanidade não está em suas ações, assim como o problema de uma infecção não está no pus, antes o problema está e decorre da semente que foi gerada. Todos os homens são gerados da semente corruptível de Adão, árvores que Deus não plantou, mas se crer em Cristo é enxertado na oliveira verdadeira, transportado das trevas para luz.
O homem sem Cristo é miserável pelo que é, e não pelo que faz. Adão, o primeiro homem, foi criado justo e santo, mas desobedeceu o Criador e sofreu as consequências da sua decisão: separou-se de Deus. Em razão da sua condição maldita, a semente de Adão tornou-se má e só produz descendentes maus.
Semelhante a semente de uma árvore má que produz outra árvore também má, assim são os descendentes de Adão concebidos em pecado: "Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores ..." ( Rm 5:19 ).
O homem não possui o poder de mudar a sua natureza, assim como os anjos não podem mudar a deles. Os homens precisam de Cristo porque só no evangelho há poder que faz de quem crê uma nova criatura participante da natureza divina.

Boas e más ações
A desobediência de Adão (que foi comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal) é a ofensa que alienou toda a humanidade da glória de Deus. Um mal que se perpetua de pai para filho, independentemente de quaisquer ações que o homem realize.
Além de se tornar pecador, algo decorrente da desobediência ao mandamento dado no Éden, o homem também adquiriu um conhecimento: o conhecimento do bem e do mal. Conhecer o bem e o mal não é o pecado, antes é consequência de ter comido do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Por causa do conhecimento do bem e do mal todos os homens, tanto justos como injustos, são capazes de realizar boas ações e más ações, entretanto, a natureza em pecado do homem não pode ser alterada através de suas ações, quer sejam boas ou más ( Ec 7:20 ). Se fizer boas ações, a natureza permanecerá má, se fizer más ações, a sua natureza permanecerá igualmente má.
Geralmente se presume que somente as pessoas que comentem más ações são pecadoras, porém, Jesus evidencia através da parábola do ‘Fariseu e o Publicano’ que, apesar de o fariseu se cercar de boas ações, diante de Deus não estava justificado.
No período da escravidão tudo que um escravo produzia - por lei - pertencia ao seu senhor. Esse mesmo princípio aplica-se ao homem sem Cristo, pois tudo que o pecador produz pertence ao pecado, quer sejam boas ou más ações.
O pior homem sem Cristo não se mensura por suas más ações, e mesmo o melhor homem sem Cristo não se mensura por suas boas ou más ações “O melhor deles é como um espinho; o mais reto é pior do que a sebe de espinhos” ( Mq 7:4 ). Diante de Deus o melhor dos homens quanto o mais reto estão em igual condição ( Sl 53:3 ).
Devemos olhar com reservas para concepção do homem sem Cristo, por mais justo e correto que pareça, pois a aparência engana e, a concepção deste homem acerca das coisas de Deus é tão perniciosa quanto à do pior dos homens: o melhor e o pior dos homens estão equivocados. Por causa da natureza má, o pensamento do homem alienado de Deus é permanentemente mau. Por causa da natureza herdada de Adão, o homem sem Deus, além de trilhar um caminho de perdição, é mentira desde a origem ( Rm 3.4; Sl 58:3 ).
É em função da natureza do homem sem Deus que Cristo conta a parábola da ‘Árvore boa e a má’: a árvore má produz maus frutos e a árvore boa produz bons frutos ( Mt 12:33 ). A figura da árvore representa o homem; a árvore má representa o homem que não nasceu de novo, árvore que não foi plantada por Deus, ou seja, é árvore nascida de uma semente corrupta, a semente de Adão.
O homem (árvore má) pode até dar coisas boas aos seus semelhantes, porém, dizer coisas boas é impossível, pois possui um mau tesouro no coração enganoso e corrupto ( Mt 12:35 ), e Jesus aplica a figura da árvore má diretamente aos fariseus, porque sendo maus, nascidos de Adão, era impossível (não podiam) dizer boas coisas ( Mt 12:34 ).
É por causa da impossibilidade de um homem sem Cristo (árvore má) dizer (fruto) coisas boas que Jesus alerta acerca de como identificar os falsos profetas: pelo fruto, ou seja, pelo que dizem, pois a boca evidencia o que há no coração. É possível um falso profeta se manter escondido sob o disfarce de ovelha, ou seja, pela aparência (boas ações), mas é impossível disfarçar o fruto ( Mt 7:15 -16).
Embora muitos pensem: “Eu não sou malévolo”, ou até diga: “Cometo erros, mas isto não me faz merecer queimar em fogo pela eternidade”, o juízo de Deus para condenação foi estabelecido por causa de um só homem que pecou. Por causa da ofensa de Adão a condenação se abateu sobre todos os homens ( 1Co 15:21 -22), e muitos ignoram o fato de estarem condenados.
Muitos argumentam que é injusto ser condenado à perdição eterna porque um homem pecou! Este era o sentimento dos filhos dos escravos, pois nada fizeram para estarem sujeitos ao mando de seus senhores, entretanto, estavam condenados a uma existência de servidão.
Alegar que é injusto ser condenado pelo erro de outro não livra o homem da sua condição de sujeição ao pecado. O que livra o homem de tal condenação é crer no evangelho, que é poder de Deus para fazer dos filhos de Adão filhos de Deus.

A doutrina de Cristo
- "O que eu devo fazer para ser salvo?"
A Bíblia dá a seguinte resposta: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa" ( At 16:30 -31).
Quem é Jesus para que eu possa confiar n’Ele?
Jesus foi um homem da cidade de Nazaré como qualquer outro homem. Porém, o diferencial entre Cristo e os demais homens está na forma como

