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sábado, 8 de setembro de 2012

Palavra de Deus>>> O carácter da pregação de Paulo em Corinto


E EU, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria.
Porque nada me propus saber, entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado.
E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor.
A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder;
Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.
Todavia, falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam;
Mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou, antes dos séculos, para nossa glória;
A qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória.
Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.
Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.
Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim, também, ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.
Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.
As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.
Ora o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.
Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.

(I CORÍNTIOS 2:1-16)

Enciclopédia>>> JOSÉ Aquele que remove ou amenta


O filho mais velho de Jacó e Raquel (Gn 30:23, 24) que, quando ele nasceu, disse: “Deus tirou de mim a minha vergonha”. “O Senhor me acrescente outro filho” (Gn 30:24). José teria cerca de seis anos quando o seu pai deixou Harã e se dirigiu para Canaã, passando a morar na velha cidade patriarcal de Hebrom. “E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos porque era filho da sua velhice” e ele “fez-lhe uma túnica de várias cores” (Gn 37:3), i.e., um vestido comprido tal como usavam as crianças nobres. Esta parece ser a tradução correcta. A frase, no entanto, pode também significar “um casaco de várias peças”, i.e., uma obra feita de muitos pequenos peças de diversas cores.
Quando tinha cerca de 17 anos, os irmãos de José começaram a sentir um ódio invejoso por ele (Gn 37:4). Eles “aborreceram-no e não podiam falar com ele pacificamente”. Esta fúria tornou-se maior quando ele começou a contar-lhes os seus sonhos (Gn 37:11).
Jacó desejando ter notícias dos seus filhos, que estavam em Siquém com os seus rebanhos, a cerca de 112 Km de Hebrom, enviou José como seu mensageiro, a fim de saber como eles estavam. José descobriu que eles tinham deixado Siquém e se tinham dirigido para Dotã, pelo que os seguiu. Mal o viram chegar, os irmãos começaram a arquitectar algo contra ele e tê-lo-iam mesmo morto, se Rúben não tivesse intervindo a seu favor. Acabaram por vendê-lo a um grupo de comerciantes ismaelitas, por vinte peças (siclos) de prata, dez peças menos do que o valor de um escravo, pois “pouco se importavam com o que recebessem, desde que se livrassem dele”. Estes comerciantes levavam várias mercadorias para o mercado egípcio e assim o levaram também para lá, acabando por vendê-lo como escravo, a Potifar, “um eunuco de Faraó e capitão da guarda” (Gn 37:36). “O Senhor abençoou a casa daquele egípcio por causa de José” e Potifar fê-lo administrador da sua casa. Por causa de uma falsa acusação por parte da mulher de Potifar, este mandou-o para a prisão (39; 40), onde José permaneceu durante, pelo menos, dois anos. Algum tempo depois, o “copeiro-mor” e o “padeiro-mor” de Faraó foram para a mesma prisão onde estava José (Gn 40:2). Ambos os prisioneiros tiveram um sonho na mesma noite, os quais José interpretou, tendo acontecido exactamente o que dissera que aconteceria.
Isto fez com que José fosse lembrado pelo copeiro-mor, quando Faraó teve também um sonho. Por sua sugestão, José foi trazido à presença do rei, a fim de interpretar também o seu sonho. Faraó ficou satisfeito com a sabedoria de José para interpretar o seu sonho e com o conselho que ele lhe deu relativamente aos acontecimentos preditos; pô-lo, então, sobre toda a terra do Egipto (Gn 41:46), dando-lhe o nome de Zefenate-Paneia. José casou com Asenate, a filha do sacerdote de Om, tornando-se, assim, num membro da classe sacerdotal. José tinha agora trinta anos.
Tal como José predissera, vieram sete anos de fartura, durante os quais ele armazenou uma grande quantidade de trigo em celeiros construídos para esse fim. A estes sete anos, seguiram-se sete anos de fome “sobre toda a face da terra” e “todos os povos vieram até ao Egipto comprar trigo a José” (Gn 41:56, 57; Gn 47:13, 14). Assim “José recolheu todo o dinheiro que se achou na terra do Egipto e na terra de Canaã, pelo trigo que compravam”. Depois, toda a terra, todo o gado e, por fim, os próprios egípcios, tornaram-se propriedade de Faraó.
Durante este período de fome, os irmãos de José também vieram ao Egipto comprar trigo. A história do seu comportamento para com eles e da maneira como se deu a conhecer é uma das mais interessantes narrativas que podem ser lidas (Gn 42-45). José pediu aos seus irmãos que regressassem e trouxessem o seu pai e a sua família para a terra do Egipto, dizendo: “Eu vos darei o melhor da terra do Egipto e comereis a fartura da terra. E não vos pese coisa alguma das vossas alfaias porque o melhor de toda a terra do Egipto será vosso”. Assim, Jacó e a sua família, setenta almas ao todo, juntamente com “tudo o que possuíam”, se dirigiu ao Egipto. Instalaram-se na terra de Gosen, onde José se encontrou com o seu pai e “se lançou ao seu pescoço e chorou sobre o seu pescoço longo tempo” (Gn 46:29).
As escavações do Dr Navill mostraram que a terra de Gosen é Wady Tumilat, situada entre Ismailia e Zagzig, em Gosen (a Qosem egípcia). Eles aí encontraram boas pastagens para os seus rebanhos. Era uma terra situada perto da fronteira asiática do Egipto e a família de Jacó ficava, desse modo, afastada do povo egípcio. Existe uma inscrição que diz que aquele foi um distrito atribuído aos pastores nómadas da Ásia.
Jacó acabou por morrer e no cumprimenro de uma promessa que ele tinha reclamado, José foi até Canaã para sepultar o seu pai na “cova que está no campo de Efrom, o heteu” (Gn 47:29, 31; Gn 50:1-14). Esta foi a última coisa que José fez e que está registada. José, depois, voltou para o Egipto.
‘A História de Dois Irmãos’, um romance egípcio escrito pelo filho de Faraó, o da opressão, contém um episódio muito similar ao do registo bíblico relativamente ao modo como José foi tratado pela mulher de Potifar. Potifar e Potifera são uma tradução dos nomes egípcios Pa-Tu-Pa-Ra, “a oferta do deus sol”. O nome dado a José, Zafenate-Paneia, é provavelmente o nome egípcio Zaf-Nti-Pa-Ankh, “o que alimenta aquele que vive”, i.e., o Faraó. Existem muitos exemplos de inscrições de estrangeiros no Egipto que receberam nomes egípcios e que atingiram altos cargos.
José e Asenate tiveram dois filhos - Manassés e Efraim (Gn 41:50). José fez com que os seus irmãos prometessem que, quando Deus “lhes desse a terra que prometera a Abraão, a Isaque e a Jacó”, eles levariam o seu corpo com eles. José morreu com a idade de 110 anos; e “eles o embalsamaram e o colocaram num caixão” (Gn 50:26). A promessa foi fielmente cumprida. Os seus descendentes, muito tempo depois, quando se deu o Êxodo, levaram o seu corpo com eles durante os quarenta anos de vagueações pelo deserto e sepultaram-no no pedaço de terra que Jacó comprara aos filhos de Hamor (Js 24:32; comp. Gn 33:19). Com a morte de José, a era patriarcal da história de Israel chegou ao fim.
O Faraó do tempo de José foi, provavelmente, Apepi, ou Apopis, o último dos reis Hiksos. Alguns, no entanto, pensam que José veio para o Egipto no reinado de Totmes II, muito depois da expulsão dos Hiksos.
O nome de José pode querer significar as duas tribos de Manassés e Efraim (Dt 33:13,17); o reino de Israel (Ez 37:16,19 e Am 5:6) e todo o povo do concerto (Sl 81:4).

