“Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele.”( I João 4:9)
Algumas pessoas estranham que repitamos as mesmas coisas
sempre.
Acontece que a base do cristianismo é
conhecer Jesus. Seu nascimento, morte e ressurreição. Sua obra em nossas vidas.
Assim, precisamos repetir sempre o que Ele ensinou aos Apóstolos
e o que estes nos transmitiram através das cartas apostólicas.
Precisamos ensinar que Jesus não é um
simples fundador de uma religião, o cristianismo.
Jesus não veio trazer uma
religião, Ele veio trazer a si mesmo. Ele é a própria vida dos seus discípulos.
A essência da vida cristã está em conhecer a Jesus e crer na verdade que Ele é.
Ter a certeza de que Ele vive.
Para um grande número de pessoas há o
grave perigo de Cristo tornar-se nada mais que apenas um filósofo.
Na verdade, Jesus não é o mero
fundador do cristianismo, nem apenas o seu grande profeta, como nas diversas
religiões. Ele é a chave para uma forma de vida – vida abundante – que,
infelizmente, a maioria das pessoas ainda não conhece.
As religiões dão a seus seguidores
apenas um conjunto de doutrinas e leis morais. Os fundadores das religiões
(Buda, Maomé, Confúcio, etc.), foram apenas precursores de suas crenças. Hoje
estão mortos, e seus seguidores não podem contar com eles para nada.
Mas não é assim com relação a Cristo:Jesus
vive!
E porque Ele vive, não seguimos a um
fundador de religião. Seguimos ao Deus criador de toda a Terra, que se fez
homem, viveu como modelo para nós, morreu por nós, ressuscitou, foi exaltado,
tem toda autoridade no Universo, se relaciona conosco e vive dentro de nós.
Jesus é o vivo rei do universo e vive
em nós!
É por tudo isso que estamos, a exemplo
da igreja primitiva, repetindo as mesmas coisas, dia após dia.
Aliás, é bom recordar o exemplo da
primeira Igreja em Jerusalém. Ela é o modelo em tudo para todos os tempos. Os
irmãos daquele tempo eram simples e muitos deles não sabiam ler nem escrever.
Não tinham imprensa, nem papel. Também não tinham Bíblias. Contudo, a igreja
era santa e gloriosa.
Observando a maneira como os apóstolos
transmitiam o ensino à igreja, notamos que eles se utilizavam do princípio da
constante repetição (do grego: Katequeo. Em português: Catequese).
Aqueles que aprendiam podiam assimilar
e guardar a Palavra em suas mentes e corações. Eles não andavam buscando
novidades ou inventando coisas. Mas as coisas importantes que ensinavam eram
repetidas por muito tempo até que todos tivessem aprendido bem (Filipenses 3:1
; II Pedro 1:12-15).
Os apóstolos estavam bem conscientes
da necessidade de transmitir todo o conselho de Deus e não conceitos bíblicos
ou teológicos. Cada discípulo tinha que ser formado à Imagem de Jesus Cristo
(Atos 20:26,27; Filipenses 4:9; II Timóteo 2:2).
O ensino dos apóstolos apontava
basicamente para três coisas:
a) Revelar a Cristo: Sua pessoa, seu
poder, suas promessas;
b) Ensinar todos os Mandamentos que
Jesus ordenara para viver;
c) Estabelecer todos os princípios
para o funcionamento da Igreja.
Temos que voltar à simplicidade para
que todo o conselho de Deus possa ser recebido e absorvido por todos os irmãos.
Principalmente pelos mais simples.
Necessitamos revelação completa da
verdade de Cristo em nossos corações. Não estudemos apenas verdades sobre
Jesus. Conheçamos a Jesus. Ele próprio é a verdade: Eu sou o caminho, e a
verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6)
Quanto mais o conhecemos, este
conhecimento nos conduz a um relacionamento e apego cada vez maior a Ele. E este
é o segredo da vida abundante que Jesus prometeu,
Graça e Paz!
fonte:aportadoreino







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