veio ao mundo. Enquanto os demais homens vêm à existência da concepção derivada da união íntima de um homem e uma mulher - na eternidade o Verbo Eterno teve que se esvaziar da sua glória, ou seja, deixar o seu divino poder, e ser ‘lançado’ pelo Espírito Santo no ventre de uma virgem (Maria). Fato que determina que nasceu sem pecado!
O Verbo - desde sempre existiu - mas ao despir-se da sua glória, conforme as profecias se fez homem e nasceu na casa de Davi. Entre os homens foi nomeado ‘Jesus’ conforme orientação de Deus, e tudo o que estava escrito acerca d’Ele nas Escrituras cumpriu-se ( Rm 1:3 ).
Enquanto o primeiro homem Adão, que veio ao mundo sem pecado, desobedeceu a Deus, o Verbo eterno - ao assumir a forma humana - se fez servo e foi obediente até a mote, e morte de cruz. A desobediência de Adão trouxe condenação sobre todos os homens, e Cristo, pela Sua obediência, trouxe salvação a todos quanto crerem n’Ele.
Jesus foi declarado Filho de Deus com poder quando Deus O ressuscitou dentre os mortos ( Rm 1:4 ), cumprindo cabalmente o que foi dito a Davi:- “O teu descendente que proceder das tuas entranhas (...) Eu lhe serei por Pai e Ele me será por Filho” ( 2Sm 7:12 -14).
O apóstolo Pedro deu testemunho que Cristo foi crucificado, mas que Deus o ressuscitou dentre os mortos e que em nenhuma outra pessoa há salvação, pois na terra não há outro nome pelo qual os homens são salvos ( At 4:11 -12).
Jesus é o Salvador, porque quando o homem (Adão) pecou contra o Criador, Deus prometeu um libertador (O Messias, que é o Cristo) e, na plenitude dos tempos Deus enviou o seu Unigênito aos homens, cumprindo-se as profecias escritas a respeito de Jesus séculos antes do Seu nascimento.
Jesus é o descendente prometido a Abraão em quem todas as famílias da terra seriam benditas. Ele é o rebento na casa de Jessé, o Filho de Davi. Conforme a profecia, Jesus nasceu de uma virgem na cidade de Belém, e na sua boca nunca houve engano, porque falava verazmente segundo o seu coração.
Conforme as profecias, na crucificação, as mãos e pés de Jesus foram perfurados, morreu e foi sepultado na cova de um homem rico e ao terceiro dia ressurgiu dos mortos, provando assim que o Jesus de Nazaré é efetivamente o Cristo, o Filho de Davi conforme confessou o cego a beira do caminho de Jericó.
Até aqui, apresentamos aspectos da vida de Jesus homem quando habitou entre nós, porém é imprescindível salientar que Jesus também é o Senhor da Glória.
Jesus, desde sempre (eternidade) é Deus ( Jo 1:1 ). De posse do Seu eterno poder tem toda autoridade. Na eternidade não há hierarquia entre as pessoas da trindade (são um) "Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra (Verbo Eterno), e o Espírito Santo; e estes três são um" ( 1Jo 5:7 ) , de modo que o Verbo Eterno possui toda autoridade, é conhecedor de todas as coisas, é onipresente e dá vida a todos que crerem nele conforme as Escrituras.
Antes de haver mundo, o Verbo eterno criou todas as coisas e Ele sustem todas as coisas pelo Seu poder, mas para ser introduzido no mundo o Verbo eterno despiu-se do seu eterno poder (Jo 17.5; Fl 2.7), e se fez carne e passou a habitar entre os homens na qualidade de único gerado de Deus, pois a sombra do Espírito repousou sobre Maria e ela achou-se grávida.
Quando esteve entre os homens admitiu abertamente: "Eu e o Pai somos um". E aquele que o ouviram retrucaram: "... tu, sendo homem, te fazes Deus" ( Jo 10:30 -33). Eles achavam que Jesus estivesse blasfemando e queriam matá-lo. Todas as vezes que Jesus anunciou a sua divindade, os seus ouvintes quiseram apedrejá-Lo: – “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse ‘Eu Sou’” ( Jo 8:58 ).
Quando João Batista deparou-se com Jesus, apesar de ver um homem semelhante a ele, declarou: - “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Jesus sendo homem, João batista enfatizou: - “Este é aquele do qual eu disse: Após mim vem um homem que tem a primazia, porque era primeiro do que eu”, apontando a preexistência de Cristo ( Jo 1:30 ).
Na eternidade não havia a relação Pai, Filho e Espírito Santo. Na eternidade o Verbo é 100% Deus, e ao deixar a sua glória ao ser introduzido no ventre de Maria se fez 100% homem. No mundo dos homens com a encarnação do Verbo eterno passou a existir a relação Pai e Filho, pois seres celestiais não procriam e, este foi o acordo de Deus Elohim na eternidade ( 2Sm 7:14 ).
Em meio aos homens, Jesus não deteve nem se quer 0.0001% do poder que possui antes de ser introduzido no mundo, pois só tornando-se efetivamente homem reuniria os elementos imprescindíveis para ser mediador entre Deus e os homens, ou seja, em tudo Cristo foi semelhante aos homens "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" ( 1Tm 2:5 ; Hb 2:17 ).
Lembrando que o poder de Deus é infinito, qualquer porcentagem do poder de Deus, a mais ínfima, diz de um poder ilimitado. Quando em meio aos homens, Jesus viveu na dependência completa do Pai, ou seja, efetivamente se fez homem e foi obediente ao Pai até o fim.
Quando homem, apesar de não estar de posse da sua glória (poder), Jesus - o Espírito Eterno encarnado - era digno de adoração. Os discípulos e os seguidores de Jesus não conseguiam compreender que, aquele homem nascido em Belém e que residiu na cidade de Nazaré era o Criador do mundo.
Os contemporâneos de Jesus não conseguiam ter ideia da glória e majestade de Cristo porque Ele se fez homem por causa da paixão da morte. Mas através da sua ressurreição, agora é possível compreender que todas as coisas estão sujeitas a Cristo ( Hb 2:8 -10).
É imprescindível ao crente compreender que Jesus é o Sumo-sacerdote da Nova Aliança que pode compadecer dos pecadores, pois esteve sujeito às mesmas fraquezas e em tudo foi tentado, porém, sem pecado ( Hb 4:15 ). Ele mesmo - em obediência ao Pai - se interpôs como sacrifício ( Hb 9:15 ), e entrou nos céus, em um tabernáculo não feito por mãos de homens ( Hb 9:24 ); "Mas Ele, que já permanece para a eternidade, possui um sacerdócio exclusivo. Eis porque tem condições de salvar definitivamente os que, por meio dele, se aproximam de Deus, pois está sempre vivo para interceder em favor dele" ( Hb 7:24- 25).
A mensagem de Jesus é universal e atemporal: Jesus salva crianças, velhos, mulheres, homens, rico, pobre, sábio, ignorante, etc.
Quando entre os homens, Jesus recebeu afetuosamente tanto os rejeitados pela sociedade e pela religião, quanto aqueles que, tendo uma religião e desempenhando um papel social, creram n’Ele.
Jesus comissionou os seus discípulos, dizendo: - “Ide e fazei discípulos de todas as nações” ( Mt 28:9 ; Jo 3:16 ), pois Ele morreu pela humanidade inteira.
Cristo morreu por todos os homens, e não por alguns em particular ou em especial, pois o desejo de Deus é que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade ( 1Tm 2:4 ).
Para ser salvo é necessário crer que aquele Jesus que residiu na cidade de Nazaré é o Filho de Deus, nascido da descendência de Abraão e na casa de Davi. Que Ele fez muitos milagres e maravilhas enquanto andou entre os homens com a missão de revelar Deus a humanidade ( At 4:10 ). Foi morto, sepultado, mas ressurgiu ao terceiro dia e está à destra da Majestade nas alturas.
Jesus veio ao mundo como o Unigênito do Pai e, por tudo que sofreu, fica evidente que, mesmo sendo o Filho de Deus, foi obediente em tudo, até à morte ( Hb 5:8 ). Ele foi conduzido ao calvário como um cordeiro que não abriu sua boca e, abdicou de fazer a sua vontade, sujeitou-se à vontade do Pai ( Lc 22:42 ). E, ao terceiro dia ressuscitou dentre os mortos como o Primogênito de Deus, pois por Ele muitos filhos são conduzidos a Deus ( Hb 2:10 ), pois aqueles que creem em Cristo - morrem para o mundo e nascem de novo - como filhos de Deus.

Novo Nascimento
O novo nascimento através da semente incorruptível é providência graciosa de Deus que torna o homem livre da natureza má herdada de Adão.
Quando você crê que Jesus é o Cristo, torna-se participante da carne e do sangue de Cristo ( Jo 6:35 e 53). Isto significa que você é participante da morte de Cristo, ou seja, tomou a sua própria cruz e seguiu após Cristo, foi crucificado, morto e sepultado à semelhança da Sua morte ( Rm 6:5 ).
Quando o homem crê em Cristo, o juízo de Deus estabelecido no Éden é satisfeito, pois a pena estabelecida para os pecadores - a morte - não passa da pessoa do transgressor. Deus é justo juiz quando o pecador morre com Cristo, pois recebe o cumprimento da sua sentença , pois o salário do pecado é a morte.
É no momento da morte com Cristo que o homem passa à condição de morto para o pecado ( Rm 6;11 ), e a maravilhosa graça de Deus se manifesta, pois mesmo não tendo obrigação nenhuma para com aquele que foi apenado na morte com Cristo, graciosamente Deus traz a existência um novo homem pela ressurreição de Cristo.
O velho homem é crucificado para que o corpo que pertencia ao pecado seja aniquilado ( Rm 6:6 ), e o pecado não tenha mais domínio sobre o tal homem , pois é certo que, morrendo o homem não há mais lei que o vincule ao pecado ( Rm 7:4 ).
O crente em Cristo ressurge com Cristo ( Cl 3:1 ) uma nova criatura criada segundo Deus em verdadeira justiça e santidade ( Ef 4:24 ), de modo que já não há nenhuma condenação ( Rm 8:1 ).
O apóstolo Paulo diz que nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, porque aquele que está em Cristo Jesus é uma nova criatura isenta de culpa ( Rm 8:1 ; 2Co 5:17 ). Esta nova criatura é participante da natureza divina, ou seja, bom, luz, filho, etc. ( 2Pd 1:4 ). Do bom tesouro do coração fala coisas boas: confessa que Jesus é o Filho de Deus, produz o fruto dos lábios de quem está ligado à oliveira verdadeira: - “Paz, paz, para os que estão longe e para os que estão perto” ( Is 57:19 ).
A nova criatura não mais comete erros? Sim comete, pois apesar de se livrar da condenação estabelecida no Éden, ainda é conhecedor do bem e do mal. Entretanto, as suas obras e intenções do seu coração serão julgadas no Tribunal de Cristo, e não mais no Grande Trono Branco ( 2Co 5:10 ).