É possível estar apaixonada para sempre pelo seu esposo


É possível sentirmos-nos apaixonadas por nosso esposo durante toda a vida, mas sem a tal ativação fisiológica que caracteriza os primeiros tempos. Há casais que estão juntos há décadas e que, de vez em quando, continuam a sentir o tal friozinho na barriga. Isto é simplesmente o máximo e devemos buscar sempre maneiras e estratégias de sentir tudo isso novamente, tais como:
Surpreender seu esposo com alguma lembrança de algo que fizeram no início do relacionamento, beijá-lo de maneira ardente, seduzi-lo antes de fazerem amor e até mesmo fazer uma viagem a dois.

Relações felizes e duradouras são marcadas pela conexão. É o fato de se sentir que se está de tal forma ligado ao outro que não faz sentido equacionar-se outra hipótese. Elas não dizem apenas que precisam uma da outra, é muito mais que isso. A ansiedade da paixão dá lugar à serenidade. Ou seja estar com aquela pessoa já não é uma necessidade, é uma escolha. Porque quero, porque a admiro, porque gosto dela, porque não há mais ninguém que me conheça como ela, nem ninguém com quem me sinta tão segura.

Lembre-se que um casamento forte e saudável precisa que Deus esteja no controle e o casal façam cada um sua parte para torná-lo duradouro. Por isso, tenham sempre uma vida devocional, de oração e que glorifiquem ao Senhor!!

Portalpadom

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Como é que Noé conseguiu colocar todos aqueles animais dentro da Arca?


Assumindo erradamente que não há resposta para seu desafio, por vezes acontece os crentes evolucionistas fazerem aos Cristãos a pergunta que serve de título ao post. Na verdade. a Bíblia e a ciência tem resposta para este “desafio”.
A resposta centra-se em dois pontos fulcrais: o número de animais e a dimensão da Arca. Regra geral, e como eles são bastante ignorantes no que toca às alegações Bíblicas, os evolucionistas e os seus idiotas úteis ["Cristãos" que não aceitam o que Deus disse sobre o Dilúvio] não sabem quais os animais que se encontravam na Arca, e nem sabem a dimensão da mesma.
Não foi preciso levar um par de todas as espécies presentes na Terra na altura, mas sim, apenas os que retiravam o oxigénio directamente do ar (“E de toda a carne, em que havia espírito de vida” – Génesis 7:12) e só os que viviam sobre a Terra (“toda a carne que se movia sobre a terra” – Génesis 7:21). Portanto, os peixes não entraram na arca uma vez que eles respiram o oxigénio presente na água. As baleias e os golfinhos, embora respirem o ar, não são terrestres.
Os peixes e as baleias sobrevivem debaixo da superfície da água, embora alguns tenham morrido durante o Dilúvio quando os sedimentos e outro entulho contaminaram a água. Isto confirma-se através dos fósseis enterrados durante o Dilúvio e descobertos pelos cientistas. Muitos deles claramente demonstram terem sido enterrados rapidamente – e não durante os mitológicos “milhões de anos” (necessários para a evolução).
Uma vez que eles não possuem narinas (Génesis 7:22) e podem muito bem sobreviver os dilúvios flutuando em vegetação ou outro tipo de superfície que se encontre sobre as águas. os insectos também não foram recolhidos para dentro da Arca. No entanto. de certeza que um ou outro insecto conseguiu entrar dentro da Arca e procriar dentro das suas instalações.
Devido a isto, podemos ter a certeza que isto reduz o número de animais presentes dentro da arca. Mas quantos eram?
Tomemos o exemplo dos cães: será que Noé teria que levar (por exemplo) dois pastores alemães, dois poodles, dois doberman, dois pitbull e assim por diante? Não; tudo o que ele precisava de fazer era levar um par de cães – algo parecido a um lobo, contendo muito mais variação genética. Nós sabemos que algumas variedades de cães actuais foram produzidas a partir dum cão com a aparência dum lobo em apenas alguns milhares de anos.
Curta-nos
Convém ressalvar que esta modificação dum cão com a aparência dum lobo para os cães actuais não é evolução micróbio-para-humano mas sim variação dentro do tipo criado. A frase “segundo a sua espécie” (ou tipo) aparece cerca de 10 vezes em Génesis. Portanto, actualmente, nós temos um maior variação de animais do que aquela que Noé tinha dentro da Arca, e durante os últimos 4500 anos (contando desde a altura do Dilúvio) eles diversificaram-se bastante.
O número de animais presente na Arca depende muito do significado Bíblico para o termo “tipo”. No seu livro “Noah’s Ark: A Feasibility Study“, o Dr Woodmorappe calculou que o número de animais seria na ordem dos 16,000, assumindo que o “tipo” Bíblico é mais ou menos o equivalente ao actual grupo de animais aos quais damos o nome de “género”. No entanto. se o “tipo” Bíblico é equivalente ao grupo denominado como “família”, então a Arca teria cerca de 2,000 animais. O termo certo provavelmente centra-se entre um e o outro.
Levando isto em conta, podemos observar que os animais seriam confortavelmente instalados em pequenas divisões uma vez que a maioria dos animais é pequena – em média, do tamanho do coelho actual. Os animais de maiores dimensões, tais como os dinossauros, começam a sua vida com dimensões reduzidas. Ao se seleccionar as criaturas que iriam repopular a Terra, faria sentido escolher aqueles que eram jovens e saudáveis, em detrimento dos velhos e maduros.
E as dimensões da Arca? Ela era enorme, com a capacidade para transportar mais de 120,000 ovelhas. Portanto. havia espaço suficiente para os animais, para a comida e água, e para Noé e a sua família.
No entanto, por maior que a Arca fosse, havia uma coisa que não cabia dentro dela:pessoas com falta de fé na Palavra de Deus. Essas pessoas, que eram a esmagadora maioria [tal como o são hoje em dia], ficaram do lado de fora (do lado da descrença), e pereceram. Num futuro cada vez mais próximo, os descrentes irão perecer por se recusarem [mais uma vez] a ouvir os avisos da Palavra de Deus, aInfalível Bíblia.
Mas, quanto aos tímidos, e aos descrentes, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos devassos, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte. - Revelação 21:8

Darwinismo / Portal Padom

Existe algum lugar onde Deus não habita?


A Bíblia relata a história de alguém que foi habitar uma terra estrangeira e lá se esqueceu do Deus que havia conhecido:
“E aconteceu no mesmo tempo que Judá desceu de entre seus irmãos e entrou na casa de um homem de Adulão, cujo nome era Hira, E viu Judá ali a filha de um homem cananeu, cujo nome era Sua; e tomou-a por mulher, e a possuiu.” (Gênesis 38:1-2)

FUGINDO DA FACE DO SENHOR
Frequentemente observamos na igreja pessoas que foram doutrinadas no caminho do Senhor, mas resolveram abandonar tudo para viverem aventuras perigosas. Sabemos que para alguém se converter é necessário que Deus a eleja e estendemos que nem todos os filhos serão servos do Senhor assim como os pais.
No entanto, percebemos pessoas que não se contentaram em apenas não se converterem, mas parecem fugir da total presença de Deus. Acham que estar longe da Palavra, as deixarão livres para fazer os seus maiores pecados sem que ninguém os veja e conseqüentemente os recrimine.
Geralmente as pessoas esquecem que o Senhor está em todos os mínimos lugares, assim como diz o salmista “Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também.” (Sl 139:7-8).
Aqueles que abandonam os caminhos do Senhor, independente se são convertidas ou não, sabem que a mensagem bíblica é a melhor maneira de se conviver em sociedade, longe de brigas e outras confusões. Porém, decidem que não querem mais olhar para a face de Deus, fecham os olhos e acham que dessa forma o Todo-Poderoso vai sair de sua presença.
 UM ERRO PRA VIDA TODA
Curta-nos
Judá fez absolutamente o contrário de como agiu seu pai e os outros patriarcas, resolveu procurar uma mulher que não servia ao Deus de Israel, uma mulher cananéia. Esse acontecimento foi crucial para o desastre familiar no qual passou.
O seu casamento já começou errado ao buscar um relacionamento com alguém que não cria no mesmo Deus no qual ele ouviu falar desde criança, conseqüentemente os seus filhos foram rebeldes e transgressores e posteriormente ele passou a agir como os povos onde estava habitando, chegando inclusive a se usufruir de prostituição.
INCENTIVANDO O ERRO
Não compreendo como hoje existem pastores que permitam abertamente que uma pessoa que se diz crente case com alguém que é descrente. Com certeza o Senhor irá cobrar desses pastores todos os relacionamentos familiares destruídos por agirem com tanta negligência, pois a casa vez que leio as Escrituras vejo como o Senhor declarou com firmeza que abomina totalmente essas relações.
Creio que é melhor morrer sem se casar com ninguém do que viver sabendo que o Senhor não abençoa aquele matrimônio. Pois, Deus é quem inventou o casamento foi Ele quem institui as regras de como viver maritalmente, então, como alguém acha que vai conseguir ser bem sucedido se o Senhor não se agrada daquilo. Podemos até ser um pouco mais incisivos a dizer que o relacionamento com um descrente é uma manifestação de repúdio a própria lei do Senhor.
Lembre-se:
Não existe lugar onde Deus não está, por isso o melhor é ser guiado por Ele em todos os momentos da vida. Certamente um relacionamento que age dessa forma será agradável a Deus.

Bíblia Center / Portal Padom

Noticias>> Paula Bulamarqui diz em entrevista que cristãs usam saias curtas e bebem


A atriz global Paula Burlamaqui, intéprete de Dolores em Avenida Brasil, disse em uma entrevista ao jornal Extra, que no Rio só existe duas igrejas que as mulheres usam roupa comprida, sem decote e com cabelão. A atriz afirma ainda que algumas das evangélicas usam saia curta e podem até beber.
Na novela, Dolores é a ex-atriz pornô Soninha Catatau, que se converteu e hoje é uma nova mulher, que usa roupas compridas, sem decote, com cabelão e sempre esta carregando a Bíblia.  A atriz revelou ao jornal, que ela recebeu carta branca do diretor para interpretar o seu personagem, e para isso ela recebe ajuda de sua empregada que segundo ela é uma evangélica ‘ferrenha’. A atriz revelou que em uma das cenas estava escrito para Dolores falar “Nossa Senhora”, mas ela mudou a fala para ‘É Jesus, Senhor, Pai’, pois os evangélicos não fala o nome da ‘santa’.
Seu personagem criou vários bordões como ‘Abençoado!”, “Segura o varão” e “Está amarrado em nome de Jesus”. Paula diz que frequentou vários cultos de igrejas evangélicas para entender mais como poderia interpretar uma evangélica.
No entanto, o personagem de Paula, não tem agradado o público evangélico, pois segundo os evangélicos, sua personagem visa deturpar a imagem da mulher evangélica.

Com informações Portal Padom

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

ANANIAS "resposta do Senhor". É um nome comum entre os Judeus.


O sumo sacerdote perante quem Paulo foi levado, na procuradoria de Félix (At 23:2,5,24). Ficou tão furioso com a nobre declaração de Paulo: "Até ao dia de hoje tenho andado diante de Deus com toda a boa consciência", que ordenou a um dos seus servos que o ferisse na boca. Sofrendo por causa deste insulto não provocado, Paulo rapidamente responde: "Deus te ferirá, parede branqueada". Ao ser-lhe lembrado que Ananias era o sumo sacerdote, a quem se devia respeito, ele respondeu: "Não sabia, irmãos, que era o sumo sacerdote" (At 23:5). Esta expressão tem ocasionado algumas dificuldades, pois é pouco provável que Paulo não tivesse conhecimento daquele facto público.
A expressão pode significar: a) que Paulo não tenha, naquele momento, dado a devida atenção à honra que era devida ao sumo sacerdote; ou b), tal como outros pensam, que Paulo falou de forma irónica, como que querendo dizer: "O sumo sacerdote a transgredir a lei! O sumo sacerdote de Deus é um tirano e um transgressor da lei! Vejo um homem com vestes brancas e oiço a sua voz mas esta seguramente não pode, não deve ser a voz do sumo sacerdote" e c) outros pensam que, por falta de visão, Paulo não conseguiu ver que, quem falava, era o sumo sacerdote.
Apesar de todas estas explicações, contudo, Paulo, com toda a sua excelência, não seguiu o exemplo de Cristo, quando Este disse que aquele que fosse injuriado, não injuriasse.