Falta alguma coisa?
O crente em Cristo arrependeu-se quando creu em Cristo conforme tudo o que foi predito acerca d’Ele nas Escrituras, momento em que Deus concedeu o perdão de todos os seus pecados e delitos.
Agora em Cristo - uma nova criatura - você não precisa viver admitindo culpa (confessando erros do cotidiano) diante de Deus para garantir a salvação, pois nenhuma condenação há que pese sobre você como nova criatura.
Todas as ações dos cristãos serão julgadas no Tribunal de Cristo, portanto, você pode pedir perdão a Deus por questão de consciência, mas não são estas questões que te levará à perdição.
Como crente, você não precisa mais arrepender-se acerca de como alcançar salvação, ou seja, mudar de concepção (metanoia), pois o seu arrependimento diante da mensagem do evangelho é o que te levou a crer em Cristo. O arrependimento bíblico não se repete ao longo da existência do cristão neste mundo, pois crer em Cristo se dá de uma vez por todas, sendo necessário somente a perseverança.
O arrependimento ligado ao remorso e que se concita a confissão de erros diante de um sacerdote, ministro, padre, etc., decorre de uma concepção católica antiga que vinculava o arrependimento à penitência, ou indulgência.
Por causa das questões próprias à penitencia e à indulgencia surgiram afirmações como: - “Não basta admitir culpa, tem que se arrepender”; ou - “Arrependimento genuíno só parte de um coração quebrantado”; ou - “Arrependimento é mais que remorso”, etc.
A culpa pelos erros cometidos, somado à ideia de arrependimento como penitencia e indulgência fazia com que as pessoas doassem seus bens como prova de genuíno arrependimento e devoção, porém, o arrependimento bíblico é somente admitir que Jesus é o Cristo de Deus que tira o pecado do homem.
A oração do crente nascido de novo é de alegria, expressão verbalizada da sua confiança por ter amplo acesso ao trono de Deus "No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele" ( Ef 3:12 ; Hb 10:19 ). Você não deve se apresentar como indigente diante de Deus, mas como filho agradecido por todas as bênçãos concedidas, pois Deus nos fez assentar nas regiões celestiais em Cristo Jesus ( Ef 1:3 ).
Ainda falta alguma coisa para o crente? Sim.
Há a necessidade de se alimentar constantemente. Primeiro com leite racional, depois com alimento sólido até chegar a estatura de varão perfeito, a medida da estatura de Cristo. Prosseguir para o alvo, que é o pleno conhecimento de Cristo. Combater o bom combate em defesa do evangelho e permanecer crendo nele!
E depois de haver feito isto, permanecer firme, até que o corpo mortal seja revestido da imortalidade.

http://www.estudobiblico.org




Vietnã restaura controle comunista para perseguir cristãos


No Vietnã, policiais instalaram uma câmera bem na frente da casa de Thuy*, que é esposa de um líder cristão. “A polícia quer saber quem entra e quem sai do nosso prédio. Como nossa igreja ainda não é registrada, usamos nossas casas para realizar as reuniões e cultuar a Deus”, comenta a cristã.
De acordo com um colaborador da Portas Abertas: “O governo local de Saigon, que é a maior cidade do Vietnã, está reintroduzindo o antigo sistema de controle comunista e também o ‘Programa Vizinho Amigável’, que funciona da seguinte forma: três vizinhos são agrupados para vigiarem um ao outro. Isso já está sendo imposto no Distrito 8. As famílias são aconselhadas a vigiarem seus vizinhos. Por exemplo, se criam galinhas em sua casa, o que é proibido por motivos sanitários, o vizinho que não relatar isso será responsabilizado”, conta ele.
Os analistas de perseguição acreditam que o sistema será usado para monitorar a circulação de pessoas nas ruas e nas casas, principalmente porque existe um crescimento contínuo de igrejas domésticas na cidade. “Por favor, orem para que os cristãos vietnamitas encontrem estratégias na hora de suas reuniões”, pede um dos analistas.
Pedidos de oração
Ore para que Thuy* seja cada vez mais cuidadosa ao se reunir com os irmãos em sua casa. Peça ao Senhor para abençoar o crescimento de igrejas no Vietnã e que muitos se convertam aos caminhos de Jesus. Ore também para que os perseguidores sejam tocados pelo amor de Cristo.

Fonte: Portas Abertas

Ministério Mãshîah grava DVD ao vivo em Fortaleza


O ministério Mãshîah tem ensaiado ao longo do mês de janeiro para a gravação do DVD “Milagre Inesperado” marcada para acontecer em 6 de fevereiro em Fortaleza (CE).
O grupo formado por Felipe Escaleira vocalista, Bruno César no teclado, Márcio Bastos na Bateria e Marcelo Bastos no Baixo, tem orado e buscado a Deus para que este seja o melhor trabalho da carreira.
O repertório escolhido trará 14 canções, entre elas o sucesso “Reconstruindo os Muros” tocada em várias rádios do país e outras músicas do CD mais recente da banda que foi lançado pelo selo digital da Universal Christian Group (UMCG).
“Estamos muito felizes e gratos a Deus porque estamos vivendo o Milagre Inesperado nas nossas vidas. É uma expectativa muito grande, contudo temos a certeza que Deus está no controle de tudo. Afinal tudo é dEle, por Ele e para Ele”, conta Marcelo, fundador e compositor de todas as canções do Mãshîah.
Quem estiver em Fortaleza na data poderá participar da gravação levando apenas 1 kg de alimento não perecível.

gospelprime

sábado, 23 de janeiro de 2016

Oração: confiança em Deus expressa em palavras


A mulher cananeia expressou a sua confiança em Cristo com as seguintes palavras: - “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada” (Mt 15:22). O rogo por misericórdia do Filho de Davi constitui oração, súplica, entretanto, pela natureza do pedido, esta mesma súplica constitui-se adoração, pois o teor do pedido só pode ser realizado por Deus.