Noticias>> Presidente do PSC inaugura comitê gospel em campanha de Manuela d’Ávila


A candidata a Prefeitura de Porto Alegre, Manuela d’Ávila (PCdoB), marcada pela luta de políticas em defesa da comunidade LGBT, esta tentando atrair o público evangélico para sua candidatura e conta até com um “comitê gospel”. A inauguração foi comandada pelo pastor Getúlio Vargas, presidente do PSC, no último dia 25.
“Nossa ideia de igualdade vai ao encontro da campanha de Manuela, que repudia qualquer tipo de segregação e cuida do próximo, do mais necessitado”, disse Getúlio Vargas.
Nesta terça-feira (4) o deputado federal, pastor Marco Feliciano, escreveu um texto em seu blog chamando a atenção da população cristã em Porto Alegre sobre as ideologias da candidata, que junto com Jean Wyllys tornou-se uma das principais defensoras do PLC 122, que criminaliza a opinião contra a prática homossexual.
Questionado sobre a relação de seu partido com a candidata Manuela d’Ávila o pastor Marco Feliciano afirmou ser suprapartidário quando o assunto é proteção da família e a igreja.
Movimento LGBT
No mesmo dia em que inaugurou o Comitê Gospel, Manuela d’Ávila assinou carta de compromisso com demandas do Movimento LGBT, em repúdio à homofobia e todo o tipo de discriminação. O encontro teve a participação de militantes do movimento, simpatizantes, apoiadores e candidatos a vereador que defendem a causa.

Gospelprime

Noticias>> SBB está em campanha de oração pela tradução da Bíblia


No dia 30 de setembro é comemorado o Dia Internacional da Tradução da Bíblia, para se preparar para este dia e conscientizar as pessoas da importância de ter a Palavra de Deus para todas as línguas do mundo, a Sociedade Bíblica do Brasil criou uma campanha de oração.
O propósito iniciou no dia 1º e vai até o final do mês de setembro, quem desejar participar pode colocar esse propósito em suas orações e lembrar de que milhões de pessoas ainda não têm acesso as Sagradas Escrituras.
A campanha de 30 dias de oração foi criada pelo ministério de traduções das Sociedades Bíblicas Unidas (SSU) com o intuito de levar o Livro Sagrado para todas as partes do mundo.
As SSU mantêm mais de 450 projetos de tradução da Bíblia em andamento, mas há muitos outros ainda que devem iniciar para poder disseminar a mensagem do evangelho pelo mundo.
Se você sabe da importância da evangelização, entre para essa campanha, acesse a página da SBB no Facebook e veja as mensagens postadas diariamente sobre essa campanha.

Gospelprime

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Palavra de Deus>>> Deus fala com Moisés do meio da sarça ardente


E APASCENTAVA Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midian; e levou o rebanho atrás do deserto, e veio ao monte de Deus, a Horeb.
E apareceu-lhe o anjo do Senhor, em uma chama de fogo do meio de uma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.
E Moisés disse: Agora me virarei para lá, e verei esta grande visão, porque a sarça se não queima.
E vendo o Senhor que se virava para lá a ver, bradou Deus a ele, do meio da sarça, e disse: Moisés, Moisés. E ele disse: Eis-me aqui.
E disse: Não te chegues para cá; tira os teus sapatos dos teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa.
Disse mais: Eu sou o Deus do teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, e o Deus de Jacob. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.
E disse o Senhor: Tenho visto, atentamente, a aflição do meu povo, que está no Egipto, e tenho ouvido o seu clamor, por causa dos seus exactores, porque conheci as suas dores.
Portanto, desci para livrá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra, a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel; ao lugar do cananeu, e do heteu, e do amorreu, e do fereseu, e do heveu, e do jebuseu.
E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel chegou a mim, e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem.
Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egipto.
Então Moisés disse a Deus: Quem sou eu, que vá a Faraó e tire do Egipto os filhos de Israel?
E Deus disse: Certamente, eu serei contigo; e isto te será por sinal de que eu te enviei: Quando houveres tirado este povo do Egipto, servireis a Deus neste monte.
Então disse Moisés a Deus: Eis que, quando vier aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?
E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.
E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O Senhor, Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, e o Deus de Jacob, me enviou a vós; este é o meu nome eternamente, e este é o meu memorial, de geração em geração.
Vai, e ajunta os anciãos de Israel, e dize-lhes: O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob, me apareceu, dizendo: Certamente vos tenho visitado, e visto o que vos é feito no Egipto.
Portanto, eu disse: Far-vos-ei subir da aflição do Egipto, à terra do cananeu, do heteu, e do amorreu, e do fereseu, e do heveu, e do jebuseu, a uma terra que mana leite e mel.
E ouvirão a tua voz; e irás, tu e os anciãos de Israel, ao rei do Egipto, e dir-lhe-eis: O Senhor, o Deus dos hebreus, nos encontrou; agora, pois, deixa-nos ir caminho de três dias, para o deserto, para que sacrifiquemos ao Senhor, nosso Deus.
Eu sei, porém, que o rei do Egipto não vos deixará ir, nem ainda por uma mão forte.
Porque eu estenderei a minha mão, e ferirei ao Egipto com todas as minhas maravilhas que farei no meio dele; depois, vos deixará ir.
E eu darei graça a este povo, aos olhos dos egípcios; e acontecerá que, quando sairdes, não saireis vazios,
Porque cada mulher pedirá à sua vizinha e à sua hóspeda vasos de prata, e vasos de ouro, e vestidos, os quais poreis sobre os vossos filhos e sobre as vossas filhas; e despojareis ao Egipto.

(Êxodo 3:1-22)

Noticias>> Datena chama pastor que cheirou a Bíblia de “mané”


A polêmica gerada pelo pastor Lucinho Barreto que tirou uma foto cheirando a Bíblia como se fosse cocaína chegou à televisão. O apresentador José Luiz Datena, do programa Brasil Urgente, chegou a criticar o líder dos jovens da Igreja Batista da Lagoinha e a chamá-lo de “mané”.
O apresentador da Band considerou a atitude do pastor uma profanação e ainda disse: “Se fizesse isso com o Alcorão, degolariam o cara”. A TV filiada da Band em Belo Horizonte chegou a entrevistar o pastor para que ele se explicasse, mas Datena não quis ver a o VT até o final.
“Pode tirar do ar, esse cara está pinel. Isso é a profanação do Livro Sagrado, da Palavra de Deus, essa foto é uma síntese, nem coloca mais no ar isso”, disse o apresentador. Datena ainda opina sobre a explicação dizendo que para falar de Deus não precisa muito e que não é necessário apelar.
Na semana passada Lucinho Barreto gravou um vídeo dizendo que cheirar a Bíblia foi a menor loucura que ele já cometeu, pois em outras situações ele chegou até mesmo a comer uma Bíblia feita de papel comestível para ensinar aos jovens que é necessário ser louco pela Palavra.

 Gospelprime
veja o video:


Enciclopédia >>> ZOROBABEL (Semente da Babilónia.)


Filho de Sealtiel (Ag 1:1) ou Salatiel (Mt 1:12); também chamado Pedaías (1Cr 3:17-19), i.e., de acordo com o uso frequente que é dado à palavra “filho”, poderia ser ainda neto ou sobrinho de Salatiel. É também conhecido pelo nome persa Sesbazar (Ed 1:8, 11). No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, conduziu o primeiro grupo de judeus, que incluía 42.360 pessoas, de volta a Jerusalém (Ed 2:64), excluindo-se os servos. Este grupo voltou do cativeiro no final dos setenta anos. No segundo ano depois do regresso do cativeiro, ele erigiu um altar e colocou os fundamentos do templo em ruínas, que fora destruído por Nabucodonozor (Ed 3:9-13; cap. 4-6). Em todo o trabalho realizado, ele sempre ocupou uma posição proeminente, visto que era também descendente directo de David.

Noticias>> Justiça determina indenização a evangélico obrigado a assistir a pornô


O Tribunal Superior de Trabalho (TST) manteve a decisão de que um funcionário da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) da filial de Curitiba (PR) deve ser indenizado por danos morais por ter sido obrigado a assistir filmes pornôs.
Casado e evangélico o funcionário ficou por dois anos tendo que assistir shows de stripper e filmes de conteúdo adulto a mando de seu gerente que usava desses artifícios para alavancar o cumprimento das metas da equipe.
Na ação que foi movida contra a empresa, o funcionário alega que por vezes chegou a ser amarrado em sua cadeira para poder participar dessas atividades. Diante desses relatos a Justiça fixou em R$50 mil o valor da indenização por ele ter passado por situações constrangedoras e vexatórias.
Julgado como procedente em favor do funcionário em primeira e segunda instância, a Ambev recorreu ao TST na tentativa de ter o valor da multa ajustado, pois para eles a indenização é desproporcional ao dano sofrido, mas o relator do processo, ministro Brito Pereira, considerou que as decisões apresentadas no recurso eram inespecíficas.
De acordo com o site G1 as estratégias do supervisor já eram conhecidas pelo Ministério do Trabalho, e a empresa até precisou firmar um Termo de Ajuste de Conduta junto ao órgão para que tais práticas consideradas desrespeitosas não voltassem a acontecer.

Gospelprime

terça-feira, 4 de setembro de 2012

É sempre bom limpar a nossa própria vidraça

Lembra-se daqueles recém casados que a mulher comentava sempre com o marido que a vizinha da frente não sabia lavar roupas pois os lençóis pendurados estavam sempre mal lavados? Ela só não falou com a vizinha porque não tinha intimidade com ela.
Um determinado dia aquela jovem casada quando se levantou viu os lençóis da vizinha bem limpinhos, ficou surpresa e comentou com o marido que, enfim a vizinha tinha aprendido lavar os lençóis, e seu esposo a corrigiu: "Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa vidraça!". 
 Com que tipo de vidraça, você tem procurado observar o mundo? É comum expressões do tipo: "Como é que pode aquela pessoa fazer aquilo?" "É um absurdo ele ter coragem de agir daquela forma!" "É inaceitável ele tomar tal decisão." É tão fácil criticarmos alguém, sejam nossos amigos, vizinhos, parentes e até nossos líderes. Enxergarmos os equívocos, os erros e os exageros de quem está ao nosso redor com uma precisão incrível. E por vezes, esquecemos do próprio umbigo, e o interessante é que não gostamos de ser criticados. 
Muitas vezes não percebemos quando estamos com mal hálito, quando nosso odor está incomodando os outros, quando somos arrogantes, quando somos uma verdadeira "dor de barriga". Agora, quando percebemos qualquer pequena falha no comportamento ou no jeito de ser do nosso próximo, abrimos o verbo, consideramos injusto o que está acontecendo e fazemos o nosso julgamento, geralmente com muita dureza. 
É certo que tenhamos as nossas opiniões, e é normal tecermos as nossas críticas, mas, antes de abrir a nossa boca para apontar o que consideramos um erro em alguém, precisamos, mais do que nunca sermos críticos de nós próprios, o que, diga-se de passagem é muito difícil. Geralmente não enxergamos os nossos próprios erros. 
O que sempre queremos é que sejam brandos, pacientes, compreensivos, amorosos, perdoadores e tolerantes com nossos erros e pecados. E ai, muitas vezes, a hipocrisia e a cara de pau que imputamos aos outros fazem parte de nosso comportamento cotidiano. Que o sabão da humildade e da prudência sejam usados diariamente por cada um de nós. Que antes de perceber o cisco no olho de um irmão e amigo, enxerguemos o pedaço de madeira que está dentro de nossos próprios olhos. Que nosso senso crítico seja, antes de tudo, testado no espelho de nossa casa.

patiogospel.com.br

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Palavra de Deus>>>A figueira seca


E, de manhã, voltando para a cidade, teve fome;
E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou, imediatamente.
E os discípulos, vendo isto, maravilharam-se, dizendo: Como secou imediatamente a figueira?
Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas, até, se a este monte disserdes: Ergue-te, e precipita-te no mar, assim será feito;
E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis.

(Mateus 21:18-22)

Noticias>> Atleta cristão leva ouro nas Paralimpíadas de Londres


Daniel Dias conquistou a medalha de ouro na Paraolimpíada de Londres. O nadador terminou o percurso dos 50m livres em 32s05 passando a frente do espanhol Sebastian Rodriguez em pouco mais de um segundo.
Dias é um dos Atletas de Cristo que está em Londres e deve participar de outras sete provas: 100 m e 400 m livre, 50 m borboleta, 50 m costas, 50 m peito, revezamento 4 x 100 livre e revezamento 4 x 100m medley.
O nadador é um dos grandes medalhistas brasileiros, em 2008 ele recebeu nove medalhas em Pequim, sendo quatro delas de ouro. Daniel é paulista e tem 24 anos e uma história de vida surpreendente.
Ele nasceu com má formação congênita sem os pés e sem as mãos, mas cresceu em lar evangélico aprendendo a ter fé em Deus, uma lição que ele leva consigo até hoje.
Apesar das dificuldades físicas, Daniel conseguiu terminar os estudos e se tornar baterista de uma banda. No esporte ele tem se mostrado um grande vencedor, conquistando diversos prêmios importantes como o troféu Laureus.

Gospelprime

Enciclopédia>> PAULO Igual a Saulo.