Como confiar
É comum ouvirmos que Deus atende à oração daqueles que confiam n’Ele. Isso é verdade, porém, você sabe como confiar em Deus?
Confiar, do ponto de vista de cada indivíduo, é algo subjetivo, pois cada um pode confiar em Deus à sua própria maneira.
Entretanto, confiar em Deus, do ponto de vista bíblico, é algo objetivo e ao alcance de todos os homens.
Quando alguém se socorre de um médico, assim o faz porque confia que o seu problema vai ser diagnosticado e sanado. Mas, após o término da consulta, a prova de que realmente confia em seu profissional da área médica, se dá quando essa pessoa se submete às prescrições contidas na receita médica.
De nada adianta dizer: ‘confio no meu médico’, se não acatar as prescrições. Nesse sentido, de nada adianta dizer: - ‘Eu confio em Deus’ e não obedecer ao que Ele ordena.
A Bíblia nos apresenta um mandamento específico, que é prova de que realmente confiamos em Deus:
“E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento” (1Jo 3:23).
Não basta crer na existência de Deus, ou crer na possibilidade de um milagre. Um verdadeiro crente crê em Cristo como o Filho de Deus, pois é este o testemunho que Deus deu acerca de seu Filho nas Escrituras (Jo 7:38), a obra que o homem deve realizar (Jo 6:29; Tg 1:25).
A Bíblia é um testemunho vivo que Deus deu acerca do seu Filho, Jesus Cristo, portanto, qualquer que crê que Jesus é o Filho de Deus, realmente confia em Deus: "Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu" (1Jo 5:10).
Jesus mesmo disse que as Escrituras testificavam acerca d’Ele, pois o que foi registrado na Lei, nos Profetas e nos Salmos é o testemunho que Deus deu do seu Filho Jesus Cristo: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna e são elas que de mim testificam" (Jo 5:39).
O apóstolo Paulo deixou registrado que Deus não faz acepção de pessoas, pois é Senhor de todos e generoso para com todos os que o invocam e para dar sustentação ao que afirmou, citou as Escrituras: “Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido” (Rm 10:11; Rm 9:33; Is 28:16).
Crer é algo de foro íntimo, portanto, impossível de ser mensurável por terceiros. Mas, para que o homem seja declarado justo, é necessário que creia, no coração, que Jesus é o Filho de Deus e que Ele ressurgiu dentre os mortos (Rm 10:9-10).
Aquele que crê com o coração que Deus ressuscitou a Cristo dentre os mortos, está apto a confessar (admitir) com a boca que Jesus é o Senhor. Através dessa confissão, que é o fruto dos lábios, fica evidenciado o que há no coração, pois a boca fala do que há em abundância no coração (Mt 12:34).
Só é possível identificar se uma pessoa realmente confia em Deus, quando ela confessa que Jesus é o Filho de Deus, da mesma forma que Simão Pedro confessou: “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16:16; 1Jo 4:15). Quem assim confessa é porque crê nas Escrituras, ou seja, no testemunho que Deus deu acerca do seu Filho.
Muitos alegam que Deus só ouve (atende) às orações daqueles que possuem uma relação intima com Ele, ou que a oração agrega em si todas as formas de comunhão com Deus[1]. Mas, no que consiste tal relação ‘intima’? Jejuns, sacrifícios, votos, flagelo, penitência, etc.?
Ora, aquele que crê que Jesus é o Cristo e cuida do próximo, segundo o mandamento de Deus, é que ama a Deus, ou seja, que guarda os seus mandamentos (1Jo 3:22). Ora, quem crê em Cristo já possui uma relação intima com Deus, pois o apóstolo João mesmo diz que aquele que crê, Deus está nele e ele em Deus: “E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado” (1Jo 3:24).
‘Confiar’ em Deus transcende as palavras, pois só confia em Deus aquele que põe por obra o testemunho de Deus: crendo em Cristo (1Jo 3:18; Jo 6:29). Quem crê em Cristo faz o que é agradável a Deus, pois guardou o Seu mandamento (1Jo 3:22).

As beneficências prometidas a Davi
Quando alguém crê em Cristo alcança a maior riqueza que uma pessoa poderia adquirir: a salvação. A salvação em Cristo possui valor acima de todas as riquezas que há no mundo inteiro: "Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?" (Mt 16:26).
O que era impossível alguém conquistar por si só, Deus conquistou para os que creem em Cristo: a salvação: “Os seus discípulos, ouvindo isto, admiraram-se muito, dizendo: Quem poderá pois salvar-se? E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível” (Mt 19:25-26).
Ora, se alguém crê em Jesus Cristo como o Filho de Deus, é porque crê que Deus é poderoso para cumprir a Sua promessa, pois a prova de que a palavra de Deus é firme e imutável está em que Cristo ressuscitou dentre os mortos.
A promessa que Deus fez aos patriarcas, Deus cumpriu a nós, ressuscitando a Cristo (At 13:32), pois de Cristo decorre as firmes beneficências prometidas a Davi (At 13:34; Is 55:3).
Da mesma forma que Deus cumpriu a sua palavra, não deixando na sepultura o Seu Filho, todos os que creem ressurgem com Cristo (Rm 6:8), pois a promessa que Ele fez é a vida eterna (1Jo 2:25; 1Jo 5:13).
Além da salvação, o crente é herdeiro de Deus e coerdeiro com Cristo de todas as coisas: "Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?" (Rm 8:32; Rm 8:17).
Qualquer que confia e obedece a Deus já recebeu o maior dos milagres: a redenção da sua alma.

Confiando
A maior expressão de nossa confiança em Deus não se resume em uma súplica emitida através dos lábios, e sim na paz de espírito que experimentamos diante das vicissitudes da vida.
Quando o crente não se inquieta por coisa alguma, nisto está a sua oração. Não se abalar por questão alguma é a máxima expressão de confiança em Deus. Ficar inquieto, preocupado, ansioso, etc., não traz solução. Melhor é rogar a Deus confiando em seu favor (misericórdia), sendo grato em tudo: "Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças" (Fp 4:6).
Um exemplo de confiança, encontramos em Habacuque que, após Deus revelar que haveria de punir Israel através de homens ímpios, expressou a sua gratidão dizendo:
“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação(Hc 3:17-18).
‘Oração e súplica’ significa ‘confiança na misericórdia’, como lemos:
“ORAÇÃO do profeta Habacuque sobre Sigionote. Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia (Hc 3:1-2).
Habacuque expressou a sua confiança em Deus (oração) confiado na misericórdia (súplica).
Quando é dito: "Perseverai em oração, velando nela com ação de graças" (Cl 4:2), o apóstolo Paulo está recomendando permanecer confiando, ou seja, não se demovendo da confiança em Deus: "Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração" (Rm 12:12).
Muitos interpretam oração como sacrifício, penitência, no entanto, o termo oração não deve ser visto como entendem os gentios: vãs repetições, rezas, etc.
Observe este verso no grego quando transliterado:
“διὰ πάσης προσευχῆς καὶ δεήσεως προσευχόμενοι ἐν παντὶ καιρῷ ἐν
Por toda oração e petição orando em todo tempo em
πνεύματι, καὶ εἰς αὐτὸ ἀγρυπνοῦντες ἐν πάσῃ προσκαρτερήσει καὶ δεήσει περὶ
(o) espirito, e para isso vigiando em toda perseverança e petição por
πάντων τῶν ἁγίων”
todos os santos
‘προσευχῆς’ (oração) não é o mesmo que ‘δεήσεως’ (petição)? Porque o apóstolo Paulo faz referência duas vezes aos termos oração e petição em um mesmo verso?
Os termos gregos traduzidos por oração[2] são προσευχη (proseuche) e προσευχομαι (proseuchomai). O termo pode ser utilizado para denotar uma petição a Deus ou ao lugar em que se faz tais petições. Entretanto, os apóstolos fazem uso do termo sob um outro prisma: confiança, devoção.
Quando a mulher cananéia rogou por misericórdia e foi provada por Cristo, persistiu com toda devoção (oração) e súplica, dizendo: - “Senhor, socorre-me!” (Mt 15:25). Ela assumiu a sua penúria diante daquele que podia socorrê-la.
Do ponto de vista bíblico, quem faz um rogo a Deus, é por que confia em Deus, de modo que, através de um recurso linguístico[3], a metonímia, o termo oração passa a denotar confiança.
A mulher cananeia expressou a sua confiança em Cristo com as seguintes palavras: - “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada” (Mt 15:22). O rogo por misericórdia do Filho de Davi constitui oração, súplica, entretanto, pela natureza do pedido, esta mesma súplica constitui-se adoração, pois o teor do pedido só pode ser realizado por Deus.
Quando lemos: ‘orando em todo o tempo’, o sentido é: ‘confiar sempre, continuamente’, com plena confiança (προσευχη-oração). O termo δέησις[4] traduzido por súplica remete à misericórdia divina, pois quem assume a condição de necessitado (δέησις) é porque espera por misericórdia. Em outras palavras, o apóstolo Paulo está recomendando aos cristãos que façam imprecações (προσευχομαι) com plena confiança (προσευχη) na misericórdia (δέησις) de Deus.
A oração do ponto de vista bíblico pode assumir o valor de devoção. Mas, vale destacar que há devoção e devoções. A devoção de um indivíduo pode ser real, entretanto, se o objeto de devoção é falso, temos a idolatria, que resulta em nada. Mas aquele que nutre devoção em Deus, temos a oração bíblica.
Enquanto no verso ‘προσευχῆς καὶ δεήσεως’ significa ‘confiança em Deus aguardando por Sua misericórdia’, ‘προσκαρτερήσει καὶ δεήσει’ significa ‘permanecer rogando’ a Deus em favor dos santos: "Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito e vigiando nisto, com toda a perseverança e súplica por todos os santos" (Ef 6:18).
Quando Tiago afirmou de Elias que προσευχῇ προσηύξατο (com oração orou), o sentido é: com confiança rogou (Tg 5:17), de modo que o termo oração assumiu o sentido de ‘confiança’, ‘devoção’.

Então, por que Deus nem sempre responde as petições de todos?
Fica a pergunta: você tem certeza de que Deus te ouve, se pedir alguma coisa, segundo a sua vontade? O verbo ‘ouvir’ na frase significa atender.
Esta deve ser a crença do cristão: antes de abrirmos a boca, Deus já sabe o que havemos de pedir (Mt 6:8), portanto, não é necessário repetir diversas vezes o que se quer para ser atendido (Mt 6:7).
“Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve” (1Jo 5:14).
O que o evangelista João expressou neste verso? Se o crente pedir a Deus para ganhar na loteria Deus há de conceder? Alguém pode argumentar que não, pois este não é um pedido legitimo. E se o crente pedir uma casa? Alguém pode objetar dizendo: Mais tal pedido é para deleite próprio.
Qual pedido Deus ouve? Qual pedido é de acordo com sua vontade?
O evangelista João estava demonstrando que todo aquele que crê em Cristo é nascido de Deus (1Jo 5:1), ou seja, é filho (1Jo 3:1). Em seguida, enfatiza o seu objetivo: “Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes, no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna e para que creiais no nome do Filho de Deus” (1Jo 5:13).
Ou seja, tudo o que o evangelista estava demonstrando, era que os cristãos já estavam de posse da vida eterna, pois haviam crido no nome de Jesus. Pois Deus deu a vida eterna: o seu Filho Jesus Cristo (1Jo 5:11), de modo que quem tem a Cristo, tem a vida eterna (1Jo 5:12).
Se confiamos em Deus, que se pedirmos algo segundo a sua vontade, Ele concede (ouve) (1Jo 5:14), e que a vontade d’Ele é que todos se salvem e venham ao conhecimento da verdade (1Tm 2:4), certo é que se pedimos vida eterna (1Jo 5:15), já alcançamos, visto que sabemos que nos ouve e temos os pedidos atendidos: temos a vida eterna.
A exposição joanina tem o condão de demonstrar que o crente já alcançou o que pediu: salvação, portanto, Deus responde igualmente o pedido de todos que O invocam: "Porque todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo" (Rm 10:13); "E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (At 2:21); "E há de ser que todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como disse o SENHOR, e entre os sobreviventes, aqueles que o SENHOR chamar" (Jo 2:32).
Com relação à salvação Deus responde a todos igualmente, portanto, com relação à vida eterna a pergunta ‘por que Deus não responde a petição de todos’ é sem fundamento e descabida.
Para s



alvar, as mãos de Deus sempre estão estendidas e os seus ouvidos abertos à petição dos homens, entretanto, Deus não ouve aqueles que em lugar de invocar o nome do Senhor, procuram alcançar o seu favor através de sacrifícios, penitências, rezas, rogos, orações, votos, etc. “Certamente, o braço do Senhor não está encolhido para salvar, nem seu ouvido fechado para ouvir. Mas suas iniquidades separaram vocês de Deus. Seus pecados esconderam a face dele de vocês, então ele não os irá ouvir” (Is 59:12).

Tudo o que for pedido será concedido?
O verdadeiro crente sabe que é salvo porque neste quesito Deus o atendeu, porém, quando diante de uma vicissitude ou calamidade, deve proceder como Marta, que apesar de seu irmão ter morrido e estar sepultado há quatro dias, permaneceu crendo que Jesus era o Filho de Deus.
Embora Lázaro estivesse na sepultura, a confiança de Marta em Jesus não se extinguiu e nem ficou abalada, conforme se lê: "Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá" (Jo 11:22). A morte de Lázaro não trouxe inquietação sobre Marta, que naquele momento difícil confessou: - “Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo” (Jo 11:27).
Os discípulos nutriam a sua confiança em Deus, porém, da mesma forma que confiavam no Pai, Jesus orienta os seus seguidores a confiarem n’Ele (Jo 14:1).
Enquanto Jesus estava no mundo, tudo o que os discípulos rogavam, rogavam ao Pai e tudo que era concedido era concedido pelo Pai, pois tudo era realizado por Deus: "Mas Jesus respondeu e disse-lhes: Na verdade, na verdade, vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente" (Jo 5:19).
Porém, próximo da sua partida, Jesus procura demonstrar aos seus discípulos que, da mesma forma que pediam ao Pai, agora podiam pedir ao Filho, pois se pedissem alguma coisa em nome de Cristo, Ele mesmo haveria de realizar, pois tudo o que o Pai realiza, o Filho realiza igualmente.
Agora que Cristo estava retornando à sua glória, tudo que fosse pedido, o Filho haveria de realizar, para que o Pai fosse glorificado através de Cristo. A ideia contida no verso 13 de João 14 é que Jesus e não Deus, que haveria de realizar tudo o que fosse pedido. Antes era o Pai que realizava, mas para que o Pai fosse glorificado, o Filho passaria a realizar tudo.
A ênfase do texto não está em que Cristo há de realizar tudo o que for pedido, mas o que for concedido é Cristo que haverá de realizar: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei” (Jo 14:13-14).
Os discípulos ainda não pediam a Cristo, somente ao Pai, de modo que Ele alerta que podiam pedir diretamente a Ele, e Ele haveria de atender: “E naquele dia nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar. Até agora nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra. Disse-vos isto por parábolas; chega, porém, a hora em que não vos falarei mais por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai. Naquele dia pedireis em meu nome e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai” (Jo 16:23-26).
Jesus estava demonstrando que não mais rogaria ao Pai pelos discípulos, antes Ele mesmo atenderia às petições. E, caso alguém não soubesse o que pedir, que o Espírito Santo haveria de interceder com gemidos inexprimíveis: "E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis" (Rm 8:26).
Quando Jesus disse: "Se vós estiverdes em mim e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito" (Jo 15:7), estava enfatizando a sua capacidade de realizar igualmente tudo o que o Pai realizava, e não que haveria de atender todo e qualquer pedido.