Nasceu mais ou menos na mesma altura que Cristo. O seu nome da circuncisão era Saulo e provavelmente foi-lhe também dado na infância o nome de Paulo “para que o usasse no mundo gentílico”, assim como “Saulo” seria o nome hebraico. Era natural de Tarso, a capital da Cilícia, uma província romana, a sudeste da Ásia Menor. Esta cidade ficava nas margens do Rio Cidro, que era navegável até aqui, formando-se, assim, um vasto centro de tráfego comercial com muitos países ao longo das praias mediterrânicas e também com países da Ásia Menor Central. Tornou-se, deste modo, numa cidade que se distinguiu pela riqueza dos seus habitantes.
Tarso era também a sede de uma famosa universidade com uma reputação ainda maior do que as universidades de Atenas e Alexandria, as outras universidades que existiam na altura. Aqui nasceu Saulo e aqui passou a sua juventude, sem dúvida gozando da melhor educação que a sua cidade natal podia oferecer. O seu pai pertencia à facção judaica mais estrita - os Fariseus. Era da tribo de Benjamim, de sangue judeu puro e não misturado (At 23:6; Fp 3:5). Nada sabemos sobre a sua mãe; mas existem razões para concluir que ela era uma mulher pia e que exerceu toda a sua influência materna na moldagem do carácter do seu filho. É isso que, mais tarde, ele pôde dizer de si próprio: que, desde a sua infância, era “segundo a justiça que há na lei, irrepreensível” (Fp 3:6).
Lemos sobre a sua irmã e o filho desta (At 23:16) e sobre outros familiares (Rm 16:7, 11, 12). Embora judeu, o seu pai era um cidadão romano. Não se sabe como conseguiu este privilégio. “Pode ser comprado, ou ganho através de serviços notáveis para o Estado, ou adquirido de várias outras maneiras; de qualquer maneira, o seu filho nascera livre. Era um privilégio valioso e que se provou ser muito últil para Paulo, embora talvez não da maneira que o seu pai imaginara.” Talvez a carreira mais natural para ele seguir fosse a de mercador. “Mas ficou decidido que… ele deveria ir para a universidade e tornar-se um rabi, ou seja, um ministro, um professor e um advogado, tudo congregado sob um único título.”
De acordo com o costume judeu, contudo, ele aprendeu um ofício, antes de entrar propriamente na preparação mais directa para aquela sagrada profissão. O ofício em que se formou foi o de fazer tendas a partir de tecidos de pele de cabra, um ofício que era muito comum em Tarso.
Tendo-se completado a sua educação preliminar, Saulo foi enviado, quando tinha cerca de treze anos, para a grande escola judaica relacionada com a instrução sagrada, em Jerusalém, como estudante da lei. Foi aluno do aclamado Rabi Gamaliel e lá passou muitos anos num estudo elaborado das Escrituras e das muitas questões relacionadas com elas e com as quais os rabis se exercitavam. Durantes estes anos de estudo diligente, ele viveu “em toda a boa consciência”, sem se deixar corromper por qualquer dos vícios daquela grande cidade.
Quando terminou os estudos, ele terá deixado Jerusalém e voltado para Tarso, onde é provável que, por alguns anos, se tenha envolvido em algo relacionado com a sinagoga. Volta a Jerusalém pouco depois da morte de Cristo. Aí, inteira-se dos pormenores relacionados com a crucificação e o nascimento da nova seita dos “Nazarenos”.
Durante os dois anos a seguir ao Pentecostes, o Cristianismo foi calmamente espalhando a sua influência em Jerusalém. Estevão, um dos sete diáconos, deu um testemunho público mais aguerrido de que Jesus era o Messias e isto conduziu a uma maior excitação entre os judeus e a uma maior disputa nas suas sinagogas. Estevão e os seguidores de Cristo foram perseguidos e Saulo teve, nessa altura, um papel proeminente. Nesse momento, era provável que ele fosse membro do Grande Sinédrio e se tivesse tornado num líder activo na furiosa perseguição, através da qual os governantes procuravam exterminar os Cristãos.
Mas o objectivo desta perseguição também falhou. “Os que fugiram, iam por todo todo o lado pregando o Evangelho.” A fúria do perseguidor foi, desse modo, ainda mais estimulada. Ouvindo que alguns fugitivos se tinham refugiado em Damasco, ele obteve do sumo sacerdote cartas que o autorizariam a perseguir esses cristãos. Era uma viagem de 208 Kms e que duraria talvez seis dias. Durante esse tempo, ele e os seus ajudantes caminharam com um passo firme, “respirando ameaças e morte.” Mas a crise da sua vida estava ali à mão. Ele chegara ao último estádio da sua viagem e Damasco já aparecia no horizonte. Saulo e os seus companheiros continuaram mas foram rodeados por uma luz brilhante. Saulo caiu por terra, aterrorizado. Uma voz soou aos seus ouvidos: “Saulo, Saulo, porque me persegues?” O Salvador ressuscitado ali estava, vestido com o traje da sua humanidade glorificada. Em resposta à ansiosa pergunta do perseguidor atingido, ‘Quem és tu, Senhor?’, Ele respondeu: “Eu sou Jesus a quem tu persegues” (At 9:5; At 22:8; At 26:15).
Este foi o momento da sua conversão, o mais solene da sua carreira. Cego por causa da luz ofuscante (At 9:8), os seus companheiros conduziram-no para a cidade onde, absorto em profundos pensamentos durante três dias, ele não bebeu nem comeu (At 9:11). Ananias, o discípulo que vivia em Damasco, foi informado, através de uma visão, da mudança que ocorrera na vida de Saulo e foi enviado para lhe devolver a vista e baptizá-lo na igreja de Cristo (At 9:11), talvez para o “Sinai da Arábia,” provavelmente com o propósito de estudar e meditar na maravilhosa revelação que lhe fora feita. “Um véu de profunda escuridão paira sobre a sua visita à Arábia. Nada se sabe dos locais por onde andou, dos pensamentos e ocupações em que se envolveu enquanto lá esteve, nem das circunstâncias da crise que deve ter modelado todo o curso da sua vida posterior. Diz Paulo: “Imediatamente me dirigi à Arábia.” O historiador passa por cima deste incidente (comparar com At 9:23 e 1Rs 11:38, 39). É uma pausa misteriosa, um momento de suspense na história do apóstolo, uma calma que precede a tumultuosa tempestade que foi a sua activa vida missionária.” Voltado, depois de três anos, a Damasco, ele começou a pregar o Evangelho “ousadamente no nome de Jesus” (At 9:27) mas logo foi obrigado a fugir (At 9:25; 2Co 11:33) dos judeus e a refugiar-se em Jerusalém. Ali ele se demorou durante três semanas mas foi novamente forçado a fugir (At 9:28, 29) da perseguição. Volta à sua Tarso natal (Gl 1:21) onde, durante provavelmente cerca de três anos, o perdemos de vista. Ainda não chegara o tempo em que ele deveria iniciar o seu trabalho de pregação do Evangelho aos gentios.