O que dizer das orações “não respondidas”?
O crente deve estar consciente que tudo acontece igualmente aos justos e injustos (Ec 9:2), que o tempo e a sorte ocorre a todos (Ec 9:11), e que há um tempo determinado para todas as coisas (Ec 3:2). É imprescindível considerar que Deus fez o dia da adversidade em oposição ao dia da bonança (Ec 7:14), e que o dever de todo homem é obedecer a Deus (Ec 11:13).
Se o crente orar a Deus considerando as questões acima, ou seja, se não pedir que Deus transtorne a Sua palavra em alguns dos quesitos acima, certamente receberá o que pedir.
Oração do tipo: - ‘Senhor, eu te obedeço, portanto, responda a minha oração’, é sem efeito, pois obedecer a Deus é dever de todo homem. Rogar a Deus: - ‘Senhor, mude a minha sorte, certamente não será atendido, pois a sorte ocorre a todos’.
É comum vermos jogadores de futebol que se dizem cristãos fazendo preces quando entram em campo para que Deus lhes seja favorável. Este tipo de ‘oração’ Deus não atende, pois Ele jamais favorecerá alguém em uma demanda em função de uma oração ou de uma promessa. Se nem o pobre Deus favorece em demandas, que se dirá em questões de probabilidades (Ex 23:3).
Oração que visa transtornar qualquer elemento das questões enumeradas acima não será atendida, pois Deus não favorece ninguém em detrimento do próximo. Quando lemos: “E tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis” (Mt 21:22), devemos considerar que os pedidos que se enquadram nas questões acima não serão concedidos.
Quando é dito: - ‘Se tiveres fé (πίστις-pistis)...’ ( Mt 21:21), expressa a mesma verdade registrada por Marcos: ‘Tende fé em Deus’ (Mc 11:22), o termo grego traduzido por ‘fé’ é um substantivo e, em Mateus, tem o significado de verdade, fidelidade, ou seja, diz do dom de Deus. Se o homem está de posse da verdade do evangelho e não duvida, fará o impossível, daí a alusão ao transportar os montes para o meio do mar. Que impossível será feito? A salvação do homem, milagre muito superior a uma figueira que murchou imediatamente (Mt 19:26).
Certamente, as pessoas justas e injustas ficam doentes e morrem. Problemas financeiros advêm sobre todos e toda sorte de vicissitudes são passíveis de acontecer na vida de qualquer um.

O que fazer então?
Perseverar com alegria, confiando em Deus!
Aquele que confia plenamente em Deus aprende a contentar-se com o que tem. Não ambiciona coisas altas, antes se acomoda às humildes. Saberá ser servo ou príncipe; ter falta ou abundância, pois sabe que pode suportar todas as coisas em Cristo.
Em Cristo, o crente está apto a confessar com segurança, como Sadraque, Mesaque e Abedenego:
“Responderam Sadraque, Mesaque e Abedenego e disseram ao rei Nabucodonosor: Não necessitamos de te responder sobre este negócio. Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste” (Dn 3:16-18).
Quando fazemos um pedido a Deus, temos que considerar que Ele pode nos livrar ou conceder o que pedimos, mas se não formos atendidos, que o nosso dever é permanecer firme, crendo que Jesus é o Filho de Deus.
Se as nossas petições não forem respondidas, temos que considerar que tudo concorre para o bem daqueles que obedecem a Deus (Rm 8:28). Se não alcançamos o que pedimos, é porque o que pedimos visava a um deleite humano: "Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites" (Tg 4:3).
Antes de pedirmos algo em oração, devemos ter em mente que Deus jamais concederá o que pedirmos se for contrário à Sua justiça. Moisés fez um pedido mal, quando rogou que Deus perdoasse o povo, se não, que apagasse o nome dele do livro da vida: "Agora, pois, perdoa o seu pecado, se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito" (Êx 32:32).
Geralmente, quando o homem fica ansioso, é por questões desta vida, como casa, carro, casamento, família, emprego, etc. Nada nos impede de rogarmos a Deus e apresentarmos os nossos anseios, porém, sempre que rogarmos, que seja sempre com ação de graças: “Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos. Perto está o Senhor. Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus” (Fp 4:5-7).
- “Senhor, me conceda ..., mas se o Senhor não me atender, contudo me alegrarei em Ti, o Deus da minha salvação”.
- “Senhor, eu rogo a ti..., pois sei que me ouves, mas se não for do teu agrado conceder, sei que o Senhor tem cuidado de mim".

“Lancem sobre ele toda ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (1Pd 5:7).
Os heróis listados na galeria da fé praticaram coisas incríveis e outros sofreram coisas terríveis, mas todos permaneceram fiados em Deus:
“Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos. As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; E outros experimentaram escárnios e açoites e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos e montes e pelas covas e cavernas da terra. E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados” (Hb 11:33-40).
Este foi o lema destes homens postos por exemplo:
“Confie nele todo o tempo, ó povo. Coloque diante dele o coração, pois ele é o nosso refúgio” (Sl 62:8).
Embora Deus tenha dado testemunho destes homens, conforme consta nas Escrituras, eles não alcançaram a promessa, mas, nós que cremos em Cristo, apesar das aflições deste tempo presente, temos alcançado coisa melhor, a ponto de o apóstolo Paulo dizer que as aflições não são para se comprar com a glória que em nos será revelada (Rm 8:18).
Esta é a confiança daqueles que estão em Cristo, ou seja, que são uma nova criatura: “Se vocês permanecerem em mim e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido” (João 15:7 e 17).
O que devemos pedir? Jesus está demonstrando que temos plena liberdade para pedir e não que tudo será concedido. Mas, se o crente pedir a Cristo para produzir fruto, certamente Deus concederá, pois o fruto que o crente produz redunda em glória a Deus (Jo 15:8), pois para isso o crente é escolhido e comissionado: produzir frutos (Jo 15:16), ou seja, o fruto é anunciar as virtudes de Cristo: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).
Qualquer que confessa a Cristo, glorifica a Deus, ou seja, oferece sacrifício de louvor: “Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13:15); "Aquele que oferece o sacrifício de louvor me glorificará; e àquele que bem ordena o seu caminho, eu mostrarei a salvação de Deus" (Sl 50:23).



[1] “O termo oração, em sentido mais lato, inclui todas as formas de comunhão com Deus. Abrange a adoração, o louvor, o agradecimento, a súplica e a intercessão” Bancroft. E. H., Teologia Elementar, Editora EBR – Editora Batista Regular, 3º Edição, 2001, pág. 365.
[2] “4335 προσευχη proseuche de 4336; TDNT - 2:807,279; n f 1) oração dirigida a Deus 2) lugar separado ou apropriado para oração 2a) sinagoga 2b) lugar ao ar livre onde os judeus costumavam orar, fora das cidades, nos lugares onde não tinham sinagoga 2b1) tais lugares estavam situados às margens de um rio ou no litoral de um mar, onde havia um suprimento de água para lavar as mãos antes da oração Sinônimos ver verbete 5828 e 5883”; “4336 προσευχομαι proseuchomai de 4314 e 2172; TDNT - 2:807,279; v 1) oferecer orações, orar” Dicionário Bíblico Strong; “ORAR A. Verbos. 1. euchomai (ευχομαι), “orar (a Deus)”, é usado com este significado em 2 Co 13.7 (“rogo”); 2Co 13.9 (“desejamos”); Tg 5.16; 3 Jo 2. Às vezes os verbos “prover" (At 26.29), "desejar” (At 27.29), "poder desejar" (Rm 9.3), indicam que a “oração” está envolvida.1 2. proseuchomai (προσευχομαι). “orar”, sempre é usado acerca da "oração” feita a Deus, e é a palavra mais frequente a este respeito, sobretudo nos Evangelhos Sinóticos e em Atos, uma vez em Romanos (Rm 8.26); em Efésios (E f 6.18); em Filipenses (Fp 1.9); em I Timóteo (1 Tm 2.8); em Hebreus (Hb 13.18); cm Judas (Jd 20). Quanto à injunção em 1 Ts 5.17. veja CESSAR. C. 3. erõtaõ (ερωταω), “pedir”, tem o sentido do verbo “rogar” em Lc 14.18.19; 16.27; Jo 4.31; 14.16; 16.26; 17.9; 17.15 (“peço”); Jo 17.20; At 23.18; 1 Jo 5.16 (“orará” ). Veja PEDIR. A, r\° 2. B. Substantivos. 1. euche (ευχη), cognato de A, n° 1. denota “oração” (Tg 5.15); “voto” (At 18.18 e 21.23). veja VOTO. 2. proseuche (προσευχη), cognato de A. n° 2, denota: (a) “oração” (a Deus), o termo mais freqüente, ocorre, por exemplo, em Mt 21.22: Lc 6.12 (onde a frase não deve ser considerada literalmente como se significasse, “a oração de Deus” [genitivo subjetivo], mas no caso acusativo, “oração a Deus”). Em Tg 5.17, “orando, pediu", é, literalmente, “ele orou com oração” (forma hebraística); nos seguintes textos, a palavra é usada com o n° 3: Ef 6.18: Fp 4.6; 1 Tm 2.1: 5.5; (b) “um lugar de oração” (At 16.13.16). um lugar fora dos muros da cidade. 3. deesis (δεησις), primariamente “desejo, necessidade” (cognato dc A, n° 4), então, “pedido, solicitação, súplica”, no Novo Testamento sempre é dirigido a Deus, sendo traduzido ou por “súplica” ou por “oração” (e seus respectivos plurais), em Lc 1.13; 2.37; 5.33; Rm 10.1; 2 Co 1.11:9.14; Fp 1.4: Fp 1.19: 2 Tm 1 .3 ;H b 5 .7 ;T g 5.16: 1 Pe3.12” Dicionário Bíblico VINI.
[3] “Metonímia ou Transnominação - É a figura de linguagem que consiste no emprego de um termo por outro, dada a relação de semelhança ou a possibilidade de associação entre eles. Definição básica: Figura retórica que consiste no emprego de uma palavra por outra que a recorda” Wikipedia
[4] “1162 δεησις deesis de 1189; TDNT - 2:40,144; n f 1) necessidade, indigência, falta, privação penúria 2) o ato de pedir, petição, súplica, pedido a Deus ou a um ser humano Sinônimos ver verbete 5828 e 5883” Dicionário Bíblico Strong.