Com o tempo, a cidade de Antioquia, a capital da Síria, tornou-se no cenário de uma grande actividade cristã. Aí, o Evangelho andou firmemente pelo seu próprio pé e a causa de Cristo prosperou. Barnabé, que fora enviado de Jerusalém para Antioquia, a fim de aí superintender toda a obra, viu que era trabalho demais para si e, lembrando-se de Saulo, dirigiu-se a Tarso à sua procura. Saulo respondeu prontamente ao chamado que lhe foi dirigido e foi para Antioquia que, durante “um ano inteiro” se tornou no centro dos seus trabalhos, tendo sido coroado de êxito. Os discípulos foram aí chamados “cristãos” pela primeira vez (At 11:26).
A igreja de Antioquia propôs-se, então, a enviar missionários aos gentios e Saulo e Barnabé, com João Marcos como auxiliar, foram os escolhidos. Esta foi uma época áurea na história da igreja. Os discípulos deram real cumprimento à ordem do Mestre: “Ide a todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura.”
Os três missionários partiram para a sua primeira viagem missionária. Sairam de Seleucia, o porto de Antioquia e passaram por Chipre, que ficava a cerca de 128 Kms a sudoeste. Em Pafos, Sérgio Paulo, o proconsule romano, converteu-se, Saulo assumiu o comando e passou a ser conhecido por Paulo. Os missionários dirigiram-se depois para o continente e percorreram 10 ou 11 Kms pelo Rio Cestro acima até Perge (At 13:13), onde João Marcos abandonou a obra que faziam e voltou para Jerusalém. Os dois homens percorreram depois mais cerca de 160 Km, passando pela Panfília, pela Pisídia e por Licaónia. As três cidades mencionadas fazem parte da Antioquia da Pisídia, onde Paulo pronunciou o seu primeiro sermão (At 13:16-51; comparar com At 10:30-43). Passaram também por Icónio, Listra e Derbe. Voltaram, depois, pelo mesmo caminho, a fim de visitarem e encorajarem os conversos e ordenarem anciães em cada cidade, para que velassem pelas igrejas que se tinham formado. De Perge, foram directamente para Antioquia, de onde tinham partido.
Depois de aí permanecerem “durante muito tempo”, provavelmente até 50 ou 51 DC, surgiu uma grande controvérsia na igreja por causa da relação dos gentios com a lei mosaica. Com o propósito de resolverem esta questão, Paulo e Barnabé foram enviados como delegados, a fim de consultarem a Igreja em Jerusalém. O Concílio ou Sínodo que aí se reuniu (At 15), decidiu-se contra a ala judaizante; e os delegados, acompanhados por Judas e Silas, voltaram a Antioquia, levando consigo o decreto do Concílio.
Após uma pequena pausa em Antioquia, Paulo disse a Barnabé: “Vamos visitar novamente os nossos irmãos em todas as cidades onde pregámos o Evangelho do Senhor e vejamos como eles estão.” Marcos propôs-se a acompanhá-los; mas Paulo recusou-se a deixá-lo ir. Barnabé estava resolvido a levar Marcos e, assim, ele e Paulo tiveram uma grande discussão. Acabaram por se separar e nunca mais se encontraram. Paulo, contudo, mais tarde, fala de Barnabé com respeito e pede a Marcos que venha ter com ele a Roma (Cl 4:10; 2Tm 4:11).
Paulo leva Silas consigo, em vez de Barnabé e inicia a segunda viagem missionária em 51 DC. Desta vez foi por terra, revisitando as igrejas que já tinha fundado na Ásia. Mas ele ansiava por pregar em “regiões mais distantes” e ainda foi até à Frígia e à Galácia (At 16:6). Contrariamente às suas intenções, ele foi obrigado a permanecer na Galácia por causa de uma “fraqueza da carne” (Gl 4:13, 14). A Bitínia, uma populosa província nas margens do Mar Negro, estava agora no seu horizonte e Paulo desejou lá ir; mas foi-lhe vedado o caminho, pois o Espírito o guiou noutra direcção. Dirigiu-se às margens do Egeu e chegou a Troas, na costa noroeste da Ásia Menor (At 16:8). Da viagem entre Antioquia e Troas não existe qualquer registo, a não ser algumas referências que lhe são feitas na Epístola de Gálatas (At 4:13).
Enquanto esperava em Troas pelas indicações de Deus quanto ao que deveria fazer a seguir, ele teve uma visão de um homem natural da Macedónia. Este apareceu perante ele e disse-lhe: “Passa à Macedónia e ajuda-nos” (At 16:9). Paulo reconheceu na visão uma mensagem de Deus. Passou por Helesporto, que o separava da Europa e levou as novas do Evangelho até ao mundo ocidental. Na Macedónia, abriu igrejas em Filipos, Tessalónica e Bereia. Deixando esta província, Paulo seguiu para Acaia, “o paraíso das pessoas de renome e génio.” Chegou a Atenas mas partiu depois de uma breve estadia (At 17:17-31). Os atenienses receberam-no com um frio desdém e ele não visitou mais a cidade. Seguiu para Corínto, a sede do governo romano na Acaia e aí permaneceu durante um ano e meio, sendo bastante bem sucedido. Enquanto lá esteve, escreveu as suas duas epístolas à igreja de Tessalónica, as suas primeiras cartas apostólicas e depois viajou para a Síria, a fim de conseguir chegar a tempo da realização da festa do Pentocostes, em Jerusalém. Estava acompanhado por Áquila e Priscila, que ficaram em Éfeso, onde ele chegou após uma viagem de treze ou quinze dias. Aportou em Cesareia e dirigiu-se a Jerusalém. Tendo “saudado a Igreja” que ali se encontrava, festejou o Pentecostes e partiu para Antioquia, onde permaneceu “por algum tempo” (At 18:20-23).
Iniciou, então, a sua terceira viagem missionária. Viajou por terra, percorrendo as “regiões superiores” (as regiões mais orientais) da Ásia Menor e chegando a Éfeso, onde ficou durante três anos, envolvido constantemente na obra de Deus. “Esta cidade era, naquele tempo, a Liverpool do Mediterrâneo. Possuía um porto esplêndido, onde se concentrava todo o tráfico marítimo, sendo, também, uma importante via marítima para todo o mundo; e, assim como Liverpool tem à sua volta as grandes cidades do condado de Lancashire, também Éfeso tinha a rodeá-la as cidades que são mencionadas, juntamente com ela própria, no livro de Apocalipse: Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardo, Filadélfia e Laodiceia. Era uma cidade muito rica e dada a toda a espécie de prazer, sendo famosa pelos seus teatros e hipódromos.” Ali se lhe abre uma porta bem eficaz. Os seus auxiliares ajudaram-no na sua obra, levando o Evangelho até Colosso e Laodiceia e a outros lados onde conseguiram chegar.