estudobiblico.org

domingo, 17 de janeiro de 2016

Charge do Charlie Hebdo sobre garoto sírio afogado causa revolta; amplie


A tia de Alan Kurdi, o pequeno menino sírio morto afogado em setembro passado em uma praia turca, manifestou sua indignação com uma charge de seu sobrinho nas páginas do jornal satírico francês “Charlie Hebdo”.
A foto de Alan (inicialmente identificado pela imprensa mundial como Aylan) chocou o mundo e virou símbolo da crise humanitária dos refugiados sírios.
Ocupando metade de uma página dupla do último número da revista, a charge assinada pelo editor Riss mostra um homem correndo atrás de uma mulher sob o seguinte título: “Migrantes: no que teria se transformado o pequeno Alan se tivesse crescido?”.
O próprio Riss responde, com a legenda “Apalpador de bundas na Alemanha” (tradução livre de “Tripoteur de fesses en Allemagne”), em uma referência às agressões sexuais registradas neste país na noite de Ano Novo. Segundo as denúncias, a maioria dos suspeitos seria de refugiados.
A Alemanha foi o país europeu que acolheu o maior número de refugiados sírios até agora.
“É nojento, mas vamos ignorar”, publicou Tima Kurdi, a tia do pequeno Alan, em sua conta no Twitter. Ela mora no subúrbio de Vancouver, no oeste do Canadá, país que recebeu, na condição de refugiados, seu irmão, a mulher dele e os três filhos.
Em entrevista à televisão pública CBC, Tima Kurdi falou da dor da família.
“Desejo que as pessoas respeitem a dor da nossa família, que não é mais a mesma desde a tragédia”, desabafou.
“É injusto nos fazerem mal de novo”, completou Kurdi, imaginando a dor sentida por seu irmão, Abdallah, pai do menino afogado.
A charge deflagrou duras críticas nas redes sociais. Em Paris, questionada pela AFP nesta quinta-feira (14), o jornal não quis comentar a polêmica.

Fonte: G1

Deus Vê o Íntimo – Paulo Junior



Riu-se, pois, Sara no seu íntimo, dizendo consigo mesma: Depois de velha, e velho também o meu senhor, terei ainda prazer?  Disse o SENHOR a Abraão: Por que se riu Sara?
Gênesis 18:12-13

Devemos estar atentos aos olhos perscrutadores de Deus. Muitos não entendem, às vezes, o que há de errado com suas vidas, quando julgam ser sinceras diante de Deus; elas julgam terem atitudes honestas, dignas de um cristão saudável. Seria a chamada “vida politicamente correta”, uma rotina cristã recheada de práticas (talvez diria, honestas).
Entretanto, nós esquecemos do elevado padrão de justiça de Deus e de Sua onisciência. Deus, de fato, se preocupa com nosso íntimo, o nosso coração. Porque, na verdade, nós somos o que somos no íntimo. São nossas intenções que são julgadas por Ele.
Veja no caso de Sara: ao receber a declaração feita pelo Senhor que iria ter um filho, ela não teve, aparentemente, nenhuma reação externa. A Bíblia diz que ela apenas “riu no seu íntimo”. Algo sútil, discreto. Contudo, isso foi um ato de incredulidade. As Escrituras afirmam que, imediatamente, o Senhor viu o coração de Sara: “Por que se riu Sara?” Por essa intenção ela foi reprovada pelo Senhor.
Querido irmão, eu quero ilustrar a você, com essa história, que Deus vê o íntimo do nosso coração, tudo que ali é processado, fermentado, todas as nossas especulações íntimas, são por Ele consideradas. Logo, é verdadeira a afirmação bíblica de que o pecado se inicia no íntimo, nas intenções, no coração. Da mesma maneira, a obediência, a fidelidade e a honra que damos a Deus começam, também, em nosso íntimo. Por essa razão Deus diz que “se agrada da sinceridade dos corações” (1Crônicas 29:17).
Quando Deus dá testemunho de Jó, Ele menciona “reto, sincero, íntegro” (veja Jó 1:8), coisas que estão no íntimo de Jó. Portanto, nós honramos Deus começando em nosso coração.
Querido leitor, quero te fazer uma pergunta – Deus nesse momento está vendo seu íntimo – você tem rido como Sara? Tem orado, lido a Palavra, ouvido pregações, mas, no seu íntimo, tem duvidado das promessas de Deus? Você tem pensado em fazer um voto a Deus, que não foi declarado com sua boca, mas no seu íntimo você intentou fazê-lo e depois desistiu? Quero dizer que Deus já considerou seu voto. Pois Ele julga o íntimo (a intenção). Você é uma pessoa que não tem feito mal a ninguém, por palavras ou ações, mas, no seu íntimo, tem julgado, criticado e, até mesmo, desejado seu mal? Quero dizer a você que o Senhor está considerando essas intenções. Isso é pecado! (veja Tiago 1:13-15)
Essa revelação não nos traz somente assombro e terror, por saber que os olhos do Altíssimo sondam as minúcias do nosso coração, mas ela também revela que Ele vê nossa bondade para com Ele, que muitas vezes não é expressa com palavras ou atos. Você pode ser uma pessoa sem expressão ou talentos naturais, pode não ter condições de realizar grandes feitos, mas Deus sabe que no íntimo você é fiel a Ele! Se esforça para obedecer Seus mandamentos – mesmo tropeçando e caindo várias vezes – no seu íntimo, onde Deus vê, sua intenção é de obedecê-Lo e honrá-Lo. Por isso Ele diz: “Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos. Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”.
(Salmos 51:16-17). Deus recompensará tal intenção correta com fidelidade!
Deixo você agora, te dando um alerta: cuidado com seu coração, veja como está seu íntimo. São suas intenções que serão julgadas, como diz Romanos (2:16). Ore como o rei Davi, que era chamado “um homem segundo o coração de Deus”, que orou assim: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmos 139:23-24).
Me despeço dando a você o maior conselho que Salomão nos deu: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23).
Sonde seu coração agora mesmo. Peça para Deus julgá-lo. Vigie seus sentimentos e intenções. Tenha cuidado para não ofender a Deus, como Sara fez. Ao invés disso, tenha um coração grato, crente e cheio de louvores ao Senhor!