Pouco depois da sua partida de Éfeso, o apóstolo escreveu a sua Primeira Epístola aos Coríntios. Os ourives que trabalhavam a prata e faziam pequenas imagens, sentiram-se em perigo e organizaram um motim contra Paulo. Este saiu da cidade e seguiu para Troas (2Co 2:12), donde partiu para se encontrar com Tito na Macedónia. Aqui, em consequência do relatório que Tito lhe trouxera de Corínto, ele escreveu a sua Segunda Epístola àquela igreja. Tendo passado, provavelmente, a maior parte do Verão e do Outono na Macedónia visitando aí as igrejas, especialmente as de Filipos, Tessalónica e Bereia, talvez até penetrando mais para o interior, até às margens do Adriático (Rm 15:19), dirigiu-se à Grécia, onde permaneceu durante três meses, passando talvez a maior parte do seu tempo em Corínto (At 20:2). Durante a sua permanência na cidade, escreveu a sua Epístola aos Gálatas e também a grande Epístola aos Romanos. Três meses depois, deixou a Acaia e foi para a Macedónia, passando pela Ásia Menor e chegando a Mileto, onde discursou para os prebisteros efésios, a quem ele mandara dizer que desejava reunir-se com eles (At 20:17). Viajou depois para Tiro, chegando finalmente a Jerusalém, talvez na primavera de 58 DC.
Enquanto esteve em Jerusalém, na festa do Pentecostes, quase foi morto pelos judeus, no templo. Salvo daquela violência pelo comandante romano, foi levado como prisioneiro para Cesareia onde, por diversas razões, ele ficou detido durante dois anos no pretório de Herodes (At 23:35). “Paulo não foi mantido em total reclusão; ele tinha, pelo menos, a fileira de barracas onde estava detido. Podemos imaginá-lo a percorrer as plataformas que o levavam até ao Mediterrâneo e a olhar melancolicamente por sobre as águas na direcção da Macedónia, da Acaia e de Éfeso, onde os seus filhos espirituais se sentiam quebrantados por causa dele, ou talvez se deparassem com perigos e, desse modo, precisassem desesperadamente da sua presença. Foi uma providência misteriosa que assim salvaguardou as suas energias e condenou o ardente obreiro à inactividade, embora nós agora possamos ver qual a razão para que tal acontecesse. Paulo necessitava de descanso. Após 22 anos de incessante evangelização, ele precisava de tempo livre para recolher a colheita da experiência… Durante estes dois anos, ele nada escreveu; foi um tempo de actividade mental e de um progresso silencioso.”
Ao fim desses dois anos, Pórcio Festo sucedeu a Félix no governo da Palestina e o apóstolo foi novamente ouvido por ele. Mas julgando ter o direito de reclamar o privilégio de um cidadão romano, ele apelou para o imperador (At 25:11). Tal apelo não podia ser passado por alto e Paulo foi enviado para Roma, à guarda de um tal Júlio, um centurião da “Corte Augusta.” Após uma longa e perigosa viagem, ele acabou por chegar à cidade imperial provavelmente no princípio da primavera de 61 DC. Aqui, foi-lhe permitido que ocupasse a sua própria casa alugada, sob constante custódia militar. Este privilégio foi-lhe concedido, sem dúvida, porque ele era um cidadão romano e, por isso, não poderia ser preso sem antes ter sido julgado. Os soldados que guardavam Paulo eram mudados frequentemente e, assim, ele teve oportunidade de pregar o Evangelho a muitos deles durante esses “dois anos inteiros”, obtendo a bênção de ver o interesse pelo Evangelho espalhar-se por entre a guarda imperial e até mesmo chegar à casa de César (Fp 1:13). Ele era procurado tanto por judeus como por gentios (At 28:23, 30, 31) e, deste modo, o seu encarceramento “tornou-se num meio de propagação do Evangelho” e a sua “casa alugada” transformou-se no centro de uma influência piedosa que se espalhou por toda a cidade. De acordo com a tradição judaica, a casa estava situada perto do actual bairro de residência obrigatória para os judeus, que tem sido o bairro judeu em Roma desde os tempos de Pompeu até aos dias de hoje. Durante este período, o apóstolo escreveu as suas Epístolas aos Colossensses, aos Efésios, aos Filipenses, a Filémon e provavelmente aos Hebreus.
O primeiro encarceramento terá chegado ao fim e Paulo foi declarado inocente, talvez porque não surgiram testemunhos contra ele. Mais uma vez ele voltou à sua obra missionária, indo visitar a Europa Ocidental e Oriental e a Ásia Menor. Durante este período de liberdade, ele escreveu a sua Primeira Epístola a Timóteo e a Epístola de Tito. O ano da sua libertação coincidiu com o incêndio de Roma, que Nero achou conveniente atribuir aos cristãos. Paulo é preso e é mais uma vez levado para Roma como prisioneiro. Durante este encarceramento, terá escrito a Segunda Epístola a Timóteo, a última que ele escreveu. “Não poderá haver grandes dúvidas sobre o facto de ele ter comparecido novamente no tribunal de Nero e de, desta vez, ter sido considerado culpado. Em toda a história, não pode haver mais aterradora ilustração da ironia da vida humana do que a cena de Paulo perante o tribunal de Nero. No julgamento, vestido de púrpura, estava um homem que, num mundo perverso, atingira a fama de ser o pior e o mais malvado ser que existia, um homem maculado com todos os crimes, um homem cujo ser estava tão impregnado de todos os vícios imagináveis e inimagináveis, que o seu corpo e a sua alma eram, tal como disse alguém naquele tempo, nada mais do que um conjunto de lama e sangue; e no banco dos acusados estava o melhor homem que o mundo conheceu, os seus cabelos encanecidos pelos trabalhos que realizara para o bem dos homens e para a glória de Deus. O julgamento terminou: Paulo foi condenado e entregue ao carrasco. Foi levado para fora da cidade, levando atrás de si a populaça mais baixa. Chegaram ao local fatal; ele ajoelhou-se ao lado do tronco; o machado do carrasco brilhou ao sol e caiu; e a cabeça do apóstolo do mundo rolou na poeira” (provavelmente em 66 d.C.), quatro anos antes da queda de Jerusalém.

Noticias>> São José de Piranhas realizará a Marcha para Jesus no próximo dia 15


A cidade de São José de Piranhas, realizará a Marcha para Jesus 2012 no próximo dia 15 de setembro.

Este ano estão confirmadas a presença de DD Júnior e Felipão.
Forme sua caravana e vamos participar!
sertaogospel