defesadoevangelho

Como Fazer a Obra de Deus? – Paulo Junior

Pastor Saeed Abedini está entre prisioneiros libertados pelo Irã


Preso desde setembro de 2012 acusado de apostasia, o pastor iraniano Saeed Abedini foi libertado pelo Irã juntamente com outros quatro prisioneiros, segundo a Agência de Notícias Fars. Saeed é iraniano, mas recebeu a cidadania americana e teria sido liberto em um acordo de troca de prisioneiros.
Desde 2009 ele vai ao Irã visitar sua família e compartilhar do evangelho, quando foi preso e condenado a morte por apostasia. A pena foi convertida em 8 anos de prisão após o caso ganhar repercussão internacional com a campanha americana “Save Saeed”, lançada pelo Centro para Lei e Justiça.
No Brasil a campanha pedindo a libertação do pastor foi encabeçada pelo deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC/SP). Nos Estados Unidos nomes como Michael W. Smith também gravaram vídeos pedindo a liberdade de Saeed.
Saeed foi interrogado varias vezes pelas autoridades iranianas antes de ser preso, acusado de ter abandonado o islamismo e se tornado um cristão. Saeed, a esposa e os filhos estavam no Irã para trabalhar na construção de um orfanato cristão.
Antes de se converter Saeed foi treinado por um grupo muçulmano para ser um terrorista, mas na época teria entrado em depressão e conhecido o cristianismo em 2002. Após se casar com uma americana Saeed mudou-se para os EUA em 2005, onde morava desde então. Em 2008 foi ordenado pastor pela Associação Evangelística Americana.
Depois de ficar em prisão domiciliar no Irã, Saeed recebeu várias acusações que não foram explicadas publicamente. O pastor chegou a ser enviado para a pior prisão do país, onde se comunicava com a família através de cartas, narrando os piores momentos da reclusão.

gospelprime

Aliança de Josafa com Acázia


INTRODUÇÃO Todas as promessas, alianças e ordenanças que Deus fez com Israel, também dizem respeito à igreja de forma espiritual, pois a Igreja é o Israel Espiritual de Deus. O Senhor quer fazer de nós um povo de sua propriedade particular, por isso ele não aceita quando nos aliamos com aquilo que não faz parte do seu projeto, e nos afasta dele. 

DESENVOLVIMENTO Josafá, rei de Judá, foi um homem que buscou andar nos preceitos e caminhos do Senhor, conduzindo sua vida e a do seu povo de acordo com a vontade do Senhor, e por isso prosperou. Um dia Josafá desejou empreender uma viagem à Társis a fim de adquirir ouro de Ofir para seus tesouros, pois isso lhe daria mais poder e glória. Esse comportamento era natural entre os reis, naquela época de guerras e conflitos. Josafá porém, cometeu um grande erro quando se uniu a Acazias, rei de Israel, homem ímpio e idólatra que não temia ao Senhor, a exemplo de seu pai e antecessor, o rei Acabe, que cometeu sérias abominações em Israel, levando a nação para longe do Senhor. Josafá e Acazias planejaram construir navios em Eziom-Geber para com eles irem a Társis apanhar o ouro (Salomão também fez isso com Hirão, quando reinava em Israel unificado). No entanto, o Senhor não se agradou a aliança feita por Josafá com Acazias, e enviou o profeta Eliézer para repreender o rei Josafá, dizendo: “Porquanto te aliaste com Acazias, o Senhor despedaçou as tuas obras”. E os navios se quebraram, e não puderam ir a Társis.

CONCLUSÃO Todo servo que busca ao Senhor, desejando o seu poder (ouro) para vencer as lutas desta vida e prosperar espiritualmente, deve ter o cuidado com as alianças que faz. Se na busca da bênção o servo se descuida e faz concessões ao mundo, faz aliança com pessoas ou com aquilo que é abominável ao Senhor ou está fora do seu Projeto, certamente suas obras não prosperarão, pois o Senhor não compartilha com aquilo que o homem faz fora do seu plano eterno (1Co 13: 6).

domingo, 10 de janeiro de 2016

Marido proibe cantora gospel de falar com a família



Os pais da cantora gospel Stefhany Absoluta estão acusando o marido da cantora, Rogério Cardoso, de afastar a jovem do convívio familiar.


Os dois se casaram em outubro do ano passado. Na época, a cerimônia causou certo rebuliço, pois Stefhany chegou à festa montada em um jumento.

Desde então, ela estaria proibida pelo marido de falar com a família.

Dona Nety França, mãe de Stefhany, diz que está com medo de represálias, que já ficou doente por causa da confusão, sendo até internada.


Ela também diz que a filha não se casou apaixonada, mas porque achou que “era de Deus, que era o certo a ser feito”. Eles não tiveram nem lua de mel.


A família diz que está sendo ameaçada por falar publicamente sobre o assunto.


Fonte: R7

Homem com rifle invade igreja e é desarmado por pastor

 O pastor Larry Wright, de Fayetteville, na Carolina do Norte (EUA), precisou ter muito cuidado para conseguir controlar um homem que entrou armado no meio do culto da virada do ano.
A igreja estava cheia quando um homem de 57 anos, veterano de guerra, começou a ameaçar de morte os membros que assistiam ao culto dizendo que estava chateado com a igreja.
Sabiamente, o pastor resolveu descer do altar e caminhou em direção ao homem e conseguiu convencê-lo a abaixar a arma.
Wright é vereador na cidade e agiu com muito cuidado para preservar a vida de todos, inclusive do homem que foi abraçado pelo líder religioso e pelos membros da igreja.
“Então eu disse à congregação que tudo estava bem e que o homem queria uma oração. Ele se ajoelhou e começou a chorar, com o rosto no chão”, relatou o pastor à emissora WNCN.
“Deus interveio e foi ao coração desse homem. Em vez de ele abrir fogo e matar um monte de pessoas, ele teve o coração tocado por Deus”, completou.
A polícia foi chamada, mas o homem não foi indiciado. Segundo o pastor, o veterano está sofrendo de síndrome de estresse pós-traumático, pois sua esposa foi diagnosticada com uma grave doença e ele não possui dinheiro suficiente para o tratamento.
Após o episódio ele será encaminhado para uma clínica de atendimento psicológico.

 Com informações Rede TV!

BIBLIA AUDIO - ROMANOS CAP 1

 
Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.
O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras,
Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne,
Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor,
Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome,
Entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo.
A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Primeiramente dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.
Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,
Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco.
Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais confortados;
Isto é, para que juntamente convosco eu seja consolado pela fé mútua, assim vossa como minha.
Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios.
Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.
E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma.
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Romanos 1:1-32
Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.
O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras,
Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne,
Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor,
Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome,
Entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo.
A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Primeiramente dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.
Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,
Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco.
Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais confortados;
Isto é, para que juntamente convosco eu seja consolado pela fé mútua, assim vossa como minha.
Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios.
Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.
E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma.
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Romanos 1:1-32
 Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.
O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras,
Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne,
Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor,
Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome,
Entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo.
A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Primeiramente dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.
Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,
Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco.
Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais confortados;
Isto é, para que juntamente convosco eu seja consolado pela fé mútua, assim vossa como minha.
Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios.
Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.
E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma.
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Romanos 1:1-32
Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.
O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras,
Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne,
Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor,
Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome,
Entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo.
A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Primeiramente dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.
Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,
Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco.
Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais confortados;
Isto é, para que juntamente convosco eu seja consolado pela fé mútua, assim vossa como minha.
Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios.
Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.
E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma.
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Romanos 1:1-32
Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.
O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras,
Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne,
Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor,
Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome,
Entre as quais sois também vós chamados para serdes de Jesus Cristo.
A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Primeiramente dou graças ao meu Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.
Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós,
Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco.
Porque desejo ver-vos, para vos comunicar algum dom espiritual, a fim de que sejais confortados;
Isto é, para que juntamente convosco eu seja consolado pela fé mútua, assim vossa como minha.
Não quero, porém, irmãos, que ignoreis que muitas vezes propus ir ter convosco (mas até agora tenho sido impedido) para também ter entre vós algum fruto, como também entre os demais gentios.
Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes.
E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma.
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
Os quais, conhecendo o juízo de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.
Romanos 1:1-32